Como ser aprovado na seleção do mestrado/doutorado

O processo seletivo para o ingresso na pós-graduação está cada vez mais concorrido. Com a maior exigência por especialização em um mercado de trabalho a cada dia mais disputado, o número de candidatos nos processos seletivos da pós-graduação só tem aumentado. E é curioso ver como muita gente chega despreparada para essa etapa.

Por esse motivo, preparei um post para explicar como é a seleção na maioria dos programas de pós-graduação stricto sensu recomendados pela Capes e passar algumas dicas para quem pensa em candidatar-se. Não vou entrar no mérito da eficiência de processo, nem das panelinhas e do protecionismo que existe aos “prata da casa”. Esse assunto fica para outra oportunidade.

Conheça o programa
O primeiro passo é conhecer muito bem o programa de pós-graduação almejado. Informe-se sobre as linhas de pesquisa, as oportunidades, a infra-estrutura, o corpo docente, as disciplinas, ou seja, tenha uma visão do programa como um todo. Isso irá te ajudar bastante nas etapas seguintes.

Converse com o seu possível orientador
Sinceridade? Se um professor topar te orientar, já é meio caminho andado. Por mais que em alguns programas seja a coordenação que distribui os orientadores, recomendo conversar com o professor da área desejada. Principalmente se não fez a graduação na instituição. E como será necessário apresentar um projeto ou anteprojeto de pesquisa, o professor pode te ajudar a elaborar algo dentro das linhas de pesquisa dele ou do programa, o que pode aumentar suas chances de ser aprovado.

Converse com os pós-graduandos
Os alunos que já estão matriculados no programa de pós-graduação podem te passar dicas valiosas sobre o processo seletivo, os pontos que são mais valorizados e como foi o processo nos anos anteriores. Os pós-graduandos são os candidatos de ontem que foram aprovados. Leve em conta as suas considerações.

Estude o edital
Após a publicação do edital, estude com muito cuidado todas as exigências e todas as etapas do processo seletivo. Alguns candidatos ficam no meio do caminho por causa de erros bobos, que poderiam ser evitados com uma simples leitura cuidadosa do edital. Tenha em mente tudo que deve ser feito e/ou apresentado.

Prova escrita
A prova escrita, com assuntos específicos relacionados à área de atuação do programa, é utilizada em alguns processos seletivos para o mestrado. No doutorado é raro. Descubra com os pós-graduandos do programa como foi a prova do ano anterior para ter uma noção do estilo da prova e do nível de exigência. Estude a bibliografia recomendada. Cuidado com os erros de português, eles depõem contra você.

Projeto
O projeto é como uma carta de intenções. Por ele os professores avaliarão o seu conhecimento, sua capacidade de planejamento, o nível de domínio da redação científica e se a sua intenção se encaixa nas linhas de pesquisa do programa. No doutorado isso assume uma importância ainda maior, levando-se em consideração também a originalidade da proposta e o grau de inovação.

Análise de currículo
A essa altura do campeonato, espero que você tenha feito estágios, participado de congressos, publicado resumos e artigos. Bolsa de iniciação científica na graduação conta muito, pois neste caso o aluno já tem alguma experiência com pesquisa. No edital provavelmente haverá uma tabela com a pontuação que cada item do seu currículo vale. Artigos em periódicos científicos são muito bem pontuados.

Entrevista
As perguntas básicas: por quê decidiu fazer pós-graduação, qual área que gostaria de estudar, se você trabalha, e caso seja essa a sua situação, se conseguirá conciliar o trabalho e a pós-graduação. Irão perguntar pormenores do seu projeto de pesquisa e do seu currículo, por isso, estude ambos. E sejamos sinceros, na verdade, o que os professores da banca de entrevista querem mesmo saber é se você dará conta de concluir a pós-graduação dentro dos prazos estipulados pela Capes e se você será produtivo.

Exame de proficiência
Alguns programas de pós-graduação exigem na seleção que o candidato seja aprovado em um exame de proficiência em uma língua estrangeira, geralmente o inglês. Bons conhecimentos na língua do exame ajudam, mas cuidado, o exame é recheado de termos técnicos. A dica é pegar artigos publicados em periódicos científicos na área do programa e na língua que será cobrada, e traduzir. Comece traduzindo um artigo por dia, e na semana anterior ao exame, traduza o maior número de artigos que conseguir.

Não fui aprovado. E agora?
Se você não estava preparado o suficiente para ser aprovado, não desanime. A concorrência tem aumentado muito e não são todos os processos seletivos que são totalmente justos. Às vezes acontecem alguns absurdos. Se for possível, converse com o seu orientador se existe a possibilidade de conduzir trabalhos para melhorar o seu currículo, dando atenção aos pontos fracos do mesmo, para que no processo seletivo do ano seguinte você esteja em melhores condições de disputar a vaga.

By |2018-12-06T01:56:56+00:0008-06-2010|guia, primeiros passos|161 Comments

About the Author:

Criador e editor de conteúdo do blog, é portador de uma imaginação hiperativa e de uma necessidade patológica de estar sempre bem-humorado. Acredita que a Pós-Graduação, como tudo na vida, pode ser interessante, divertida e descomplicada.

161 Comments

  1. Rafael 08.06.10 at 13:17 - Reply

    Muito bom,
    Meu orientador ressalta bastante a importância dos conhecimentos específicos e da prova de proficiência. Essa ultima é muito usada como critério de eliminação pois alunos de pós-graduação que não sabem inglês são uma dor de cabeça para o orientador. Alguma instituições permitem que se use o dicionário na prova (UFMA), outras já o baniram. Se não me engano a UFRJ é uma delas. Temos um pequeno grupo de estudo para isso aqui, traduzindo textos da nossa área e outras afins. Até agora foi a expansão da pós-graduação no Brasil, tinha vaga para todo mundo. Agora começa o arranca-rabo das vagas.

    • SILVANA CARVALHO _ 26.10.15 at 17:07 - Reply

      Oi Rafael gostei muito das suas colocações e principalmente a respeito do grupo de estudo gostaria de fazer parte desse grupo uma vez que estou fazendo pos graduação numa faculdade particular mas pretendo fazer mestrado numa faculdade federal. Aguardo seu contato para possíveis orientações.

      • Anderson 02.11.15 at 21:14 - Reply

        Silvana qual é o seu curso?

  2. Cristiano 08.06.10 at 19:09 - Reply

    É importante também que para o doutorado, não se vá com muita sede ao “pote”, pois o mais importante é estar fazendo o que gosta e desenvolvendo um projeto em que se acredita, no fundo do coração, que poderá se relevante para alguém ou para a sociedade no futuro. Ir apenas com a idéia de um projeto basico, para conseguir mais um canudo e aumentar o salário pode não ser saudável e resultar em frustações.

  3. Fernanda 09.06.10 at 06:55 - Reply

    É complicado, depois da graduação quis fazer o Mestrado em outra instituição, mudar de ares. Eis que chego no lugar para a prova (outro estado) e todos os outros que estavam prestando tinham até uma “apostilinha” de provas anteriores, nos 10 minutos antes da prova eu dei uma olhada por cima, e qdo comecei a fazer a prova tinha sido tirada daquela “apostilinha”… =/
    Resultado, de uns 30 candidatos eu fiquei em 12º, entrei no programa, mas como a colocação era ruim, não tinha nem espectativa de ganhar bolsa pelo programa, ai a bolsa do projeto q eu estava ia demorar a sair (só no outro semestre), resultado, não deu pra ficar morando em outro estado sem bolsa, resolvi voltar para as origens. Mas o que mais pesou mesmo, foi que assisti algumas aulas (fiquei uns 2 meses lá) e não gostei muito, descobri que a minha casa (instituição de graduação) era melhor, eu tinha mudado pq o programa q eu ia entrar tinha fechado, ai voltei, mudei um pouco o foco do projeto e prestei a prova para outro programa.
    Foi a melhor coisa, passei em Primeiro lugar (sem apostilinha, nem nada) e consegui bolsa institucional e o melhor o programa da outra instituição tinha nota 3… e o q eu entrei 7. Por isso, é bom sempre pesquisar muito sobre a instituição e o programa, pra não perder um tempo q pode ser precioso.
    Agora digo outra, entrar nem é tão dificil, o dificil é defender e sair! rsrs

    • posgraduando 26.06.10 at 14:36 - Reply

      obrigado pelo depoimento, Fernanda.
      como seria fantástico se todos compartilhassem suas experiências como você.
      abraço

      • Paulo 26.10.15 at 22:12 - Reply

        Se ela conseguiu ser aprovada escrevendo eSpectativa, eu não deveria ficar aqui com medo de não ser selecionado HUEhueHUEhueHUEhue

        • Carla Véras Monteiro Brame 25.02.17 at 11:45 - Reply

          DESNECESSÁRIO, SENHOR HUMILDADE…

        • Silvia 03.08.17 at 00:06 - Reply

          Kkkkk

        • Rayanne 18.08.17 at 23:22 - Reply

          Nossa 🙁 Lamentável esse comentário.

        • Joseana 05.09.17 at 00:20 - Reply

          Paulo, acredito que tenha sido um mero erro de digitação da Fernanda, como naturalmente acontece comigo e com qualquer outra pessoa normal e imperfeita. Mas imagino que contigo nunca tenha acontecido isso, não é mesmo? Já que você é perfeito.

        • Ângela 12.11.17 at 12:19 - Reply

          X, S, isso é o de menos, o importante é o conteúdo do projeto de pesquisa, o interesse do orientador, vai achando que escrever sem nenhum desvio é o mais importante pra vc vê se passa!!!!!Afinal, no edital não diz que vc precise escrever 100% sem desvio ortográfico.

    • Renata Amâncio 28.11.11 at 17:04 - Reply

      Nossa!É muito certo o que foi colocado em questão.O que mais vale é vc trabalhar em algo q vc acredita e q possa servir de base pra alguém.Esse é o objetivo.O resto é mera perda de tempo.

    • Olá Fernanda.. que bom ler seu depoimento.. tenho 62 anos, formada em Artes  e tou querendo fazer pós graduação fora do meu Estado…. agora vou repensar…Tenho uma pesquisa que será minha tese… mas… diante de tanta dificuldade e eu tb conheço essas panelinhas..(fui funcionária de UNIversidade. depois fiz vestibular na mesma instituição… minha monografia originou uma ong ambientalista….vou ficar por aquííí…rssssss Obrigada a vc….

    • giovane 21.08.14 at 16:00 - Reply

      Oi Fernanda, tudo bem? Sabes me informar onde consigo materiais utilizados em processos anteriores?

    • Daniel 14.03.15 at 11:46 - Reply

      Bom dia!
      Agora sobre os processos seletivos dos mestrados tentei algumas vezes em Mato Grosso (UFMT) e São Paulo (USP), nem sei por onde começar aconteceram tantas coisas que o desanimo e frustração me fizeram desistir do mestrado em universidades federais, acredito eu que isso não se aplique a todos professores mas grande parte sim!!!!. O processo seletivo é realmente mero detalhe na seleção pois já me deparei com muita gente sendo encaixada nas vagas, já tive relatos de professor que aprovou alguns alunos por fazerem parte do “grupo de pesquisa”…… vários desses professores que estão nesses programas fazem isso e quando vamos ter um mestrado, doutorado limpo disso porque isso é nojento, pois não vou puxar o saco de ninguém para conseguir algo….. nem vale ficar comentando essas coisa é só pra desabafar mesmo. Grande parte dos processos seletivos são faxada como a nossa maravilhosa politica uma parece espelho da outra :). No mais bom estudo a todos só isso que resta estudar por conta própria!

    • Célia Pereira Freire 25.09.15 at 14:49 - Reply

      Estou a procura de uma instituição,para iniciar uma pós graduação,colei grau em Pedagogia no final de agosto,gostaria de receber algumas sugestões dos colega experientes.Obrigada!

    • Enildo Silva 12.01.16 at 10:47 - Reply

      Fernanda revela verdades. Também já tenho visto em diversas outras formas de concurso, o mesmo estilo de aconchavo. E isso não parece ser leal para uma instituição que lida com pesquisa científica. Confesso que fiquei angustiado quando percebi a existência de cola em um exame competitivo para ingressar ao programa mestrado. Ainda não tenho uma experiencia, em como ingressar no mestrado, porém, já tentei uma vez e vi essas falcatruas. E agora, mesmo sem estrutura e desatualizado, tentarei pela segunda vez, já ciente das malicias para obtenção do ingresso. Oriundo de curso de Letras, e, em Especialização para a Docência do Ensino Superior, busco agora interagir com pessoas que vive a experiencia e pode ensinar truques e sabedorias. Eu pretendo ingressar no mestrado e em minha mente, após ter passado algum tempo sem me dedicar aos estudos e pesquisas, parece, nunca ter estuado.

    • Tuane 23.04.18 at 22:21 - Reply

      Me dá umas dicassss pelo amor de Deus…

  4. roberto 23.09.10 at 07:42 - Reply

    Vale lembrar que escrever bem em Português e ler bem e se possível escrever em inglês, principalmente no doutorado, é louvável.

    Fique esperto com o potencial orientador que ajuda fazer projeto, ele pode estar pré-selecionando. Isso é injusto, principalmente, com candidatos que não têm como interagir antes com o possível orientador antes do processo seletivo acontecer de fato.

    • Caio 01.11.13 at 07:23 - Reply

      Concordo contigo! Na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), para se inscrever no processo seletivo para mestrado ou doutorado, é necessário uma carta de aceite de possível orientação do professor (até aí tudo bem!). O problema é que quando você procura um orientador na lista de e-mails publicada no próprio edital deles, eles negam dar a carta! Só é dada a carta, para alunos que cursaram disciplinas com eles. Moral da história: ou você faz parte da PANELA para conseguir entrar, ou você morrerá tentando entrar no curso. Se você observar a origem dos professores que lecionam na instituição, praticamente todos, fizeram desde a graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado orientados pelo mesmo orientador desde o início…e ainda se tornaram professores da instituição. Com cada professor, orientando 1 ou 2 alunos a cada processo…fica a pergunta: será mesmo que o aluno em questão é realmente tão EXTRAORDINÁRIO que garante todos os anos o primeiro ou segundo lugar no processo seletivo??? Difícil de acreditar.

  5. maria assunçao 13.11.10 at 11:02 - Reply

    parabens,é sempre bom saber que existem sugestões tão importantes para quem deseja chegar lá.

  6. Daliane 12.12.10 at 13:55 - Reply

    Olá! Já tentei fazer seleção para o mestrado e não consegui, muitas horas dá até vontade de desistir. A maior dificuldade que sinto é de não ter ninguém para me orientar, dar dicas no projeto durante a prova escrita… é um trabalho muito solitário e como já vi com alguns colegas quem tem alguém para ajudar nesse sentido sempre tem vantagem durante a seleção.

  7. Alexandre Jaguar 28.12.10 at 08:03 - Reply

    Galera,
    comigo aconteceu o seguinte.
    Me graduei em matemática, e queria fazer o mestrado na área.
    O processo de seleção do lugar que eu escolhi passava por provas e avaliação de currículo. Não me preparei bem para as provas, por um número grande de razões. Acabei ficando como aluno especial (não entrei direto, mas podia cursar e aproveitar as disciplinas), mas sem a possibilidade de bolsa.
    Sem grana e sem emprego, fui forçado a voltar pra casa.
    Chegando na faculdade de volta, recebi um convite pra integrar um grupo de pesquisa em ciência dos materiais, área que envolve física e química. Apresentei um projetinho e comecei a trabalhar com estudos de imagens.
    Fui convidado ao mestrado no programa, e já tinha orientador e tudo. Então, com projeto e orientador, ficou mais fácil. Rachei de estudar pra prova de seleção e consegui uma vaguinha.
    Vou defender o mestrado em fevereiro, e o problema agora é que eu quero voltar pra matemática. Acontece que o mestrado que fiz não dá condições de voltar numa boa, então farei algumas disciplinas por fora e depois presto a prova de ingresso de novo.

    Acredito que o mais importante na pós é ter contatos. Não adianta muito ter um currículo com 100 publicações se ninguém te conhece. Visite a instituição antes se puder, veja a linha de pesquisa, os professores que fazem parte dela, pesquise o currículo dos caras pra ver se você se encaixa no que eles propõem; se não se encaixar, você está disposto a mudar de área pra isso? Tenho amigos que trocaram de área no mestrado e quase perderam o curso, por não mostrar intimidade nenhuma com o assunto (de matemática pura pra computação ou estatística, por exemplo).

    Daliane,
    quanto às provas, em alguns lugares são oferecidas as avaliações dos anos anteriores (vide UFPR). O lance é ver o assunto das provas, o edital e a bibliografia, e estudar em cima disso. Dá um pouquinho a mais de certeza. 🙂

    • Jullie Selau Koppe 14.10.11 at 11:30 - Reply

      Ola Alexandre ….gostei muito das suas colocações…gostaria de maiores informações…é possivel??? Aguardo retono…

  8. Jefferson 16.01.11 at 17:24 - Reply

    Para passar no mestrado não é necessário ter um Curriculum Vitae (CV) tão grande assim!! Basta apenas ir bem nas provas. Já no doutorado a coisa muda completamente de figura. É um baita de um paredão passar, justamente porque a seleção passa a ser baseada basicamente no CV e não mais em prova. A princípio, eu não vejo nada de mais avaliarem as pessoas, baseado na sua produtividade científica por meio do CV. Entretanto, o sistema muitas vezes permite que muitos espertinhos se deem bem nessa. Afinal basta apenas pedir de presente alguns artigos dos seu orientador ou de seus amigos, que o seu CV vai engordando sem fazer esforço nenhum. E acreditem!! É o que mais acontece no meio acadêmico. Gente que não tinha nada no curriculo, de repente está com uma porrada de artigos, capítulo de livro, 20 resumos, etc. Tudo de uma hora para outra!! Aí desse jeito, quem não passa!? O papel aceita mesmo qualquer coisa, inclusive o seu nome!! Existem outros métodos escusos para passar no doutorado, como por exemplo conseguir uma bolsa extra do seu orientador, o que te permite entrar pelas portas dos fundos do programa, mesmo que você tenha sido desclassificado!! Também tem o método KI (o que indica), onde a seleção é baseada simplesmente em cartas marcadas, de forma que é selecionado apenas aqueles futuros alunos dos professores mais influentes do programa!! Também é o que mais acontece!! Mas se você não quer ser um trapaceiro, você pode aumentar o CV por meio das chamadas bolsas de apoio técnico. A bolsa não é tão grande quanto a de um mestrado ou doutorado mas quebra o galho para ir se mantendo, enquanto você faz as pesquisas e vai adquirindo mais publicações!! Uma outra opção também é tentar seleção em programas de níveis mais baixos, já que a concorrência não é tão grande assim, como seria em um programa de nível 6 ou 7!! Mas aí é bom passar em primeiro na seleção, pois em programas de níveis 3 e 4 a quantidade de bolsas é menor!! Ou então já tenha um emprego para poder se manter, enquanto faz o doutorado!!

    • Moura1970 24.01.12 at 19:16 - Reply

      Jefferson, sou do Rj e vou lhe falar uma coisa: eu não entendo nada de mestrado e comecei a me interessar em fazer mestrado agora, e por isso está tudo muito confuso em minha cabeça,  estou lendo o e-mail de vcs e o que estou vendo que tenho que fazer pesquisa(que eu não sei que bendita pesquisa é essa), agora estou vendo que precisa de titulos etc. Isso tudo é para eu fazer a inscrição? É isso mesmo? e qual o valor de um mestrado? Gostaria muito que vc, claro pudesse me orientar eu ficaria grata. Sou formada em Adm e pos graduação em Gestão em Recursos Humanos, atualmente sou instrutora em de jovens aprendizes e estou gostando muito dessa area e por isso estou pensando em fazer um mestrado na area de pedagogia, mais será que posso já que minha graduação não foi nessa area? Caramba estou muito perdida. E para termminar qual a universidade que posso fazer mestrado. Muito obrigada Katia Moura

      • Jefferson 16.06.12 at 01:07 - Reply

        Olá Moura1970!! Para você verificar as universidades em que pode fazer o mestrado, você pode acessar a página da CAPES, onde tem as instituições superiores de ensino e seus respectivos programas de Pós Graduação Strict Senso com Mestrado e Doutorado e suas pontuações. Dê uma olhada: http://www.capes.gov.br/cursos-recomendados. Mas antes de mais nada tente fazer contato com algum professor da instituição em que queira fazer o mestrado e verifique se vale a pena mesmo ter essa pessoa como seu orientador. Para fazer o mestrado nessa área, você não precisa necessáriamente ser pedagoga!! Mas se você já tem algum resumo ou artigo anterior públicado dessa área ou se leciona, já ajuda!!

        • Aline 28.10.12 at 13:43 - Reply

          Oi… gosto muito de ler os seus posts. 
          Também tenho muito interesse em fazer um mestrado, mas tenho lido que seria bom procurar um orientador, porém, assim como a Kátia, estou bem perdida. 
          Minha dúvida é: posso procurar uma linha de pesquisa e entrar em contato com o orientador, do nada, para que me ajude no pré-projeto?
          Será que são assim tão receptivos ou existe outro caminho?
          Grata 

          • Luís 23.08.13 at 03:54

            Oi Aline tdo bem?
            Vc pode sim, verificar as linhas de pesquisas e enviar um Email para o professor da área. A maioria são atenciosos, e irão sim lhe responder, mesmo que seja para dizer que não há possibilidade de orientação.

            att

    • Nat 19.12.13 at 00:31 - Reply

      Jefferson, como funciona estas bolsas de apoio técnico? As instituições fazem processo seletivo para elas também? Adorei ler os depoimentos de vocês. A área da pesquisa sempre me chamou muito a atenção, no momento preciso melhorar meu CV para tentar uma pós stricto sensu. Agradeço a todos que partilharam suas experiências, muito enriquecedor.

    • Idelfonso Alves 10.09.15 at 17:19 - Reply

      Amigo !
      Quero fazer um mestrado, mas não sei por onde comer.

      • José 13.12.15 at 20:52 - Reply

        Tente o R.U…

  9. Ana 13.02.11 at 11:45 - Reply

    Achei muito bom o texto para quem pretende ingressar na pós stricto sensu. No entanto, meu programa de pós-graduação (em Educação, em uma universidade federal de ponta) possui uma seleção para mestrado e doutorado um pouco diferente… Primeiro ponto: ser “prata da casa”, geralmente, é essencial. Apenas 10 ou 20% dos selecionados costumam ser “desconhecidos” dos orientadores. Ninguém quer se arriscar a ficar orientando alguém que não conhece os “hábitos”. Segundo ponto: não há bibliografia de apoio para a realização da prova. Cada linha de pesquisa elabora a sua prova, e vc deve fazer a prova “direcionada” para os interesses de pesquisa que o orientador pretendido possui. Terceiro ponto: a entrevista, geralmente, é mera formalidade. A prova, o currículo e o “QI” contam mais do que qualquer outra coisa. Quarto ponto: não há pontuação para currículo ou prova, e a lista dos aprovados sai em ordem alfabética. Resumo da história: o orientador aprova quem bem entender, mesmo que haja outras pessoas mais capacitadas concorrendo com os queridinhos.

    • Maira 16.05.11 at 11:10 - Reply

      Ana, concordo com sua posição. Me inscrevi no programa de pós da universidade estadual, e apenas eu não era de instituição pública, dos que passaram.
      Apesar de ter um bom C lattes, fui emparedada na entrevista, e acabei entrando devido as desistências dos “queridinhos” sem bolsa. O conhecimento com a instituição é importante e objetivos bem definidos também!
      Mas o importante é não desistir!

  10. Maria Isabel Padovan 28.03.11 at 16:13 - Reply

    Quero receber os comentários, o bom humor é contagiante!

  11. Rosilene Pereira Gama 14.05.11 at 13:32 - Reply

    Oi !!! gostaria de saber se é verdade que tem esse processo a ser votado se tivermos de 4 a 5 Pós graduação podera contar como Mestrado ?

  12. Antonio Messias 12.09.11 at 09:15 - Reply

    Sou administrador e pretendo fazer a seleção para mestrado na UFMA em políticas públicas nunca estudei inglês ou seja não sei da língua isso será um problema???

    • Gabriel Alves Gomes 23.03.12 at 10:07 - Reply

      Com certeza. É bom ir treinando a leitura de textos simples, só pra pegar o “feeling” da língua, vendo sites internacionais (os artigos da BBC são “queridinhos” das provas) e, posteriormente, alguns artigos científicos. Mas vai com calma, estude com dedicação e, mais importante, não se limite só ao inglês. Na maioria das vezes as provas serão de leitura e tradução de textos técnicos pra área escolhida, daí ser importante ter familiaridade com termos específicos. Mas é bom entrar já preparado, o mínimo que seja.
      Abraços

  13. Jullie Selau Koppe 14.10.11 at 11:26 - Reply

    Pessoal….muito “ricas” essas informações…muito obrigda!!!

  14. Ailton 17.10.11 at 07:50 - Reply

    Ola amigo. Sonho em fazer mestrado em minha aréa letras, e encontrei um aberto com uma boa quantidade de vagas o prblema e que apesar de ter experiencia em sala de aula tenho pouca participação em congressos e não tenho nenhum trabalho cientifico publicado. será que tenho chance de entrar?

  15. Débora 20.10.11 at 09:07 - Reply

    Quero receber os comentarios… todos eles foram importantes para eu entender melhor algumas coisas…. vou fazer o processo de seleção para mestrado e estou super preocupada… principalmente com as famosas panelinhas, porque é o que mais tem infelizmente. Mas espero que eu consiga… obrigada a todos.

  16. Luiz 24.10.11 at 18:55 - Reply

    Tudo tem intriguinha da oposição. eu passei em um mestrado vindo de uma outra instituição, com um orientador que eu nao conhecia, e o pior: eu vinha de faculdade particular. fazer mestrado em uma federal vindo de uma particular sem ter sido alguem nao é facil, pois a grande maioria dos que estao nas particulares querem o canudo, mas se chamar pra fazer mestrado e ganhar 1200 na mamata, eles querem sim. tive a honra e sorte de ser monitor e iniciação por dois anos, o que me deu ânimo pra prosseguir na ciencia e mostrar que eu podia sim, estava apto sim a participar daquele processo seletivo.
    meu processo seletivo posso dizer que foi simples, envolveu uma prova de conhecimentos em ingles, uma entrevista, analise de projeto e curriculo. nao teve nada demais. eu nao previa que iria passar, tanto que ja pensava em outras possibilidades, ir pra outros estados onde tenho parentes etc., mas a vontade de ficar em casa é maior. nota do curso é um detalhe absurdo da capes em querer ficar justificando curso x ou z como melhor ou pior, o que conta sao os grupos da instituição, se eles trabalham sinergisticamente, se há produção, se vc tem a possibilidade de participar e colaborar com mais pessoas, outras instituições… tem cursos que nao saaem da nota 3 ou 4 nao porque nao tenham publicação, mas pq nao tem publicação suficiente em revista de alto indice de impacto, que varia conforme a area de avaliação.

    já no doutorado, o que é complicado e pesa é o CV e o projeto. os dois tem que estar de alguma forma ligados ao que vc fez no mestrado e, melhor ainda, se forem extensoes promissoras do mestrado. doutorado afunila muito mais pq muita gente vai pro mestrado sem saber o que quer, se atrapalha todo, faz um trabalho meia-boca, muitas vezes nem publica e acaba saindo mestre, mas sem formação alguma. doutorado é bem diferente.

    nao existe receita de bolo pros dois. o que existe é garra, perseverança, vontade de fazer aquilo. nao tem dinheiro que pague, mesmo ganhando pouco e seus amigos falando “ah, que moleza, é pago pra estudar”, vc sabe que vc nao ta sendo pago pra estudar nao. ta sendo pago pra ralar muito, pq ciencia no brasil é dificil, e ta sendo pago pela sua brilhante mente que um dia teve a ideia de contribuir pra ciencia no nosso pais, onde ela é praticamente desprezada.

    mesmo com os dois titulos, nao ha garantia de emprego. vc pode dar aula em particular, trabalhar na industria, fazer concurso, ou simplesmente parar por ali e ir procurar um emprego totalmente diferente. muita gente enche a boca pra dizer SOU MESTRE ou SOU DOUTOR, mas na verdade vc é uma pessoa que passou com sucesso por essas etapas e que, com certeza, contribuiu, nem que um pouco, para que nosso pais melhore. ninguem é o título, vc apenas é alguem vitorioso, que mesmo com uma bolsa pequena e passando perrengue conseguiu batalhar, estudar, e compreender aquilo que queria.

    próxima etapa? quem sabe um pós-doc? rsrs

    • Tatiana Cunha 02.08.12 at 21:51 - Reply

      Luiz, que alívio ler o seu depoimento. Tenho o mesmo “passado”: formação em faculdade particular e agora quero tentar mestrado na UFMG, sem conhecer ninguém. Atuei por 10 anos como redatora publicitária e, após ficar quase dois anos estagnada em um concurso público que não me satisfaz nem financeira nem pessoalmente, resolvi voltar à luta e me dedicar às minhas paixões: nossa língua e pesquisa. Lendo alguns depoimentos aqui fiquei até desanimada, mas bom saber que é possível, mesmo não sendo fácil. Obrigada pela história.

    • dias.a 06.05.15 at 18:40 - Reply

      Gostei da sua visão.

    • Taíza 04.06.15 at 13:30 - Reply

      Bacana seu comentário, fiz o 3º em uma faculdade particular, foi o que deu para fazer, infelizmente é uma realidade alunos que querem apenas o canudo, graças a Deus não é a minha situação, quero conteúdo, fazer a diferença na minha vida pessoal, familiar e contribuir para uma sociedade melhor, e sem dúvida alguma com a certeza de que o título não pode jamais tomar o lugar da pessoa, do nome, creio que tudo que fazemos e conquistamos é para glória de Deus!

  17. Martha Tomaz de Oliveira 25.10.11 at 10:30 - Reply

    Pretendo fazer a prova para a faculdade de direito para fazer o mestrado (faculdade concorro filho há três anos tenho o meu currículo recusado pelas falhas mais absurdas possíveis, tipo nome de divorciada de minha mãe, agora nem mais me avisam sobre o motivo que não permite se quer que eu tente fazer a prova e o tempo está passando. Tenho certeza de que os obstáculos não tem fundamento jurídico é apenas para impedir que uma mortal possa aspirar estudar no serviço público, se alguém puder me ajudar já estou agradecida. Martha T. Oliveira

  18. Euci 13.12.11 at 06:36 - Reply

    Bom dia, estive recentemente prestando concurso de mestrado na UFRJ e tomei bomba na prova de inglês, acreditem o texto nao estava dificil, do nivel do Cesgranrio, mas que tristeza saber que meu nome nao estava entre os aprovados e no inglês. bola pra frente, fazer o que? quanto a arientação, foi super tranquila, o professor foi muito solicito e abbraçou a minha idéia de pronto, ajudou inclusive no desenvolvimento do projeto, infelizmente eu decepcionei a ele e amim mesmo.

    Dói as vezes.

    • Pablo Santos 04.10.12 at 12:50 - Reply

      Vem cá, e como foi a prova escrita? Tu fez a seleção do mestrada pra qual área?

    • Aline 10.07.15 at 17:17 - Reply

      Oi, me fala mais do seu processo seletivo!
      Estou curiosa paca sobre o tal Plano de Estudos, que é de certa forma diferente do Projeto de Mestrado. O edital da IBICT – UFRJ pra mestrado não é exatamente claro.

  19. Elenir Aparecida 26.03.12 at 16:06 - Reply

    Estou na expectativa de fazer o mestrado em direito em Franca-unesp .

    Alguem já fez a prova?  Nao tenho nem ideia de como é , proeficiencia , etc…

    Se tiver alguem que já fez ou faz … agardeço

  20. Roberta 05.04.12 at 22:18 - Reply

    Penso em fazer um mestrado mas ultimamente ando preucupada com minhas notas que não sao das melhores, isso me exclui completamente de consiguir? obrigada!

  21. Andresa Santos 05.06.12 at 18:43 - Reply

    ola precioso de ajuda . Onde encontro os projetos cientificos para traduzir falta 2 meses para inscrição do curso que quero é Mestrado em Cultura Japonesa

  22. Luciene 16.06.12 at 00:26 - Reply

    Caríssimos colegas, sugiro que não se desesperem aqueles
    que sonham fazer um curso de pós-graduação no nível de mestrado e doutorado. Há
    panelinhas sim. Mas há um outro caminho que nós, que não participamos das
    panelinhas poderemos seguir como eu fiz. Lutei anos pelo mestrado. Sempre havia
    um empecilho. Um dia, resolvi ir por outro caminho. Primeiro, procurei um
    orientador, marcamos um encontro, organizamos um projeto que eu já havia feito
    para levar e não fazer feio, claro que olhei no programa e vi as linhas de
    pesquisa. Enveredei por uma, procurei seguir os passos de como fazer um
    projeto, e criei uma empatia com a orientadora, o que foi 90% da minha chance.
    Passei e defendi. Não é fácil, mas é possível. Quanto ao doutorado, estou
    lutando. Não tenho obtido muito sucesso nas tentativas, como no mestrado,
    sempre há uma coisinha ali outra aqui para atrapalhar. Já t=fiquei em primeiro
    e segundo lugares nas provas específicas, e passei em duas línguas
    estrangeiras, tenho um livro publicado e não tenho artigos e pouco participei
    de congressos, somente uns 3, isso conta. Mas eles colocam mesmo é quem eles
    querem. Se for professor, é claro que privilegiam os da Rede pública. Se vc
    estiver desempregado, mais chance de dificuldades. Na verdade, a gente quer
    estudar, a gente quer uma chance, e essa está nas mãos de uma panelinha que
    toma conta das federais por paternalismos de geração a geração. Nós os
    forasteiros ralamos muito e daqui que cheguemos lá, muitos cabelos ficaram
    brancos. E olha: mestrado deixa a gente quase pirada. Orientador é masoquista.
    Do doutorado, se um dia eu conseguir entrar, conto pra vcs, na verdade é um
    processo lento quando não somos prata da casa. Um passo a passo que somente se
    estiver escrito no destino da gente a gente conseguirá galgar até o fim. Doses
    homeopáticas até que a gente se encaixe e cumpra com as etapas para a seleção.
    Uma coisa eu garanto: criar uma empatia com um orientador é 70 a 80 por cento
    de chance de dar certo. O resto entrega-se à sorte ( ou seja, a quem o
    coordenador do curso quiser que entre!). E pensar que a gente só quer estudar
    né? Fazem isso com a gente. E concurso para professor da federal? Três
    coleguinhas de lá de dentro são os responsáveis pela seleção e a gente de
    palhaço somente acreditado que é possível. E pasmem! Já vi graduandos entrando direto pra o mestrado, ainda sem colar grau, somente porque era da iniciação científica, da panelinha, prata da casa… Mas lembrem-se também de outra
    questão que deve ser refletida: ” Pague para entrar. Reze para
    sair!”…E bem mais envelhecidos…Orientador é “bicho
    traiçoeiro…rsrsrsrsrsrs Masoquismos e vaidades é o que mais têm na academia.
    Sejamos felizes! Luciene.

  23. Adilson 18.06.12 at 23:56 - Reply

    Olá,pessoal! Eu sou mestre em Educação e quando entrei para o mestrado, o programa não exigiu projeto, só uma carta de intenções, uma prova escrita,onde analisamos um texto e detalhamos um pouco mais a intenção de pesquisa, e depois uma entrevista. Achei que não conseguiria, já que o curso não era em minha cidade e eu não tive a oportunidade de ser aluno especial. No entanto, durante a entrevista, fiquei tão a vontade, que acredito que isso foi um dos pontos fortes de minha aprovação. Agora já estou na batalha pelo doutorado há seis anos, e confesso, após as três últimas tentativas frustradas, a vontade de desistir e partir para outros projetos,que não o doutorado, é muito forte. A idade vai passando (já estou com 41) e a impressão que dá é que o tempo vai se esgotando. É decepcionante você montar um projeto, achar que conseguiu expressar toda sua ideia e concepção e na entrevista perceber que tudo está muito obscuro, seus conceitos são equivocados, não explorou a bibliografia correta, enfim, você praticamente não fez nada. Acredito que contatos prévios com docentes do programa é de muita valia, mas nem sempre isso é possível, principalmente quando o programa não é em sua cidade e você trabalha e não pode se deslocar para outros lugares. A escassez de bolsas também é um fator tenebroso! Bem, acho que já me decepcionei muito por este ano!!!!! Obrigado pela atenção 

    • Rui 05.12.13 at 11:23 - Reply

      E já me desanimou também… rsrs

    • Carlos 01.03.18 at 10:15 - Reply

      Adilson, venha cursar doutorado na UFU (Uberlândia-MG)! kkkk

  24. JC 16.07.12 at 20:28 - Reply

    Passei em 1º lugar no mestrado em que estou hoje matriculado. Foi minha primeira tentativa e passei de boa. No entanto, eu era “prata da casa”. Hoje, pretendo tentar doutorado em outra instituição e numa área um pouco menos familiar para mim. Óbvio que o estranhamento começa logo, mas acho que o verdadeiro segredo é ir se preparando a longo prazo. Já pesquisei sobre o programa, a possível orientação, e já peguei os livros da seleção passada para ler – independente se eles recomendarão os mesmos ou não. Não sei quais são as minhas chances reais, mas estou tentando aumentá-las né? Acho que o segredo é esse. Espero retornar com boas notícias no ano que vem.

    • Beatriz 18.07.17 at 01:27 - Reply

      E aí, JC, conseguiu? Fiquei curiosa.

  25. Gabriel 24.07.12 at 13:22 - Reply

    Texto muito bom.

    Fui aprovado em um processo seletivo que contava exatamente com as etapas aqui descritas: Prova escrita, currículo + projeto e entrevista. É inacreditável que, de 29 concorrentes na primeira etapa, apenas 05 tenham passado para a segunda no eixo em que concorri. A verdade é que, embora a concorrência de fato tenha aumentado, a maioria dos pleiteantes a uma vaga em uma pós-graduação strictu sensu não tem noção dos objetivos dos programas e de quem são os orientadores. Outra coisa que vejo acontecer muito é que os estudantes de graduação sempre tem por objetivo os programas mais conhecidos, mas não fazem nem ideia de quem são os professores ou quais linhas e eixos do programa. Isso acaba por afetar muito o desempenho na hora de uma seleção.

  26. Fabrício Guimarães 25.09.12 at 13:31 - Reply

    Muito obrigado pelas dicas acima, foi de preciosa ajuda. Pois estou me inscrevendo em um mestrado para a área de comunicação e ainda estou um pouco inseguro, novamente, muito obrigado e parabéns.

    Fabrício Guimarães,
    Belém-PA.

  27. Elizeth_maria 07.10.12 at 16:25 - Reply

    Muito bom, tem boas dicas. 

  28. Veronica Dantas 11.10.12 at 10:22 - Reply

    Lindo esse gesto livre de doação de informações…

  29. Adriana Alves 25.10.12 at 07:54 - Reply

    Tudo que gira em torno de Educação aqui no Brasil é complicado, difícil. Caracterizasse pela exclusão, começando por milhares de vestibulares que são difíceis, onde a minoria consegue acesso. Mestrado e doutorado então nem se fala. Não tardará pedirem antecedentes criminais para tais seletivos.  

  30. Mariana Borges de Melo 30.01.13 at 19:53 - Reply

    Sonho com uma carreira acadêmica desde que tinha 15 anos,
    cursei jornalismo, curso mais voltado para questões práticas e técnicas,
    mesmo assim me dediquei, NUNCA fui 10 em tudo,
    mas expressei minha vontade em participar de programas de iniciação científica (até mesmo de forma voluntária, sem receber bolsa).
    Infelizmente, depois de uma graduação de 4 anos e meio, só consegui publicação em 2 congressos, e o resto dos meus certificados são de atividades complementares e cursos etc.

    Estou fazendo uma especialização em uma área mais abrangente, justamente para ver se meus horizontes se expandem… mas está difícil…

    Me interesso por um mestrado em uma IE pública,
    mas nã conheço ninguém lá, nem os professores,
    e como posso pensar em um projeto sem nenhum tipo de orientação?
    Vejo panelinhas e arrumadinhos mas também existem pessoas inteligentes que realmente merecem,
    mas estou desanimando, mandei e-mail pro programa de pós-graduação, liguei, mas nada muito claro,
    quando saem os editais os prazos são curtíssimos…
    e assim nossos futuros mestres e doutores são ‘pinçados’ e doutrinados para perpetuar essa dinâmica ultrapassada! Estou cansada!
    vou plantar batata no interior, vai ver tenho mais sucesso

    • tati 08.05.13 at 16:28 - Reply

      Entendo muito vc!O bom é saber que não estou sozinha!!

  31. Cristina 17.04.13 at 18:52 - Reply

    Gente, eu ainda estou no ultimo semestre da graduação sou monitora e bolsista de projeto de extensão e quero entrar no mestrado mas é em uma area totalmente diferente da que estagiei… as vezes me sinto perdida e apesar de tudo o programa que quero entrar é em outra instituição. o que vcs acham???

  32. FERNANDEZ 31.05.13 at 20:30 - Reply

    PORRA TCHE!!!!! NÃO É FÁCIL.

  33. Karina 26.07.13 at 12:22 - Reply

    Olá gente,

    Então, estou tentando o mestrado em Geografia na UFMG este ano novamente. Tentei no ano passado porém fui reprovada na prova de Inglês. Esse ano estou me dedicando duplamente mas claro que há o medo de ser reprovada novamente. O importante é que não podemos desistir! Nem sempre na primeira tentativa conseguimos o que queremos.

    Força para todos que estão no mesmo caminho.

  34. Adonis 02.08.13 at 22:21 - Reply

    É complicado quando se sai de uma instituição particular e tenta um mestrado numa pública, os “da casa” já conhecem os possíveis orientadores e o principal, os orientadores já conhecem os futuros orientandos, já sabem se aqueles alunos vão dar trabalho ou não pra eles durante a orientação. Porém também não é impossível, longe disso, nesses caso eu sugiro entrar em contato com o orientador pretendido e se possível (e melhor ainda) cursar disciplinas como aluno especial do mestrado, essa é uma forma de conhecer os professores da instituição e dos professores te conhecer. E ajuda muito na hora de concorrer com os “da casa” porque você fica de igual pra igual.
    Vale também se destacar durante a graduação, participar de bastante congressos, fóruns, minicursos, apresentação de trabalhos em congressos, iniciação científica, notas boas na graduação, etc. tudo isso ajuda na soma de pontos.
    Eu sai de uma particular e agora pretendo participar da seleção de mestrado numa pública, e pra aumentar minhas chances já fiz uma disciplina do mestrado como aluno especial, já conheci alguns professores, a instituição e já vi como funciona o mestrado na instituição e conheci alunos que já fazem o mestrado. E posso afirmar que isso me ajudou muito e me tirou muitas dúvidas e medos que tinha. E pra minha surpresa, muitos dos mestrandos de lá sairam de faculdades particulares assim como eu, o que me deixou bem animado.

    • Bruna Reis 26.08.14 at 16:10 - Reply

      Ola Adonis,
      Como vc conseguiu se tornar aluno especial?

  35. Lucas Mateus 22.08.13 at 11:03 - Reply

    Adorei os comentários e as trocas de experiências. Mas, para resumir tudo que foi dito acima e com “conhecimento de causa”, posso dizer sem pestanejar: 90% dos aprovados em processos seletivos para Mestrado e Doutorado fizeram parte da panelinha que existe (e muito!) nas faculdades públicas. O resto é utopia, infelizmente. Conheço VÁRIOS que conseguiram passar nas seleções e escrevem atrocidades, com erros esdrúxulos e inaceitáveis de português (ex.: “como você estar?”, “talves eu esteja disponivel”, “concerteza”, etc.). Enfim, não estou desencorajando quem não seja da instituição a qual vai prestar o exame, ou que não conheça a fundo o corpo docente, mas as chances são mínimas. Este é o fato.

  36. Miguel 15.09.13 at 16:02 - Reply

    Gente, faço mestrado em um programa nota 6 na área de humanas. Passei de primeira, sendo que já conhecia orientador, já havia feito pesquisa em minha área de interesse e também possuía um CV bacana. Mas mesmo isso não garante a entrada em um programa. Observando os comentários e vendo a frustração das pessoas me senti obrigado a dar umas dicas pra quem quer cursar algo em humanas.

    1ª: NÃO ADIANTA CHEGAR COM IDÉIA QUE NÃO ESTÁ NO PAPEL. É sério, você pode ser o maior gênio do mundo, mas de ideia os professores estão cheios. Todo dia aparece um fulano ou fulana querendo orientar, querendo bolsa na graduação querendo fazer tcc nisso ou naquilo mas vem sem nada. Não adianta pessoal, pode até ser que você aprove se for muito bem na prova e tal. Mas é fundamental tentar estabelecer contato prévio. Mostrar pros caras que você está interessadx.

    2º: Se possível tentem participar os eventos promovidos pelo próprio programa, palestras, seminários, encontros, etc. Sejam vistos com alguma antecedência pelas pessoas que vão te avaliar. Isso conta muito na análise do currículo, se você foi nos eventos do programa e isso está comprovado no lattes já é 1/4 de caminho andado.

    3º Essa é a mais difícil, mas se for de muito longe ou não conhecer ninguém, tente participar de algumas aulas como ouvinte, várias faculdades federais tem modalidade de aluno especial ou semelhantes. Se não for possível tentem fazer isso na própria graduação. É sacal? É. É chato? É. Mas é isso aí, se vc foi lá e acompanhou disciplinas como ouvinte (o que acho que nas ciências duras é menos aceito e até impossível) fica muito mais tranquilo. Eles vão saber que vc é esforçadx, que está afim mesmo.

    4º: Conhecimento mínimo de língua estrangeira.

    5º: experiência prévia tem que contar. Não interessa se é na iniciativa privada, se foi com aulas, como monitor ou como pesquisa. Se tiver uma carta de intenções vc tem que fazer parecer que aquilo foi a melhor coisa da sua vida, e, se não foi, tem que apontar como aquilo te fez pensar em ir pro meio acadêmico. Sem nunca falar mal das experiências anteriores pq isso não é legal.

    6ª: Se envolver projeto escrito, FAÇA O MELHOR PROJETO POSSÍVEL. Não adianta ficar torrando saco de futuro orientador, pedindo dica e tal, isso é anti-ético e irrita os caras. Eles – tecnicamente – não podem ficar dando muito pitaco em projeto de alunos que vão prestar a seleção, mais ainda se forem da comissão de seleção. É claro que a gente sabe que quem é da casa sempre tem uma vantagem nisso, mas tentem não se pautar nisso e procurem seguir a dica número 3. É foda, mas conta muito.

    7º: LEIAM MUITO BEM O EDITAL DE SELEÇÃO. Vejam o que vale mais, se entrevista, prova, currículo etc e foquem nisso. LEIAM o regimento do programa, qual sua proposta e procurem alinhar sua carta de intenções (se houver) com isso. Façam parecer com que vocês sejam perfeitos e alinhados com a proposta do programa. Se não tb não adianta nada.

    8°: A entrevista é, ao meu ver, O MAIS IMPORTANTE. A prova escrita tem uma média de corte por um motivo, que é o de ser um filtro pra separar o joio do trigo. Não se desesperam se não conseguiram passar na prova escrita, ela não é, de maneira alguma, definidora de suas capacidades. Imprevistos e momentos de fraqueza acontecem, mas, se forem selecionados pra entrevista, SE PREPAREM MUITO. Estejam calmos e, acima de tudo, seguros de si.

    É isso. Boa sorte a todos.

  37. Manoel 15.09.13 at 23:07 - Reply

    Diante de todos os comentários aqui, resolvi dar a minha parcela de contribuição. Concordo com vários relatos feitos pelos colegas sobre as dificuldades e a forma do processo seletivo na pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) nas diversas instituições no Brasil.
    Quando resolvi voltar para academia, sabia que estava distante de tudo, afinal minha concluiu minha primeira graduação em 1985, diga-se de passagem, licenciatura somente, sem tcc, sem iniciação científica e ainda aqueles cursos vagos da época que estudávamos em finais de semana. Outro problema é ter uma formação voltada para o ensino, para atuar como professor, com uma linha de trabalho apoiada em trabalhos didáticos sem fundamentação teórica e etc. Então, eu me encontrava muito aquém dos que na década de 1990, 2000 e 2010, vinha com uma formação voltada a iniciação científica, produções e etc.
    Porém, não foi por isso que desisti, fiz tudo o que os colegas citaram aqui em seus depoimentos.
    Primeiro, fiz um projeto do meu jeito, sem orientação, me escrevi e fui fazer o processo seletivo com a cara e a coragem, claro que não passei, mas meu objetivo era participar mesmo não passando, pois para matricular e cursar disciplinas como aluno especial (não-regular) tinha que ter participado do processo seletivo. Então comecei a fazer uma disciplina, inclusive com o coordenador do programa. Fiz a disciplina dele e demonstrei o maior empenho e interesse. Ele (professor e coordenador) viu o meu empenho e foi permitindo eu cursar outras disciplinas. Participei do segundo processo seletivo e passei, mas para minha triste surpresa, conforme as vagas do meu orientador fiquei classificado em terceiro lugar, havia apenas duas vagas, claro eu não tinha publicações, apenas um ou dois artigos. Continuei mesmo assim como aluno especial. No terceiro processo seletivo, há havia estudado muito, já tinha mais trabalhos publicados e estava super preparado. Para minha surpresa mais uma vez, saiu o resultado e não passei. Não entendia por que eu não havia passado, fiquei inconformado, nem meu orientador acreditou que eu não havia passado. Desapontado, desesperado, angustiado, falei para o meu orientador com nó na garganta: prof. não vou mais tentar aqui, estou cursando a última disciplina, já concluindo os créditos do mestrado e o que adiantou, não fui aprovado, não vou mais participar aqui, mas não vou desistir, vou tentar em outro lugar. Ele triste e chateado também, me falou: Ok tenta sim, não desista, sei que você é capaz, você tem condições, vá em frente, o que depender de mim, pode me procurar, inclusive se precisar carta de apresentação, pode vir que eu lhe dou, pois em alguns programas exigem.
    Então, tentei em outro Estado, sem conhecer ninguém, sem ter contato com ninguém. No dia da prova havia 78 candidatos inscritos, ninguém conhecido. Fizemos a prova pela manhã e na hora do almoço alguns chegaram numa lanchonete para almoçar e do meu lado começaram a falar sobre a prova. Ah! Ainda bem que eu tinha o livro sobre o tema tal sobre o nosso Estado, eu falei sobre isto, eu falei sobre aquilo e etc e tal. Eu retruquei, nossa acho que então eu não vou passar, não sou daqui deste Estado, não tenho este livro que vocês estão se referenciando. Eles (os colegas calouros do processo seletivo) me disseram: nossa, corajoso você heim. Nós realmente estamos munidos de material, e você não escreveu sobre isto, sobre aquilo? Eu disse: não, redigi um texto dissertativo de forma geral. Eles se entreolharam e o que pude perceber que mais uma vez estaria prestes a enfrentar mais triste surpresa. Fui para o hotel e fiquei aguardando o resultado, mas já sem muitas esperanças. Para a minha surpresa fiquei sabendo pelos parentes de casa e não pela faculdade que deveria comparecer até tal hora para a entrevista, que havia sido aprovado, isto porque eles não encontraram o número de meu celular e nem o número do hotel onde estava hospedado.
    O orientador só fui saber quem era dois meses depois que fui classificado, estilo bem diferente de tantas outras universidades por aí.
    Depois que defendi minha dissertação, fiquei um ano somente fazendo proficiência para o doutorado, pois no doutorado é necessário dois idiomas, podendo ser aproveitado o idioma do mestrado e mais um. Como eu já havia utilizado o espanhol no mestrado, então tentei inglês para o doutorado. Mesmo sabendo um pouco de inglês com mais o que estudei, não passei. Então resolvi fazer outro idioma que julguei ser mais fácil, e realmente deu tudo certo. Então decidi que se fosse para fazer o doutorado, só faria no mesmo lugar onde tentei várias vezes e não consegui no mestrado, isto por ser mais próximo a minha residência, claro, correndo o risco de fazer mais umas três tentativas e não passar, sem contar que depois do mestrado também não tinha lá tantas produções científicas.
    Então fiz o que os colegas já citaram aqui anteriormente. Procurei um professor orientador e falei das minhas intenções, mas falei que tinha dúvidas, pois no mestrado havia estudado numa linha de pesquisa e que ele (orientador) orientava em outra área. Ele somente me disse o seguinte: se tens dúvidas, faça a minha disciplina como aluno não-regular e depois você decide. E resolvi fazer isto mesmo. Comecei a estudar a disciplina dele e me entreguei de corpo e alma aos estudos desta disciplina e a linha de pesquisa do meu orientador. Demonstrei interesse, dedicação, entusiasmo, responsabilidade e etc. Fiz trabalho de campo na disciplina dele e já fui me integrando com os colegas e já fui redigindo artigos para publicar. O tempo todo fui orientado por ele sobre o pré-projeto e realmente ele me deu todas as coordenadas e fez refazer umas três ou quatro vezes, até que foi tomando forma e ficando digno de um pré-projeto de doutorado.
    Fiz o processo seletivo e passei na primeira. Para minha surpresa, na mesma instituição que no mestrado eu não consegui entrar. Que isto sirva de exemplo para todos: nunca desista de seus sonhos, de seus objetivos. Agora já estou em fase de defesa da tese. Ufa! Graças a Deus.
    E hoje tenho outra visão sobre o que pensava sobre os processos seletivos, a politicagem que existe em algumas instituições e etc.
    Sempre contrariei a ideia de que os orientadores queriam orientandos prontos, (peixinhos deles), alunos que já estavam na instituição do programa de pós-graduação e etc. Mas hoje diante de algumas experiências vivenciadas dentro da instituição e das relações cotidianas faço a seguinte observação:
    Nós professores do ensino fundamental e médio, até mesmo professor da graduação, temos o hábito de ensinar o aluno e dar tudo “mastigadinho”, demos o peixe pescado. Na pós-graduação é diferente. O aluno que almeja entrar no mestrado e doutorado tem que entender que é algo além, é pesquisa, ele estará no campo da investigação, tem que ser um pesquisador. E qual é o orientador que vai querer um orientando despreparado, sem leituras, sem bagagem o suficiente para dar conta da pesquisa. Cursar as disciplinas é uma coisa, fazer a pesquisa – dissertação – tese é outra. O aluno tem que ter hábito de leitura, tem que participar de pesquisas, produções científicas, eventos, congressos e etc.
    Estará em jogo a reputação de um orientador que aceitar uma pesquisa mal elaborada, fragmentada e com problemas adversos. Entendo perfeitamente que o cara não vai estudar anos, ter todo empenho na academia, como pesquisador, para por em jogo a sua credibilidade e todo o seu profissionalismo.
    Depois que você assiste várias defesas de dissertações e teses, defende a sua própria dissertação e chega no final de uma tese, você conclui que existe um peso nos seus ombros. O peso de não aceitar qualquer coisa, o peso de ser claro, preciso, honesto, transparente, exímio e trata a pesquisa científica com maior rigorosidade. Pois pesquisa científica é algo muito sério.
    Entendo que tem orientador e orientador. Alguns atrapalham mais do que ajudam, outros mostram o caminho com uma destreza que a pesquisa flui, apontam as falhas, criticam, mas são tão aptos que orientam com clareza, citam obras, produções, revistas científicas, que não tem como você deixar de fazer o certo, não tem como você deixar de avançar, produzir e chegar no seu destino final que é a defesa.
    Um ponto negativo do pesquisador principiante é que, quando está no início aceita qualquer linha de pesquisa, qualquer orientador, quer entrar e fazer o mestrado e doutorado de qualquer forma. Uma dica: pensar bem na linha de pesquisa, se tem afinidade, segundo estude o currículo lattes do seu suposto orientador, se aproxima do orientador, converse com ele, troca várias informações, volta a se encontrar outras vezes, se possível faça a disciplina dele como aluno não-regular, e se realmente concluir que tem afinidade com ele/ela, aí sim, mergulhe de cabeça. Caso contrário além de não ter afinidade, vai ficar sozinho/a, a pesquisa vai se tornar chata e vai ser um martírio.
    Teria muito mais para dizer, pois sou detalhista e não sei dizer tudo em poucas palavras, vou parando por aqui pois esta consideração já está se transformando num jornal, rsrsrsrsrsrs, mas espero contribuir em algo para quem está com intenção de ser mestre ou doutor.
    Use o lema dos três “f” : foco – força – fé. Dedicação, interesse, entusiasmo e acredite em você.
    Bons estudos a todos.

    • Pedro 25.02.15 at 15:51 - Reply

      Muito obrigado pelo depoimento cara! Estou terminando a engenharia civil aqui na UFRGS, pretendo ingressar no mestrado e posteriormente ser professor. Suas dicas me ajudaram bastante.
      Abraços

  38. davi 16.09.13 at 19:59 - Reply

    Ola !
    acabei de concluir o mestrado pela Universidade federal de Itajubá,
    por incrível que pareça, todos aqueles que queriam bolsa, conseguiram,
    tinha bolsa sobrando.
    Confesso que entrei para cursar esse mestrado (em outro estado) para fugir de problemas, criar novas expectativas, ampliar minha visão de mundo e por sorte não me decepcionei !
    agora vejo uma boa perspectiva para o Doutorado e vamos la, tomei gosto pelo estudo e tudo graças ao mestrado.

  39. Rose 21.09.13 at 21:23 - Reply

    Olá,

    Eu estou terminando a minha graduação em ciências contábeis e quero fazer uma pós fora do estado ( Maranhão) e gostaria de saber se existe alguma instituição que permita ao candidato fazer a prova de seleção em seu estado, sem ter a necessidade de viajar.

    • Pós-Graduando 23.09.13 at 16:27 - Reply

      Olá Rose,
      Na pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) isso não ocorre, até porque os programas nem sempre tem dinheiro para pesquisas científicas, quem dirá para processos seletivos em vários locais.
      Na pós-graduação lato sensu (especializações) isso pode ocorrer, dependendo principalmente da instituição. As especializações à distância costumam ter vários pólos espalhados pelo país.

  40. Suziane de Castro 30.09.13 at 15:37 - Reply

    Li há alguns meses atrás muitos candidatos ao Mestrado reclamando da possibilidade das vagas já serem devidamente direcionadas para os alunos da própria instituição. A princípio achei difícil que isso fosse possível. porém, conversando com ex alunas da Federal de Curitiba elas contaram que essa é uma prática comum. Elas mesmas foram abordadas por professores para que encaminhassem seus projetos e participassem da seleção somente por uma questão legal. Isto confere á educação “pública” um caráter excludente e uma verdadeira farsa, pois, por uma questão legal as inscrições são abertas á outras instituições criando a ilusão de igual condições de participação. Tenho curiosidade de saber quantos graduandos de Faculdades que não são públicas conseguem cursar o Mestrado em Instituições Públicas. É uma problemática que dá uma tese de Mestrado ou quem sabe de Doutorado. Ps. Claro que não em uma Federal ou Estadual da vida.

  41. pris 09.10.13 at 23:29 - Reply

    Pessoal como conseguir assistir as aulas como “aluno especial”? Alguém saberia dizer como é a prova escrita?

  42. Maria Lopes Pedra 20.10.13 at 12:15 - Reply

    Pessoal, valeu pelos comentários, me ajudaram muito. Agora já sei, tenho que entrar em contato com o possível orientador. Já olhei todo o programa e tem uma orientadora disponível que corresponde ao tema de pesquisa, mas tem um outro que é considerado o bambam da Universidade, só que ele já se distancia um pouco do tema de pesquisa, daí tenho medo de solicitá-lo para ser meu orientador, e ele recusar, por vias das dúvidas irei mandar um e-mail para ele tmb, perguntando sobre a possibilidade. Ah, venho de uma faculdade estadual e quero tentar mestrado em uma Federal, porem, do mesmo estado. Que Deus me ajude e, ajude a todo vcs tmb, bjs!!!

  43. Kézia 24.10.13 at 17:15 - Reply

    Olá
    Pessoal, num exame descritivo de seleção para mestrado, em relação o máximo ou o mínimo de linhas escritas devo expor minhas ideias? Como trata-se de um tema complexo “Desenvolvimento e Tecnologias Sociais” e por ser interdisciplinar corro o risco escrever muito. Sei que deve ser clara… geralmente nos editais não especifica o número de linhas… como é a primeira vez que vou tentar, estou perguntando sobre tudo, rsr. Se alguém puder falar alguma coisa… agradeço…

  44. giancarlo 31.10.13 at 18:48 - Reply

    Muito bom. Minha prova escrita para o mestrado em educação é amanhã. Se tivesse lido antes muitos problemas não teriam acontecido. Agora é esperar o melhor. Estudei bastante. Valeu.

  45. maria 10.11.13 at 00:16 - Reply

    Goste, são orientações preciosas, pretendo ler novamente esses conselhos, pois sou marinheira de primeira viagem e pretendo fazer MESTRADO EM EDUCAÇÃO, pretendo seguir uma linha que abrace a literatura no seguimento de fábulas. preciso ler bastante para saber explicar oque realmente eu pretendo com esse segmento.

  46. Diogo 16.11.13 at 10:20 - Reply

    Depois de ler esses comentários (quase chorando), desisti de me inscrever no mestrado. Acho melhor encher um pouco mais o currículo, elaborar um bom projeto e sair a procura de um orientador.

  47. Laura 05.12.13 at 09:56 - Reply

    Olá,

    achei ótimo o texto e vou até recomendá-lo no blog da biblioteca em que trabalho.
    Só gostaria de ressaltar que há alguns programas de pós-graduação em que não há essa possibilidade de se conversar com o docente antes, pois a avaliação é “cega”. Isto é, os projetos devem ser encaminhados sem identificação e o orientador baseia a sua avaliação e a sua escolha a partir do projeto e não a partir do estudante. Nesse tipo de edital, o professor não quer nem ter o contato antes com os candidatos.
    Nesses casos, o que o aluno deve fazer é montar um projeto bem estruturado e direcionado para a pesquisa do docente que você quer trabalhar, com citações pertinentes e objetivos próximos ao da pesquisa do docente.
    Assim, uma boa pesquisa no lattes do docente é essencial.

  48. Maria 20.12.13 at 21:26 - Reply

    Após ler tantos comentários, decidi fazer meu, pois creio que irá ajudar muita gente.Depois dos sessenta, para continuar a pesquisar sobre a história de Minas Gerais e escrever com propriedade acadêmica, resolvi fazer o mestrado. Primeiramente, procurei uma boa pós-graduação na área e durante os módulos fui elaborando o projeto de pesquisa. Em seguida, procurei uma universidade que oferecesse disciplinas isoladas. Cursando-as, fui adquirindo créditos e o mais importante familiarizando com os mestres e escolhendo um orientador. Penso ser este um bom caminho. Ir cursando disciplinas isoladas. O estudo irá dar-lhes condições de refazer o projeto de acordo com a linha de pesquisa e a bibliografia estudada durante esses tempo.

  49. walquiria 20.01.14 at 20:59 - Reply

    Boa noite, acabo de ser aprovada em meu curso de pós graduação em Educação infantil neurociência e aprendizagem, gostaria de ter orientações a respeito de continuar meus estudos iniciando um mestrado. Por onde começo, minha nota no TCC foi 10!

  50. Juliana Martins 27.01.14 at 08:31 - Reply

    Sábias palavras!!!!! Acredito muito nisso: não importa o título que você tenha, importa o que você pôde aprender com ele. Contribuir para um país mais justo e acreditar que pode fazer o diferencial acredito que sejam fatores determinantes para quem deseja, como eu, ingressar em um mestrado. Como salientou bem o colega Luiz, depois do mestrado um doutorado e depois um pós doutorado…o que é a vida se não corremos atrás do que nos faz vibrar? Amei o blog e estarei sempre atenta, sempre procurando novas e valiosas dicas. Quando concluir meu processo de seleção e for aprovada, faço questão de deixar meu depoimento colaborando e incentivando mais pessoas que tenham o interesse em estudar…Valeu pelas dicas! Adorei!

  51. JULLY 06.03.14 at 10:02 - Reply

    Olá! Pessoas, estou muito emocionadaaa com esses comentários preciosos que acabei de ler…Sou Pedagoga formada pela Universidade Federal de Alagoas ( UFAL). Nesse momento, fui APROVADA para cursar disciplinas no mestrado no Programa de Pós- Graduação em Educação na condição de Aluna Especial. Bjs à todos, Sucessso!!! Juliana

  52. Luiz Viana 23.03.14 at 12:59 - Reply

    Depois de ver gente escrevendo “concretizasse” quando queria dizer “concretiza-se” e ver uma pessoa escrevendo “fiz Letras -Ingles, ha 9 anos atras”, começo a entender porque tantos se assustam diante de um teste…

  53. Luiz Viana 24.03.14 at 22:58 - Reply

    Depois de ver uma pessoa escrever “concretizasse” quando queria dizer “concretiza-se” e ver outra escrevendo “fiz Letras -Ingles, ha 9 anos atras”, percebi porque muitas pessoas se assustam diante de um teste…

  54. mendes 11.04.14 at 11:23 - Reply

    gente, qdo procurar falar com um professor( e possível orientador) mesmo que no edital não peça projeto, somente título preliminar. é bom levar algo já pronto?

  55. celso 13.04.14 at 13:52 - Reply

    Terminei a graduação ha uns 15 anos atrás e tentei mestrado em varias instituições, sempre não, não e não. Por causa de panelinhas e outras caçarolas. Sabem o que fiz ? Fui fazer mestrado no Paraguai, e depois doturorado no Uruguai. De la conheci meu orientador e fiz dois posdocs na Espanha. Para finalizar: Hoje sou professor titular da UERJ, a mesma instituição que não aceitou minha proposta de tese…

  56. Jane Matos 17.04.14 at 14:31 - Reply

    Adorei todos os comentários aqui.
    Agora sei como devo fazer para iniciar um Mestrado , eu não tinha noção como seria…
    Grande abçs a todos!

  57. Mestrando 30.04.14 at 17:13 - Reply

    Em todos os programas de Mestrado e Doutorado existe Panelinha. A preferência é sempre de alunos que fazem parte da instituição, e que já foram orientados antes. No entanto, não podemos nos prender a isso. O segredo é estudar e tentar fazer o melhor possível. Fazer uma prova boa garante a sua aprovação, independente de panelinha ou não!

  58. Miguel 03.07.14 at 15:34 - Reply

    Olá pessoal,

    Lí todos os comentários. Estou com uma tremenda dúvida e gostaria de ajuda.
    Sou graduado em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) e busco um Mestrado.
    Será que posso tentar uma bolsa, mesmo tendo somente currículo profissional?
    Gostaria de continuar atuando na área, mas desejo dar aulas também.
    Alguém pode me ajudar?

    Um abraço a todos,

  59. Gessica Santos 04.07.14 at 09:15 - Reply

    Estou há 02 anos tentando um mestrado aqui em Salvador/Ba. Tentei UFBA e UNEB. Na primeira, procurei duas professoras orientadoras que não mostraram interesse em orientar nada. Um total descaso. Na segunda instituição, tbm não fuia ceita e até hoje espero saber o motivo da recusa. Várias ligações e e-mails não surtiram efeito. Fico indignada pois, tenho vontade em estudar, meu interesse é ser professora acadêmica para contribuir com a educação nesse país e encontro barreiras tanto por parte das instituições quanto por parte daqueles que deveriam estar felizes em “educar”.

  60. Marcelo 04.08.14 at 03:32 - Reply

    Essa Fernanda tem que saber escrever primeiro, para depois se candidatar a alguma vaga. Antes de publicarem algo se certifiquem de não ter erro bobo no português porque as vezes orientadores que possuem projetos, mas não têm candidatos suficientes para preenchimento de vagas acabam vasculhando sites como esse na procura de interessados. Fica essa dica, pois eu conheço um pouco das táticas de procura de candidatos.

    • Bel 26.10.14 at 15:11 - Reply

      Se for criticar um “erro bobo” do português dos outros tente não ter “erro bobo” no seu comentário. Se fosse uma correção genuina tudo bem, mas seu jeito prepotente me incomodou.

      “as vezes orientadores que possuem projetos” esse “as vezes” deveria ser “às vezes” com crase. Usamos o acento grave em “às vezes” somente quando for uma locução adverbial de tempo (de vez em quando, em algumas vezes). Quando não houver a ideia de “de vez em quando”, não devemos usar o acento grave.

      Também infelizmente muitas pessoas não têm acompanhado as mudanças trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico (algumas realmente ridículas). O uso correto da crase é uma das melhores maneiras de saber o domínio que o aluno tem sobre o Português (dito por meu professor).
      A pior parte é que eu sou estrangeira e o Português é minha terceira língua.

  61. Cynthia 06.08.14 at 03:41 - Reply

    Olá, adorei o blog e tenho a seguinte dúvida. Eu sou advogada, tenho apenas a graduação em Direito, me formei em uma faculdade particular, e há alguns anos eu venho tentando me inscrever em um programa de pós graduação em alguma Universidade, porém sempre esbarro no Edital nas seguintes questões: Possuir Currículo Lattes atualizado, estar vinculado à alguma Universidade, ser pesquisador ou ter sido. Enfim, na época da graduação eu cheguei a fazer parte de um grupo de pesquisa na faculdade, que acabou não dando muito certo, não cheguei a ser inscrita no site do CNPQ e não estou vinculada a nenhuma instituição de ensino superior. O que eu poderia fazer neste sentido. Há alguma forma de entrar em um grupo de pesquisa em alguma Universidade sem ser aluna de lá? É obrigatório ter currículo lattes para ser aprovada em um curso de mestrado? Artigos jurídicos em sites jurídicos contam a favor? Agradeço a atenção e por favor, me tirem esta dúvida.

  62. Emanuelle 10.08.14 at 16:11 - Reply

    Boa tarde pessoal, quem puder/souber responda as pergunta de Cynthia, também gostaria de saber sobre essas questões que a mesma pontuou. Obrigada.

  63. mestrados 10.09.14 at 17:55 - Reply

    obrigado por esta publicação!!

  64. doutoramento 15.09.14 at 15:58 - Reply

    obrigado por esta publicação!!

  65. Elenilda Santos de Jesus 24.09.14 at 13:53 - Reply

    olá pessoal, sou formada em pedagogia em um instituição particular e estou no 5º semestre de ADM, agora pesquusando sobre mestrado, vi que a UFRB, está com inscrição aberta, para Ciências Politicas..E agora não sei como fazer ?? Preciso de auja!!

  66. Gisele 02.11.14 at 09:26 - Reply

    Gente, tenho uma super dúvida. Vou prestar uma prova de mestrado em Engenharia de Produção, porém vendo os curriculos vitaes dos orientadores que estão no processo seletivo vi que alguns passam perto da área do meu projeto e que o meu “possível” orientador não abriu linha de pesquisa esse semestre. Vale a pena tentar entrar mesmo assim? Mesmo com um projeto de pesquisa voltado para outro orientador? No edital está escrito que os orientadores ali citados serão possíveis orientadores. Agradeço desde já a atenção

  67. Tatiane 14.11.14 at 08:19 - Reply

    Galera,

    Sou aluna do 8° período de letras/literaturas na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro- UFRRJ e me formo no 9° período – meio do ano de 2015. Esse curso é novo nessa instituição, criado pelo programa REUNI, e, portanto, não apresenta programa de mestrado acadêmico, apenas mestrado profissional na área de linguística. Estou tendo interesse pelo mestrado acadêmico, mas não tenho muitas ideias de por onde começar meus estudos! Alguém poderia me dar um HELP? Interesso-me pela linha da sociolinguística, que inclusive é tema de minha monografia, e gostaria de dicas sobre em qual universidade seria interessante eu tentar, como é esse processo de prova e por aí vai… Queria MUITO AJUDA! Que alguma alma abençoada veja o meu pedido. Meu e-mail é: [email protected]
    Aguardo ansiosamente,

    Tatiane Sant’Anna

  68. Lucas 16.12.14 at 17:46 - Reply

    Olá pessoal, estou indo para o quinto período de Engenharia Civil e meu sonho é cursar um mestrado. Minha faculdade é nova e não possui programas de iniciação científica. Apesar disso, sou dedicado ao curso e estudo todos os dias, inclusive nas férias. Minha dúvidas são: Será que tenho chances de ser aprovado em um mestrado mesmo sem ter participado de nenhum programa de extensão? Como faço para publicar algum artigo científico? Não tenho nem ideia por onde começar. Ao invés de estudar as matérias do curso, seria mais viável focar nos conteúdos específicos de algum mestrado que desejo fazer? Se alguém pudesse clarear minha mente eu agradeceria muito, pois estou totalmente perdido.

  69. Dayse 28.12.14 at 15:21 - Reply

    Olá.. Como eu faço o projeto para a seleção de mestrado? Seria melhor pedir a ajuda de um professor da minha graduação ou tentar contato com algum professor do mestrado?

  70. alessandra 04.01.15 at 20:48 - Reply

    Adorei as experiências relatadas, em especial a do Manoel, que apresentou realmente foco, determinação e conseguiu. Parabéns!

  71. Angélica 26.01.15 at 12:16 - Reply

    Olá. boa tarde !

    Gostaria de uma ajuda de vocês, vi que para me matricular como aluna especial, preciso de um ante-projeto, como seria? Tem algum lugar que encontre um como exemplo?
    Estou buscando começar como aluna ouvinte, pois estou muito perdida quanto ao tema a escolher, então c omo saber bibliografia, metodologia e tudo mais?

    • Giovana 02.05.15 at 15:48 - Reply

      Angélica, para ser aluna especial vc nao precisa ter um anteprojeto. Cada departamento tem a sua maneira de selecionar os candidatos a aluno especial. Em alguns lugares é só análise do CV e carta ao professora da disciplina escolhida explicando pq vc quer fazer a disciplina em questão. O anteprojeto é para qdo vc for fazer a seleção para o mestrado como aluna regular. O objetivo de ser aluna especial é justamente conhecer o chão onde vc está pisando e fazer matérias, juntar bibliografia, etc, para decidir qual será o tema da sua futura pesquisa.

  72. Benedita 09.02.15 at 20:50 - Reply

    No meu caso tentei duas vezes sem sucesso; descobri um curso que me deu dicas que eu nem imaginava, o professor do curso era muito, muito bom; recebi dica sobre tudo: entrevista, prova oral, prova escrita, noções do projeto.e os professores do curso ainda me ajudaram com a finalização do projeto que tava escrito totalmente fora do padrão. Teitei novamente e consegui entrar no programa de Ciências Sociais da PUC. O curso chama-se Curso para Ingresso em Mestrado e Doutorado (acho), o site é http://www.ciposg.com.br E o mais legal, eles tem um programa de assessoria que acompanha ao longo do curso, de vez em quando estou lá precisando dos serviços deles. É um pouco caro, mas vale a pena. Eu AMEI!!!!!

  73. Acre2015 14.03.15 at 23:40 - Reply

    Oi! já tentei mestrado na UFAC três vezes e sempre fico por pouco,pois os alunos da panela estão sempre na ponta vou desistir.

    • Luiz 06.04.15 at 11:32 - Reply

      amigo, esso me desanima muito mesmo, não existe mais meritocracia nesse país.

  74. Lari 17.03.15 at 23:19 - Reply

    Eu gostaria de saber mais sobre o mestrado, eu quero atuar como professora universitária daqui alguns anos e não estou entendendo bem como funciona o estudo em mestrado. Please, me ajude!

  75. Luiz 06.04.15 at 11:30 - Reply

    Eu sonho em fazer um mestrado, mas como já soube de muitas pessoas que existe uma “panelinha” enorme para conseguir entrar em um programa de mestrado, os orientadores só escolhem aqueles alunos da panela dele, triste saber disso, até em ambiente acadêmicos existem essa malditas panelinhas. Então, me desanimou muito e prefiro me preparar para um concurso público, pois existe mais meritocracia que nos programas de mestrados e doutorados.

  76. Anderson Hander 07.04.15 at 20:41 - Reply

    Sou mestre em Linguística pela UnB. Tenho contribuições sobre esse assunto: http://criteriorevisao.com.br/como-passar-em-provas-de-mestrado/

  77. Elis Regina Ribeiro Fontenele 08.05.15 at 13:32 - Reply

    Olá. Sou Elis Regina, tenho 19 anos e estou me formando agora em 2015, no Curso Superior em Tecnologia em Construção de Edifícios pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, Estou numa dúvida tremenda, pois já sou técnica em Edificações e agora com mais uma formação, fico na dúvida se encaro mais 5 anos fazendo Engenharia Civil, ou se parto para o Mestrado. Lembrando que minha formação, como o próprio nome diz, está Relacionada à Construção de Edifícios, limitando a esta área da Construção e excluindo por exemplo, estudo de Estradas, Pontes, etc. Sou muito feliz no que faço porém estou em uma dúvida tremenda. Tenho 2 projetos de pesquisa científica, e já estagiei e atualmente estou trabalhando na área. Então: Faço Engenharia Civil ou parto para o Mestrado?

  78. Marcela 04.06.15 at 00:13 - Reply

    O que mais me apavora é o currículo. Acabo a faculdade de jornalismo agora no meio do ano e gostaria de tentar o mestrado para 2016, mas não tenho artigos publicados e participei de poquíssimos eventos. Existe escapatória pra mim? O currículo é um diferencial ou realmente decide alguma coisa? Obrigada.

  79. Felipe 29.06.15 at 19:01 - Reply

    Olá pessoal! Estou com uma dúvida: sou graduado em universidade particular, estou pensando em fazer uma pós graduação antes do mestrado. Com relação à pós, seria decisivo, claro além de um bom projeto, fazer uma pós graduação em uma federal, ou fazendo em uma particular ou em uma dessas uni que existem por ai, faria diferença na hora da seleção para o mestrado em uma federal ou particular??

  80. Tatiane 14.07.15 at 15:50 - Reply

    Olá,gostei muito deste site,e gostaria vou tentar uma vaga em um processo seletivo em educação.Estou em duvida se escolho o idioma de Inglês ou espanhol, pois me parece que o inglês é mais aceito,mas eu não entendo e,nem fala e nem escrevo bem o inglês. porem acho que o espanhol é de mais fácil compreensão pra mim.E agora qual escolho?
    Outra duvida, em curriculo lattes é ,meio pobre, pois sò tenho mesmo minha graduação e experiencia profissional,isso pode me desclassificar ou prejudicar?

  81. Herico 23.07.15 at 13:59 - Reply

    Estou escrevendo esse comentário em 2015 e post original é de 2010. Em cinco anos, nada mudou, tenho encontrado uma dificuldade enorme em ingressar num programa de mestrado em Universidade Federal. As panelas já possuem 70, 80% garantido das vagas do programa. Não adianta Lattes, publicação, currículo foda, experiência. Conheço muito PROFESSOR de ensino médio com anos de profissão perder vaga em Mestrado para um guri de 22 anos que nunca passou perto de um trabalho na vida, mas é peixe do Orientador. Ai tu vê o cara aprovado e olha o Lattes do cara, vê seu colega reprovado, olha o Lattes dele e fica sem entender.
    A regra básica é: Primeiro são os peixes (ex alunos, pesquisadores da Universidade, conhecidos dos professores, etc), depois os alunos que vêem de outras cidades (tipo um cara formado na UERJ e tenta mestrado na UFPR), por algum motivo os que vêem de fora têm preferência. Aí, com as vagas que sobraram, se é que sobrou alguma, os ilibados professores distribuem para os melhores colocados na etapa classificatória. É por isso que tu vê um cara super preparado, experiente e tal perder vaga para um recém formado que nunca trabalhou na área na vida e mal sabe soletrar o próprio nome.

  82. Aminy 28.07.15 at 23:37 - Reply

    Oi, pessoal!
    Estou maravilhada com a boa intenção das pessoas nesta página; imagine, cada um de nós parando um pouquinho com o simples propósito de ajudar! Me ajudaram! Cursei uma universidade particular que infelizmente, como a grande maioria das faculdades contemporaneamente, tem por único objetivo, ganhar dinheiro! Infelizmente, ou felizmente (claro), as universidades federais e/ou estaduais são bem engajadas no processo educacional, preocupam-se em informar e ajudar os alunos naquilo que lhes interessam galgar. Eu tenho essa deficiência, e ao ler esses comentários, percebo que tenho muitas deficiências, especialmente pq não sabia de toda essa “BUROCRACIA”. Achei que escolher a linha de pesquisa baseada no que sempre me referenciou, alguns artigos publicados (entretanto tenho apenas um), um pré-projeto, e uma entrevista seriam suficientes. Neste momento estou desestimulada, pois comecei a me informar sobre o mestrado, mas parece que estão falando grego nos informativos! Além de claro, desacreditar que qlq tipo de política neste país seja feita de maneira honrada, e como muitos disseram das panelinhas, fora da nossa conversa já havia ouvido falar. Enfim, é uma pena que a contribuição educacional deste país seja um privilégio de poucos: que sejam fluentes, que tenham sido alunos das federais, que sejam desenrolados socialmente…pq já somos tão carentes nesse quesito, que a mínima demonstração de ajuda deveria ser muito bem recebida! Enfim…por hora, escolho outros caminhos, q sinceramente, não estou afim de lidar com frustrações. Desejo boa sorte para quem é guerreiro e vai dar a última gota de sangue (ao que parece) por esse objetivo! Parabéns a todos! Os que conseguiram, e os que tentaram e não conseguiram! Espero ainda mudar de ideia…hahah

  83. Neusa Valério Gonçalves Ribeiro 30.07.15 at 21:46 - Reply

    Olá pessoal. que bom poder ler tantas coisas boas que nos animam para ir em frente, mesmo as dificuldades apresentadas fazem com que reflitamos na nossa escolha. estou ingressando no mestrado, e confesso que ainda não sei exatamente em que área do conhecimento devo entrar, pois trabalho a dez anos com a educação infantil. alguém pode me dar uma dica. Obrigada. a ressalto que a minha idade também já esta um pouco adiantada, mais não esta sendo um obstáculo pelo menos por enquanto, mais pretendo correr um pouco para não me atrasar muito obrigada uma sugestão. Obrigada

  84. Rosangela Batista 13.08.15 at 08:36 - Reply

    Bom adorei essas informações compartilhadas.ajuda muito.

  85. Daniel 18.09.15 at 09:01 - Reply

    Só um porém, a concorrência na área de engenharias não tem aumentado, inclusive tem diminuído e muito. Há vários programas que sobram vagas e bolsas, pelo simples fato de que maioria dos novos engenheiros preferem ir trabalhar do que ganhar os 1500 da bolsa de mestrado…

  86. Arlan 18.09.15 at 09:50 - Reply

    Bom dia a todos,
    Gostaria apenas de salientar o lado dos professores ou universidades/departamento em que se concerne a escolha preferencial (preferencial e não obrigatoria) dos assim classificados “pratas da casa”. Vejam bem, esses estudantes durante a graduação se interessaram pela pesquisa, normalmente tiveram boas notas nas disciplinas relacionadas com suas atuais áreas de trabalho, procuraram e se esforçaram para obter um estagio, bolsa de iniciação cinetífica, etc., na determinada área de estudo, se comprometeram a realizar realatórios e resumos, a apresentarem seus trabalhos científicos em reuniões, congressos, simpósios, etc. Em resumo, se esforçaram durante toda sua graduação. Esse esforço lógico é presenteado com frutos, sendo esses o reconhecimento. Seja do orientador e/ou da instituição a qual ele faz parte. Após essa afinidade criada, fica evidente que eles serão “privilegiados” nos processos de seleção para pós graduação. Na verdade esse “privilégio” vem de todo o esforço efetuado pelo estudante ao longo de toda sua vida acadêmica. Portanto este que se empenhou mais na aréa de pesquisa terá a maior chance de continua-la, ou seja sera o preferido dos orientadores/instituições.
    Em relação aos que “ganham” vários artigos, resumos, publicações, etc., para endossar seus CV’s… Na minha opinião ainda continua sendo mérito destes. Pois estes utlizaram de sua eloquência, de seu tato interpessoal para alançar esse objetivo. Não defendo essa postura, mas mesmo quando isto acontece, dou o mérito ao estudante.
    Pra finilazar digo apenas que o sistema não é perfeito, até porque não existe nenhum sistema perfeito (Utopia). Mas que qualquer um pode conseguir. Mesmo que não teve nenhum contato com a pesquisa durante a graduação. Mas é óbvio que para esses pessoas obterem êxito na seleção, mais esforços serão exigidos.
    Espero ter conseguido passar um pouco minha visão sobre o assunto.
    Grande abraço a todos

    • Daivolt 28.10.15 at 03:34 - Reply

      Olá Arlan

      Queiro que isto seja visto como uma crítica construtiva. Todo esforço deve ser recompensado, assim como toda oportunidade deve ser aberta a quem merece. Infelizmente oportunidades faltam para aqueles que se enfrentam ao regido sistema brasileiro, Eu boto minhas mãos no fogo de que mais de 50 porcento das pessoas daqui se tiverem a oportunidade dariam muito tempo da suas vidas como eu daria a minha por uma chance. E isso não quer dizer que seus alunos pratas não sejam alunos de ouro, O problema da meritocracia na educação é que não democratiza. Porque ao tratar-se de um concurso público temos esquecido da educação universal. Discordo do senhor enquanto a dizer que aluno da federal se esforçou mais do que muito de nos. Não é possível mensurar a dimensão e a capacidade das pessoas atreladas a uma prova de vestibular. Que favorece aqueles em situação social vantajosa, e que esquece aqueles que precisam ganhar o pão de cada dia ou daqueles que fazem malabarismos para estudar numa universidade privada ao mesmo tempo que trabalham 8, 10, 12 horas, se endividando com Fies e indo atrás do Prouni, e no pior dos casos endividando-se com bancos privados a taxas exorbitantes, para estudar em uma instituição em que muitas se despreza o conhecimento, preferindo adaptar os cursos ás situações do mercado laboral.

      Nem que tenha sido aluno exemplar, ganhado bolsa100%, o governo cortou as minhas chances de ir a europa pelo CsF por causa de politicagem sendo que estou com o cartão ainda na carteira do banco do brasil. Nem que tenha perdido uma bolsa de iniciação cientifica porque acabaram sumindo por causa de cortes de fundos. Sou formado em engenharia e á única linha de pesquisa cientifica que poderia ter ganho aqui era no laboratório de geografia. Adivinhe, nunca rolou.
      Os professores na federal que vem na área privada, não querem ensinar porque sabem que a educação é uma piada. As faculdades demitem professores e aumentam as matérias para os que ficam, adivinhe… 1 professor fácil ta dando de 7 matérias. O cara entra na sala e para ele tanto faz aula de mêcanica dos fluidos do que termodinâmica. Para ele tanto faz porque tem que ensinar o básico com o minimo de carga horaria. As vezes não sabia em que aula estava.

      Por tanto para eu entrar em uma federal (mestrado) tenho que ralar muito mais do que vocês da federal. Não venha medir o esforço dos outros porque geralmente não sabemos dos problemas alheios

      Boa sorte na sua vida de sucesso

  87. Tamiris 20.09.15 at 13:44 - Reply

    Algumas universidades analisam o histórico, além do currículo Lattes. A carga horária é levada em consideração?
    A minha graduação tem isso de diferente das outras, a carga horária é muito grande, e pelo contato com colegas isso é bem visto.
    O que vocês sabem a respeito?

  88. Breno 28.09.15 at 01:27 - Reply

    Durante a graduação, confesso que não dava a menor bola para iniciação científica e tinha horror ao academicismo dos professores. Tudo o que queria era me formar e entrar logo no mercado de trabalho. Alguns anos depois, fui aprovado no concurso de uma instituição de pesquisa, onde trabalho até hoje. Agora, no meio de tanto mestre e doutor, ainda que não da minha área de atuação, sinto-me inferiorizado. E penso que sou visto como alguém meramente operacional, ainda que muitos elogiem meu trabalho. Enfim… sinto que é hora de buscar um mestrado para ter mais ferramentas, para contribuir de alguma forma mais consistente em projetos de pesquisa da instituição etc. Aí vejo que meu CV não tem nada que ajude: nenhum artigo científico, capítulo de livro… Para piorar, estou em outro Estado, não conheço ninguém da universidade onde gostaria de estudar. E quando vejo antigos colegas que também nunca fizeram nada disso e agora estão no mestrado, creio que também posso chegar lá. Enfim, gostei do post, mas ele coloca isso como pressuposto. O que fazer, no meu caso? Mendigar uma beiradinha nos artigos dos outros ou fazer todo o resto – estudar o edital etv. – e ver no que dá?

  89. Anonimo 02.10.15 at 19:25 - Reply

    Na usp, pelo menos na faculdade de direito, só entra quem já conhece os professores, ou seja, nunca alguém que foi bem nas provas e se esforçou no projeto consegue passar se não conhecer o professor antes, seja fazendo parte de grupo de pesquisa ou sendo aluno especial, é bem injusto.

  90. Carolyne de Souza 19.10.15 at 11:34 - Reply

    Olá!
    É possível uma pessoa, cursando licenciatura em história, fazer iniciação científica afim de trabalhar em áreas de pesquisa ao concluir a faculdade?

  91. Laura 07.11.15 at 09:12 - Reply

    Depois de observar esses comentários sobre os processos seletivos para Mestrado e Doutorado como reclamar dos políticos do Brasil? Como achar que tem que ser assim mesmo, que tudo é correto? Que as pessoas tem que ficar mendigando oportunidades para estudar, correndo atrás de um mestre como se ele fosse um Deus. Não é a toa que muitos se consideram deuses. Como aceitar o ENEM, um jovem de 18 anos que conseguiu uma média 78 não ter a oportunidade de estudar em uma Universidade pública e um que conseguiu 79 conseguir. Digo um como exemplo, na verdade são milhares. Está tudo muito errado minha gente. Ninguém tem que forçar ser amiguinho de orientador para conseguir nada. Nenhum orientador tem que ficar aguentando, esse ou aquele lhe importunando….Esse país precisa ser reinventado. Ou está todo mundo certo e eu é quem sou a louca. Quantos talentos estamos perdendo nesse processo? O Brasil nunca vai ganhar um Premio Nobel de nada. Prêmios Nobel não possuem esse perfil.

    • REGINA SELMA DE SOUSA ABREU SILVA 15.02.17 at 13:46 - Reply

      Exatamente Laura. Concordo com tudo que escreveu.

  92. Marina 16.11.15 at 16:43 - Reply

    Boa tarde,
    Sou formada em Biomedicina há 3 anos e ainda não exerço a profissão. Fiz pós graduação em Hematologia e agora gostaria de fazer um mestrado, porém, não sei por onde começar. Não tenho um projeto ainda em vista. Quem devo procurar ?

    • Maitê 04.03.16 at 12:29 - Reply

      Oi Marina, já conversei com alguns professores sobre isso, eles aconselham muito você conhecer um professor do mestrado escolhido, conversar com ele e optar por fazer um projeto na linha de pesquisa dele. Assim este professor pode vir a se tornar seu orientador e também suas chances de entrar no mestrado aumentam, pois é um projeto de interesse. Esta é minha dica de aluna para aluna 😉

  93. Vanessa 16.12.15 at 18:00 - Reply

    Boa tarde,
    Tenho uma dúvida. O inglês que eles pedem é apenas para ler e entender o que o texto diz ou precisa falar também?

    • Pós-Graduando 16.12.15 at 21:10 - Reply

      Na esmagadora maioria dos casos, é cobrado apenas o inglês instrumental: ler, compreender e escrever em inglês.
      Um tipo de prova muito comum é oferecer um artigo científico em inglês, com perguntas sobre o artigo em português, que deverão ser respondidas em português.
      Além disso, é possível ter a tradução para o inglês de um resumo escrito em português, por exemplo.

  94. Murillo Quintino 25.12.15 at 05:55 - Reply

    Olá a todos. Meu nome é Murillo, tenho 27 anos, moro em Rio Verde, interior de Goiás e atualmente sou acadêmico do nono período do curso de Farmácia, desde quando eu ainda estava no ensino médio, já tinha curiosidade em estudar Parasitologia, entrei na faculdade e com o decorrer do tempo fui amadurecendo minhas idéias até que cheguei na disciplina específica e fiquei totalmente apaixonado. Desenvolvi um projeto de pesquisa com meu orientador para executá-lo como Trabalho de Conclusão de Curso, mas infelizmente não deu certo, ficando assim a sugestão para desenvolvê-lo como um projeto de extensão. Redigi um novo Trabalho de Conclusão de Curso na mesma área, porém considerando apenas a revisão literária existente. Já andei pesquisando sobre as possibilidades de pós graduação existentes na área que pretendo seguir, Parasitologia, e, considerando que não exista tantas opções assim, resolvi pesquisar sobre os fatores mais importantes no processo de seleção, onde me deparei com essa publicação que é muito legal, importante, mas ao mesmo tempo desafiadora e preocupante. Uma vez que ainda estou na graduação e com uma especialização já em mente, tenho a pretensão de amadurecer e contribuir para o crescimento do meu currículo, pois vi que é de fundamental importância. Através desta mensagem, deixo aqui um pequeno fragmento da minha história e minha total admiração a todos aqueles que aqui compartilham um pouco de suas experiências, juntamente a proposta do site, contribuindo de forma significativa para o crescimento do conhecimento científico de todos que aqui visitam.

  95. Lili Scar 11.06.16 at 15:22 - Reply

    Olá. Estou no penúltimo período do meu curso e certamente tentarei entrar no mestrado.
    Sou aluna de uma IES particular e lendo os comentários até me entristeceu.
    Como entrar em um mestrado em uma instituição pública se as cadeiras já estão marcadas?

    Como um aluno (a) de faculdade particular pode competir com alunos de instituições que desde o início da sua graduação os impõe a produzirem artigos , resumos e etc….?

    Em IES públicas professores ganham acréscimos salarial por orientando e as IES particulares?… nada!

    Vejo uma muralha absurda até o meu objetivo, porém, desistir jamais!

    E quanto a existência de ilegalidades, vamos nos atentar. Ministério público neles!

    *Exame de proeficiência em algumas IES é utilizado como fator eliminatório ou classificatório.

    Ex: UFBA

  96. Tentante1 24.06.16 at 15:20 - Reply

    Como ser aprovado depende da instituição, do seu preparo e do “critério” para escolha de aprovados. Acredite é tudo muito nebuloso. pelo menos minha experiência não foi das melhores. Não sei se tentaria novamente, talvez em outra instituição.
    Passei em todas as fases com boas notas, inclusive na tão temida arguição oral (com uma banca arrogante), porém não fui classificada no resultado final.
    É devastador ser desclassificado para não dizer humilhante. A sensação que fica é que não basta fazer o melhor é preciso ter alguém ou algo a mais para entrar na “panela”.
    Temos que aprender com nossos fracassos é o básico da vida, porém em alguns casos…
    Enfim…Vida que segue.

  97. Daniel 26.06.16 at 18:01 - Reply

    O site diz nas regras de envio de textos colaborativos: “Fizemos uma revisão em nossa política editorial e, ao invés de publicarmos os costumeiros chororôs e mimimis, daremos prioridade aos tutoriais, ou seja, focaremos a partir de agora na resolução de problemas do cotidiano do pós-graduando.”

    Fico pensando na quantidade de desabafos que chegaram e transformariam o site em um velório. Já que não posso publicar meu desabafo como texto principal, vou deixar aqui nos comentários…

    É uma farsa! Ilusão e sabemos disso! Persiste-se em pesquisa e na busca de um título de doutorado ou vaga de professor universitário por puro viés de confirmação (querer acreditar acima de qualquer coisa). Alguns suportam fazer pesquisa para rechear o currículo para concursos e outros suportam dar aulas esperando um dia entrar numa universidade federal para fazer pesquisa, já que dar aulas do nível médio pra baixo é pedir pra morrer (infelizmente as crianças chegam a universidade com quase a mesma cabeça e comportamento). Fiz graduação, mestrado e doutorado numa universidade federal, um ciclo de 10 anos. Sofri, vivi, assisti, e fiquei sabendo de todo tipo de trapaça, mesquinharia, molecagem, fofoquinhas, difamações, perseguição pra afetar meus orientadores, que não podiam ser afetados diretamente e tiveram seus orientandos atacados, ao melhor estilo “quebre as pernas dele”.

    Tive trabalhos roubados (artigos e patentes), mesmo ajudando a tantas pessoas pelo bem do princípio da multiplicação do conhecimento e colaboracionismo. Fiz parcerias com pessoas de outras instituições federais e tudo isso é um lixo. O meio acadêmico é uma mistura de Game of Thrones com Senado Federal. Só não rola dinheiro fácil. Muita sujeira, esquemas e conspirações a troco de nada (até parece que vão ganhar o Nobel). Não adianta trabalhar sério, vão te definir pela aparência, dinheiro, poder que acham que você tem, e enquanto tiver utilidade (que te fará ser muito “querido”).

    O meio acadêmico universitário não é um modelo para a sociedade. Não é um ambiente mais maduro, consciente, honesto, evoluído ou respeitador. É um reflexo da sociedade. Muitos dirão “mas em todo lugar é assim”. Questão então de avaliar o custo benefício, pois, de gari ninguém quer trabalhar (embora como gari você não gere ilusões, tem essa vantagem). Não se pode esperar nada de salvador para o país vindo desses “cérebros” que estão mais para intestino grosso da nação.

    Nesse ambiente tem mais respeito o professor que pega as alunas, o que exige ser chamado de doutor até pra tomar um café, o que acumula cargos pra praticar assédio moral, o que fala palavrão, o que faz festinhas e participa de grupos de whatsapp com os alunos sem finalidade científica ou acadêmica, o que rouba ideias e pesquisas até de alunos PIVIC, o que enrola a aula com recortes de figurinhas e colagem em nome da “didática” imbecilizante aprendida na licenciatura (onde por sinal boa parte do tempo se ensina a reduzir o conteúdo a 10% do total ou se faz propaganda comunista). Hoje tenho um currículo até bom (todos dizem e tenho criticismo pra saber) para concorrer a uma vaga numa federal, mas desisti. Mas o resultado nunca é proporcional ao esforço muito por culpa dessas trapaças a que se é vítima quando não se aceitar entrar em esquema. E nem falei das seleções de mestrado onde o valor da prova cai para 50% da nota (os outros 50% são de um currículo biônico montado pelos orientadores do aluno que já está na federal), tornando impossível um aluno que venha das particulares fazer mestrado numa federal.

    De nada vale ganhar o mundo e perder sua alma. A cada concurso que vejo está mais concorrido. Se em 2006 eram 5 candidatos por vaga eu já cheguei a ver 80 (claro que a maior parte desiste da prova no dia). Concursos arranjados (até os professores revelam aos alunos de confiança) numa frequência que deveria ser denunciado ao Fantástico (já que tem mais visibilidade nacional) só para usarem suas câmeras escondidas e deixar os senadores brasileiros menos desamparados nesse mar de lama. Secretários que roubam bolsas, ou exigem o primeiro mês da bolsa de cada aluno do PIBIC ao doutorado e deixam alunos de mãos atadas sem poder denunciar por medo de ficar sem renda ou para evitar que um conhecido ou parente perca a bolsa. Alunos de iniciação científica imbecis que compram brigas de seus orientadores e deixam de falar com os colegas que são orientados por outros professores. E pior, acham que se não agirem de acordo com essas práticas estão sendo otários, e a coisa assim se eterniza, nascendo mais um criminoso sendo incubado para o próximo concurso montado. E aí vem mais um(a) metido(a) a esperto(a) com seus recortes de figurinhas, palavrões, paqueras, faltas, propaganda do currículo e dos títulos.

    Para sobreviver você sempre precisará de um favor, que mais tarde será cobrado por um dos muitos secretários de satã que vivem nas universidades federais e te farão de otário para o resto da sua vida a acadêmica, que já dá demonstrações do inferno que pode ser ainda no estágio probatório. E você se verá com mais idade dizendo o já ouvi de muitos professores: “eu devia ter seguido outra carreira”, “eu devia ter feito direito”, “eu devia ter investido na bolsa”, “eu devia ter aberto um comércio”, “eu devia ter feito medicina”.

    O bem eu não sei se existe, mas o mal eu tenho certeza absoluta e não é teoria científica. Desistir dessa carreira amaldiçoada não é morrer na praia, é simplesmente não aceitar aportar em qualquer praia minada e tubarões.

  98. Augusto César Cardoso Mendes 15.08.16 at 15:18 - Reply

    Sou aluno de Psicologia de uma faculdade privada em Minas Gerais.
    Curso o 3 período e viso fazer mestrado para poder ingressar em alguma faculdade como professor. Sou apaixonado
    pela docência.

    Desde já tenho adentrado em todas as palestras possíveis da UFMG (Campus FAFICHI). Por sorte e graça de Deus,
    consegui 3 vagas para cursar disciplinas isoladas no curso de Psicologia da UFMG. Estou estudando de tarde e a noite, confesso que estou
    ficando muito cansado, entretanto, sei que valerá o esforço. Ainda, estou olhando a possibilidade de adentrar em um grupo de estudos
    sobre Psicologia do Esporte na UFMG. Desse modo, estou fazendo de tudo para ser conhecido pelo máximo de profissionais
    que trabalham lá, justamente para que eles me reconheçam
    como bom aluno e possam me dar credibilidade quando eu for tentar o mestrado.

  99. Adeilza 29.08.16 at 00:54 - Reply

    Olá… O primeiro passo é acreditar que você pode conseguir!!!!!!!!Começar uma preparação que te fundamente na área que deseja estudar. Sou formada em Artes e fiz mestrado em Ciências no Programa de Engenharia Mecânica, mas podem perguntar qual???o elo das áreas? Aí é que aparece o ato de acreditar comecei defendendo para uma banca de engenheiros que meu projeto tinha relevância para ambas !!!!Portanto, primeiro você acredita e depois se prepara que cedo ou tarde os louros virão!!!!!!Abraços…

  100. REVOLTS 15.11.16 at 14:12 - Reply

    Acho super justo o QI citado acima, afinal eu não indicaria ninguém em quem não confiasse na competência do mesmo.
    Se você têm um Qi, é porque foi um bom aluno na graduação, conquistou a simpatia de seus professores por seu esforço de horas de estudo e de comprometimento com o curso.
    Se existe algum professor que mesmo super ocupado tira tempo pessoal para te ajudar é porque você merece, você se destacou frente aos demais alunos de sua sala que só sabiam colar, festar e conversar abobrinha durante a graduação.
    A maioria dos meus professores do meu curso de Engenharia Civil se tornaram meus amigos, primeiro porque sempre honrei os mesmos como os mestres que são, além disso, não passei cinco anos de boca aberta engolindo mosquito na faculdade; eu fui a luta participei de eventos, ajudei os professores a organizar palestras, etc. participei de pesquisas, ajudei meus colegas de curso quando tinham dificuldades…Enfim fui PROATIVA, e esta é uma qualidade que o mercado reconhece, o mestado reconhece, os professores, os Qi reconhecem.
    Se você acha injusto o Qi é porque não tem nenhum! Se não tem nenhum Qi é porque é um banana, mais um grilo na grama verde!!!!

    • hugo 29.07.17 at 14:18 - Reply

      Acho que não foi bem isso que quiseram dizer. Mesmo tendo um professor que te indique da melhor maneira possível, há instituições/orientadores que darão preferencia à candidatos que são indicados por conhecidos (esses sim, os famosos QI), então por mais que o candidato tenha uma ótima indicação, não valerá tanto se aparecer alguém indicado por algum agregado.

  101. Tayane Lage 17.01.17 at 00:29 - Reply

    Alguém aqui já participou do processo seletivo de psicanálise da UFRJ? podem me dizer como é a prova escrita? ela é discursiva? é muito difícil?

  102. Catia Lucia de Oliveira 10.05.17 at 21:42 - Reply

    Tenho interesse em fazer mestrado, mas no momento ainda estou fazendo a graduação na área que pretendo iniciar o mestrado. Como já conclui uma graduação em outra área estou fazendo pós a nível de especialização. Queria saber se é interessante fazer esse tipo de pós. Oi focar mesmo no mestrado?

  103. Fábio 24.06.17 at 22:07 - Reply

    Oi. Sou graduando e sonho em fazer mestrado. Já tive algumas reprovações. Isso atrapalha na seleção?

  104. José Luiz 28.06.17 at 11:57 - Reply

    Por acaso encontrei seu blog e por estar vivenciando uma experiência “interessante”, decidi compartilhar por aqui. Talvez ajude alguém. Minha área de formação é Administração, de forma que achei conveniente conversar com a coordenação do Curso antes de me candidatar. Estou interessado no doutorado em História.Examinei o edital do processo seletivo e como tinha muito tempo até a prova, tive chance de estudar toda a bibliografia recomendada para a primeira prova, eliminatória. A segunda, tb eliminatória, seria dividida em prova de conhecimento funcional de duas línguas. Escolhi espanhol e inglês, nas quais tenho fluência. A nota mínima para aprovação era 5,0(cinco). Ao receber o resultado, vi que havia tirado 3,0 em espanhol e 4,0 em inglês. Notas horríveis! pedi explicação e recebi dois documentos apócrifos informando que não tinha alcançado as notas para aprovação porque meus conhecimentos sobre os paradigmas históricos e outros conhecimentos de teoria da história não foram suficientes para tanto. Voltei ao edital e conferi seus termos em relação a esta segunda prova. Não havia bibliografia de história para a prova, de modo que a aavaliação era sobre (ou deveria ser) minha capacidade de ler e entender o que lera. Recorri. O recurso foi ao colegiado, que unanime, manteve as notas. Das 17 vagas, 10 sairam aprovados. Coloquei seus nomes no Google e o que saiu? Todos os 10 já eram alunos do Curso. Até hoje nõa recebi minha prova, não recebi os critérios de avaliação da minha proficiencia e me pediram que me matricule como aluno especial, pagante, para tentar de novo no proximo ano.

  105. Marcos Santos 04.08.17 at 09:18 - Reply

    Olá, atualmente estou no 6° período da graduação em Eng. Civil. Tenho interesse em, futuramente, poder concorrer à uma vaga em mestrado. No entanto, vi que as publicações e participações em congressos contam muito. Eu gostaria muito de poder participar e publicar artigos em congressos, mas na instituição que estudo(particular), as pesquisas são bem escassas e são poucos os professores da área que trabalham com projetos de pesquisa e afins. Como faço para ter um currículo acadêmico mais “atraente”? Se eu terminar a graduação sem ter uma “vida acadêmica” relevante, terei como recuperar isso após a graduação? A minha dúvida gira em torno disso. Obrigado.

  106. Patricia 21.08.17 at 13:31 - Reply

    Olá pessoal, quero tentar mestrado no entanto meu currículo não está tão bom. Na universidade que pretendo fazer tem prova de currículo, alguém me indica curso de capacitação que seja valido?

    • Carlindo Silva Raiol 11.10.17 at 23:39 - Reply

      Patrícia, entre em um grupo de pesquisa e comece a escrever artigos e publicar em revistas especializadas.

  107. Rafael Pires 07.10.17 at 23:37 - Reply

    Em todos os relatos que li nos comentários, creio que uma das características que mais servem de valia para aqueles que estão em busca do tão sonhado mestrado/doutorado ou qualquer outra coisa que seja é a persistência, independente de QI ou reprovações ou um sistema injusto mais vale continuar na luta por aquilo que desejamos/sonhamos do que desistir na metade do caminho e alimentar uma vida medíocre por ações alheias. No que compele a cada um de nós, se esforcem ao máximo para atingirem sua própria excelência e por fim, não se esqueçam, tudo é possível desde que acreditemos e nos esforcemos para tal. Em um dos trechos que li em uma biografia sobre Thomas Alva Edison no website “Super Interessante” dizia: “Trabalhava pelo prazer de remover os problemas no caminho de seus inventos, sempre pelo método do ensaio e erro. Era persistente como um obcecado, paciente como um sábio. “Entrou para a história a sua frase: Gênio é 1 por cento inspiração e 99 por cento transpiração”.” – Então, façamos valer (segundo dados do IBGE, senso 2015) esses 75 anos que nos são dispostos abraçando nossas lutas, comemorando vitórias e nos aperfeiçoando com os fracassos.

  108. Janelle 14.11.17 at 08:50 - Reply

    a primeira vez que tentei mestrado na instituição que eu fã – era esse nome mesmo, fã! rs – não entrei. Aí no segundo ano, marquei de conversar com um pesquisador de lá e ele disse: faz uma pós latu sensu na nossa instituição para conhecer as pessoas e ser conhecida. Não deu outra. Passei em segundo lugar na instituição que tem uma seleção nacional mais de quinhentos inscritos. As disciplinas maravilhosas, tudo dos sonhos… fui acordada pelo duro pesadelo do relacionamento abusivo do meu orientador que era masoquista, sumia e não dava explicações quando via já estava em outro país participando das suas pesquisas e a culpada de tudo era eu. Ele diminuía a todos e especialmente as orientandas mulheres e vivia nos assediando sexualmente. Paralelamente a mim, havia uma orientanda dele do doutorado que recebeu durante a pesquisa o diagnóstico de câncer – ele olhou para cara dela – e disse e daí vamos colher os dados o quanto antes pois você pode morrer… horrível. Deteriorou a minha saúde mental e não surtiu efeito denunciar o cara e para preservar a minha saúde, desisti. Sem modéstia, meu trabalho era bom. Aos trancos fui colher os dados que foi a coisa linda com pessoas simples do interior que me acolheram e me deram esperança. Mas ao voltar tudo recomeçou e ainda pior. Fez eu mudar completamente meu foco de estudo e me pressionou muito e depois entendi que ele precisava de publicações e linha de pesquisa para ingressar no pós doc e ser professor visitante no Canadá na minha que ele estava tentando fazer eu mudar. E os assédios sexuais continuavam. Desisti, pois ele mudou o meu projeto mesmo já colhidos os dados, ele disse que não era mais importante para ele. Desisti por tudo que sofri! Passou uns dois anos vi que saiu um novo livro dele e congelei na hora pois dois capítulos do livro era a pesquisa que ele queria que eu desistisse e realmente desisti. Todas as palavras dos capítulos saíram da minha cabeça, ele não contribuiu nem na vírgula ou corrigir um erro de português.. e tava tudo lá como autoria dele. Atualmente ele é muito citado pelos dois capítulos que eu escrevi. Fiquei traumatizada de tudo de academia. Na época voltei para a minha cidade e mesmo assim participei dos processos seletivos para docentes substitutos com exigência até especialização. Passei em todos e estive em uma época muito feliz sendo docente, mas sabia que se quisesse crescer teria que mexer no mestrado. No meu Estado não tinha a linha de pesquisa que eu queria. Novamente, mudei de Estado e resolvi tentar o mestrado na mesma instituição (aqui no outro Estado é uma filial, digamos assim, da maior que eu estudei) que tinha o orientador abusivo. Aqui no Centro de Pesquisa filial, mesmo após 13 anos que saí da instituição, continuam a ser da mesma forma. Se eu não conhecer o pessoal (que não conheço) não entraria. Tenho publicações, Cv Lattes bem arrumado para entrar, passei entre os primeiros lugares em tudo novamente. Mas na hora da entrevista disseram que não me conheciam eu não podia entrar. Sim, disseram literalmente isso. Não desisti. Passei novamente em outra instituição, mas sem o mesmo gás para fazer um projeto e e uma entrevista decente. Ainda está no processo seletivo. Não sei se passo. Apenas coloquei aqui como registro de uma pessoa que se dedicou muito para passar e sofreu muito lá dentro.

  109. Juliano 21.11.17 at 22:31 - Reply

    Gistaroa de saber se dao alguma orientacao para aprovacao no mestrado UERJ? Obrigado

  110. thayna 15.12.17 at 09:05 - Reply

    Ola!!! Estou fazendo graduação numa faculdade privada, porém gostaria de fazer mestrado e pós-graduação na federal. Como fazer?

  111. Ci 18.07.18 at 16:04 - Reply

    Olá!!! Gostaria de saber se alguém já participou do processo seletivo de mestrado para engenharia civil da Universidade Federal Fluminense e se é muito difícil a prova de seleção. Desde já agradeço pela atenção.

Leave A Comment