E se a turma de “Todo mundo odeia o Chris” tivesse feito pós-graduação?

Já vimos aqui no blog diversas turmas pra lá de estranhas em nosso mundo de ilusão da pós-graduação. Da Turma do Chaves a do X-men. Mas e vocês já imaginaram a turma de “Todo Mundo Odeia o Chris” na vida acadêmica? O que seria o universo da pós-graduação no bairro de Bed-Stuy em Nova Iorque?

Chris Rock

Chris Rock

O Azarado. Aquele que demorou décadas para entrar no mestrado e lá emplacou. Está constantemente esquecendo os prazos para o artigos, submissões e perdeu aquela viagem no Congresso que teve em Paris. Teve o azar de pegar o orientador mais tirano, e ainda perdeu a bolsa de estudos porque se esqueceu de enviar um documento. Depois de alguns anos ingressou no doutorado onde segue até hoje, e claro com muito azar. Além disso, ainda é odiado por um professor que lhe perturba sempre.

Julius Rock

Julius Rock

É “o” cara. Faz pós-graduação, trabalha no bar da universidade e ainda faz alguns bicos como encanador nos dias de folga. Sempre atento e pão duro pede emprestado os livros (na maioria das vezes sabe o preços dos livros) em vez de fazer Xerox. Já tentou pedir bolsa para conseguir uniformes para os alunos do mestrado usarem, assim evitaria gastar as suas roupas. Está sempre de olho nas bolsas de estudos. Não anda de ônibus para evitar gastos com passagens. Apesar do mundo corriqueiro dos estudos, olha alguma novela e agora não perde um capítulo de sua favorita “Meu Pedacinho de Chão”.

Rochelle Rock

Rochelle Rock

A bipolar. Desde que entrou no mestrado já mudou diversas vezes o projeto. Seus artigos publicados são vastos. Estressa-se facilmente com seu orientador. Ganha surtos durante a apresentação em seminários e não admite que ninguém fale mal de sua pesquisa.

Greg Wuliger

Greg Wuliger

O amigo e parceiro da turma. Inteligente e está sempre disposto a ajudar os colegas. Revisa o artigo de alguém e ainda ajuda na escrita da dissertação. Consegue fazer a pós-graduação e conciliar com seus prazeres que são os seriados e livros. É o cara, e claro, invejado por muitos.

Drew Rock

Drew Rock

O aluno galanteador. Mesmo muito ligado aos estudos acha tempo para namorar e em sua maioria das vezes chama a atenção até da professora. Foi apelidado de muso da pós-graduação. Está por dentro das raras jantas da pós-graduação e se excita facilmente quando seu artigo é aceito.

Tonya Rock

Tonya Rock

A chata . Se faz de vítima para se aproximar dos professores e critica os projetos dos colegas. Não se entende com quase ninguém e é CDF da turma, claro, com muito esforço. Está de olho nas bolsas, nos congressos para sempre sair na frente.

Joey Caruso

Joey Caruso

É o contra da turma. O mais fechado. É racista e é totalmente contra as cotas. Entrou no mundo da Pós-Graduação achando que iria salvar a pesquisa. Frequentemente é visto brigando.

Este post foi inspirado em Game of Thesis: E se eles tivessem feito pós-graduação? escrito pelo Giovani de Oliveira, e no E se a turma do Chaves fosse um grupo de pesquisa de Marlon Nunes da Silva

E aí galera, o que acharam? Dê a sua opinião ou sugestão.

By |2018-12-06T01:56:24+00:0016-04-2014|humor|11 Comments

About the Author:

Angélica Weise é jornalista e aspirante a mestranda. Inspiram-lhe textos da ciência e comunicação, e claro, sempre um pouco de imaginação. Neste espaço no blog irá compartilhar sua experiência de estudos preparatórios para a seleção do mestrado.

11 Comments

  1. Hamilton 17.04.14 at 21:15 - Reply

    Acho que sou um tipo de Rochelle. kkkkkkkkkkkkk

  2. Barbara Soares 18.04.14 at 15:24 - Reply

    Sou Rochelle, com certeza. kkkk

  3. Angélica Weise 19.04.14 at 17:14 - Reply

    estou me identificando com o Chris!! azarada hehe

  4. Cleiton 26.04.14 at 15:07 - Reply

    Acho que sou meio Rochele e meio Greg. kkkkkkkk

  5. Cezar 26.04.14 at 16:01 - Reply

    Tonya conheço uma! hauahuah

  6. Weber 26.04.14 at 22:19 - Reply

    Droga, sou o Caruzo!

  7. Pedro 27.04.14 at 13:55 - Reply

    O que tem a ver ser racista com ser totalmente contra as cotas? Apoiar esse sistema de cotas é que é uma atitude extremamente racista, criando um sistema de apartheid entre pessoas apenas pela sua cor. Sou negro e sou contra cotas, qual o problema disso? Todos somos iguais perante a lei e perante Deus. Ainda mais aqui no Brasil, em que um branco pode ter características negras, orientais, indígenas e um negro pode ter características brancas, orientais, indígenas etc. Temos de prezar para que todos sejamos tratados iguais e parar de falar dessa “questão racial” como a matriz de todos os outros problemas.

  8. angélica 02.05.14 at 16:34 - Reply

    Pedro, é no mundo da ilusão esse post, ok? A realidade é outra. Abraço.

  9. Aline 10.05.14 at 09:49 - Reply

    Não podemos esquecer o PERIGO, vendendo seus doces, e bugigangas (feitos por sua mãe, irmã etc ) para os colegas de classe.

  10. Ellen 11.06.14 at 10:21 - Reply

    Hahahahahaha… As correlações estão ótimas! Acho que fui muito Julius durante o mestrado, hahaha.

    Acho que a personagem mais comum de se encontrar por aí é a insuportável da Tonya!

  11. Cristina 11.01.18 at 13:15 - Reply

    Muito bom!!! Kkkkkkkkkkkk

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