• Por que são recusados os manuscritos científicos

Por que os artigos científicos são recusados pelos periódicos?

Ninguém gosta de receber um e-mail do editor de uma revista dizendo que o seu artigo é bom, mas que não será publicado. Ou então ter seu trabalho reprovado em uma banca, após anos de dedicação.

Entretanto, podemos aprender com essas as orientações vindas dos editores das revistas, principalmente das revistas internacionais, ou dos professores das bancas de defesas de monografias, teses e dissertações.

Segundo o Prof. Dr. Gilson Volpato, da Unesp de Botucatu, conhecer as causas da negação de um artigo científico é muito importante para que você consiga preparar seu manuscrito de forma que evite as causas mais gerais.

Na vídeo-aula abaixo, o Prof. Gilson discute sobre as causas de negação de um artigo, que muitas vezes não são tão triviais quanto parecem. Dentre os pontos discutidos estão as conclusões com pouca novidade, as técnicas ou análises obsoletas, a estrutura do manuscrito, a prolixidade, os objetivos muito restritos e as fracas justificativas dos objetivos.

São dicas valiosas que com certeza podem ajudar a evitar surpresas desagradáveis com pareceres de artigos.

By |2018-12-06T01:56:51+00:0014-09-2011|debates, guia|2 Comments

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Criador e editor de conteúdo do blog, é portador de uma imaginação hiperativa e de uma necessidade patológica de estar sempre bem-humorado. Acredita que a Pós-Graduação, como tudo na vida, pode ser interessante, divertida e descomplicada.

2 Comments

  1. Albina G. Filipe 08.12.11 at 08:53 - Reply

    Este material colabora para esclarecimento de dúvidas sobre publicações de artigos em revistas de alto nível, em qualquer área, e de forma muito simples e clara.
    Obrigada pela oportunidade.

  2. Márcia 09.06.14 at 10:23 - Reply

    E onde fica a análise? Se o senhor considera a síntese tão importante na ciência, a objetividade, onde estará a análise, a capacidade de aprofundamento em palavras?
    Não concordo com sua opinião sobre o ensino da escrita na escola.
    Acho que é um equívoco!
    É exatamente o contrário: a escola tem aceitado que o estudante escreva pouquíssimo ou não escreva e assim ele não sabe analisar e muito menos transformar sua análise em síntese.

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