10 coisas que você não deve fazer em sua tese ou dissertação

Escrever um trabalho acadêmico de conclusão de curso é ao mesmo tempo uma tarefa incrível e árdua.

Antes dos confetes e da bandeirada na linha de chegada haverá momentos de euforia, reflexão, desânimo e desespero, não necessariamente nesta ordem.

Por isso, fizemos uma lista com algumas dicas para quem está percorrendo este caminho:

1. NÃO PROCRASTINE

Parece mágica: é só sentar em frente ao computador para escrever nosso trabalho que qualquer coisa na internet ou na televisão se torna mais atraente e interessante. De vídeos de humor no YouTube a chamadas sobre a Nana Gouveia no site da Globo.

E é aí que mora o perigo: o tempo passa, o prazo final se aproxima, e aquilo que poderia ter sido escrito com calma e muito cuidado, acaba por ser escrito às pressas.

A dica aqui é uma só: disciplina. Organize seu tempo, estabeleça metas diárias, semanais e mensais, e se policie.

Está com bloqueio criativo? Fica encarando o cursor piscando na tela em branco?

Pare de pensar que seu trabalho necessita ser escrito de forma linear, ou seja, do começo ao fim.

Comece escrevendo qualquer parágrafo, trecho ou parte que lhe vier à cabeça naquele momento.

Você irá perceber que após começar, uma ideia vai puxando outra, e o texto irá fluir naturalmente.

2. NÃO SEJA PERDIDO

Uma frase repetida à exaustão em palestras motivacionais para empresários é “para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar servirá“.

Pois esta ideia se aplica à elaboração do seu trabalho acadêmico também. Depois de todo o trabalho de coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e seus objetivos em mente, escreva suas conclusões.

As conclusões não devem ser a última parte a ser escrita. Devem ser a primeira. Assim, é possível planejar todo o texto para que ele conduza e prepare o leitor para as conclusões.

A definição das conclusões do trabalho também poderá auxiliá-lo na redação de todo o texto, principalmente, na discussão dos resultados.

3. NÃO ECONOMIZE NA LEITURA DE ARTIGOS

Em primeiro lugar, ler mais irá lhe auxiliar a escrever melhor. Você deve ouvir isso desde o ensino fundamental.

Acredite, é verdade. Além disso, ler vários artigos relacionados ao seu tema irá lhe proporcionar maior segurança na discussão de seus resultados e outras formas de observar seu problema de pesquisa.

Dominar o assunto sobre você está escrevendo e fundamental, por isso, não tenha preguiça de ler muitos artigos.

4. NÃO SUBESTIME A ABNT

Não existe nada mais chato que formatar um texto segundo as normas da ABNT. Evite deixar para fazer isso apenas após o término do trabalho, quando provavelmente estará cansado e sem muita paciência.

Aprenda as normas previamente e já escreva seu texto segundo elas, principalmente se você não utiliza um gerenciador de citações bibliográficas, como o EndNote, o Mendely ou o Zotero.

Descobrir os autores das citações que você não colocou a referência enquanto escrevia pode levar um bom tempo, o que torna a tarefa antiprodutiva.

5. NÃO ESPECULE

Evite generalidades, mas abuse dos dados. Generalidades são boas para conversa de mesa de bar. Cada afirmação do seu texto deve ser capaz de ser respaldada por dados, informações e interpretações encontradas em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa.

Não importa o que – ou quem – você usa para embasar suas afirmações, nem que você referencie explicitamente cada afirmação, mas todas as afirmações precisam ser suportadas de alguma forma.

6. NÃO COLOQUE EM SEU TEXTO ALGO QUE NÃO SAIBA EXPLICAR

Se você que estudou aquele tema durante meses, “viveu” seu trabalho, e escreveu o texto, não compreende completamente o que algo significa, imagine quem está lendo seu trabalho. Existe, portanto, uma enorme possibilidade da banca perguntar sobre isso.

Se for algo imprescindível ao trabalho, trate de estudar e dominar aquele assunto. Caso contrário, não se complique à toa.

7. NÃO FAÇA UMA “COLCHA DE RETALHOS”

Escrever um trabalho acadêmico é mais do que apenas fornecer informações ou opiniões de outros autores.

Faça uma discussão sobre estas informações, relacione-as com os seus resultados, com os resultados de outros autores.

Demonstre que você domina o assunto e que consegue tornar o texto mais agradável, desenvolvendo um estilo próprio.

8. NÃO FIQUE COM APENAS DUAS OPINIÕES

Terminou de escrever seu trabalho? Depois de duas ou três leituras você e seu orientador provavelmente não conseguirão encontrar mais nenhum erro.

Parece que nós nos “acostumamos” com eles.

Por isso, peça para seus colegas de curso, seu vizinho, seu namorado, sua tia lerem seu trabalho também. Cada pessoa que ler seu trabalho terá uma visão diferente sobre ele, baseada em sua história de vida e em seus conhecimentos.

Tenho certeza que você irá se surpreender com o resultado desta dica.

9. NÃO CONFIE EM SEU COMPUTADOR

Tenha cópias do seu trabalho impressas, em seu email, em HD externo e nas “nuvens” (Google Drive, Dropbox, etc). A lei de Murphy é implacável com a pós-graduação, portanto é melhor não arriscar.

Também não confie em sua impressora na véspera da entrega do trabalho. Se possível, termine e imprima seu trabalho com um dia de antecedência para evitar surpresas desagradáveis.

10. NÃO BRIGUE COM SEU ORIENTADOR

Seu orientador não responde seus e-mails, não atende suas chamadas, não lê seu texto e te bloqueou no Facebook.

É complicado, eu sei.

Mas conte até dez e evite discutir desnecessariamente com seu orientador, afinal, você depende dele. Na hora da defesa, ele pode comprar sua briga ou te jogar para os leões.

Pense nisso.

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Texto adaptado do original “10 coisas para não fazer na monografia”, de autoria de Ricardo Oliveira e disponível no DIVERSITÁ BLOG.

By |2018-12-06T01:56:42+00:0017-03-2013|redação científica|105 Comments

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105 Comments

  1. Luã Oliveira 19.03.13 at 18:05 - Reply

    Obrigado pelas dicas! Excelente post!

  2. José Antonio Rocha 19.03.13 at 19:25 - Reply

    Ótimo decálogo.
    Isto aqui vai ajudar, pelo menos na parte das citações e bibliografia:
    http://meiradarocha.jor.br/news/2010/09/03/estilo-abnt-para-o-zotero/

  3. rafael 19.03.13 at 20:06 - Reply

    A ultima é a melhor. Em suma, abaixe a cabeça e não se imponha caso veja que esta atitude pode contrariar uma pessoa da qual voce depende. Ao invés de se arriscar, ponha seu rabo entre as pernas e aceite a jeba que lhe enfiam goela abaixo todos os dias o dia inteiro.

    • Katianny 20.03.13 at 08:50 - Reply

      Gostei das dicas, mas a última também não vi com bons olhos. Uma pessoa é arrogante, não te ajuda e respeita e você ainda tem que abaixar a cabeça para não ser punido. Isso é um absurdo. Tem que haver respeito em ambos lados!

      • alexander 23.03.13 at 00:40 - Reply

        Isto vai durar somente mais alguns anos. Eh o pessoal da antiga ainda no PODER. Aaaaaaaaaa como eh gostoso o poder. Nós da geração nova agiremos diferente com certeza e ai sim o Brasil vai andar no campo cientifico.

      • João 28.07.13 at 11:14 - Reply

        O ruim é que depende muito do orientador para concluir o TG por isso mesmo que ele estiver completamente errado na briga , você vai ter que concordar com ele.

      • Carlos 03.12.15 at 12:57 - Reply

        Concordo com você, mas a realidade pode ser injusta e indiferente aos ideais de cada um. Aliás, aproveite e faça o seu melhor pra contribuir por um mundo mais justo, bondoso e solidário. Sem esquecer de abrir mão do orgulho quando houver risco de implicar em prejuízo a você ou a terceiro. Esse tanto de inocência pode ser um desastre pra a sua vida. Veja algo pra fazer a transição de fase e em como encarar o mundo de forma adulta, sendo sábia pra aceitar o que não pode mudar e que não depende de você.

    • André 21.03.13 at 20:21 - Reply

      Infelizmente, na realidade atual da pós-graduação brasileira, é exatamente assim que as pessoas devem agir. Não há segurança pro pós-graduando.

    • Eliane Silva 23.03.13 at 17:22 - Reply

      A escolha pelo orientador é feita pelo graduando, ou seja, além de ser você o responsável por esta escolha, requer respeito e, acima de tudo, empatia. Se durante, aproximadamente, dois anos esse relacionamento foi péssimo não espere que a defesa seja diferente. Fica a dica, não está se entendendo com o orientador busque o diálogo e mude o quanto antes e, é claro, ANTES de optar pela escolha procure informações referentes a linha de pesquisa e formação dele…

    • Roberta 25.07.13 at 19:49 - Reply

      Claro, todos os professores universitários, sem exceção, sabem diferenciar o pessoal do profissional e não possuem egos inflados.

      Ter muita “personalidade”, bater de frente e discutir muito não irá mudar nada na orientação, nas dificuldades do curso ou na defesa do trabalho…

    • José Cândido 25.07.13 at 19:41 - Reply

      Acho que você não viu no texto o “DESNECESSARIAMENTE” antes do “discutir”. Mas mesmo assim, em qualquer ambiente de trabalho, seja em empresas ou em universidades, em alguns momentos você terá que aceitar algo que não concorda e relevar muitos acontecimentos, se quiser ter uma boa convivência. E isso não é falta de personalidade, é saber viver em sociedade, a trabalhar em equipe. Esse seu comentário é típico de pessoas mimadas que não aceitam ser contrariadas.

      • João 28.07.13 at 11:16 - Reply

        é aquela coisa , se o o orientador falara que 1+1= 3 você vai ter que aceitar.

        • André 29.07.14 at 11:44 - Reply

          Sempre fui independente de um orientador, não que ele seja inútil, mas para mim ele muitas vezes atrapalha meu processo, querendo colocar “pítacos” mesmo sem entender o que eu pretendo me referir, construir e concluir, sempre produzo tudo sozinho, vou atras das fontes, dos revisores, disso daquilo, só no fim eu entrego o trabalho já praticamente pronto, gosto de liberdade para produzir, claro alguns sempre são muito necessitados de seus orientadores, mas não é o meu caso, outra não sou exemplo a seguir, faço isso porque sei dos limites que tenho e quanto posso desenvolver as coisas, mas a maioria das pessoas não sabem, por isso não se arrisquem como eu. Ah, mas e se ele te desconsiderar ou criticar severamente seu trabalho? Isso nunca aconteceu, porque eu sempre dei o meu máximo nos meus trabalhos, produzo muito, com muito material, não tenho dó de mim não, pego pesado mesmo, praticamente sempre fiz tudo o que está na lista, exceto o último, brigo mesmo pelo que acredito, e sim fui “jogado para os leões”, mas os amansei facinho, o segredo é: Saiba o que quer, como quer e de que forma vai alcançar, não enrole, dê o seu máximo, procure seu orientador só quando precisar MESMO! Prove a si que é capaz de construir uma ideia, não é fácil, mas se fosse fácil, não teria graça.

          • Lauro 03.12.15 at 14:02

            André, sua resposta foi a melhor. Você disse tudo. Quem quer vai atrás e faz acontecer. Quem não quer ou quer mais ou menos fica reclamando e lamentando. Se não está gostando da pesquisa ou do orientador, procure outro tema ou troque de orientador. Não está feliz fazendo isso, vá para o mercado de trabalho ou faça outra coisa da vida. O importante é ser feliz fazendo o que gosta!

          • Marlene 07.08.16 at 17:13

            Você deve ser o sonho de todo orientador!
            O que eles mais desejam é exatamente isso, um orientando autônomo, quanto menos trabalho eles tiverem, melhor.
            Mas aí é que o acadêmico tem que estar bem preparado, pq como disse o artigo, “ele” pode te jogar aos leões.

  4. Moisés Costa 19.03.13 at 21:49 - Reply

    Muito bom, Excelentes orientações que com certeza só tem a agregar positivamente a essa árdua e na maioria das vezes solitária caminhada acadêmica

  5. Rosemeri Rodrigues 19.03.13 at 23:21 - Reply

    Estes pontos são muito importantes para aqueles que estão na euforia de ter o trabalho pronto tão logo possa construir. As orientações descritas relatam com eficiencia e realidade o que passam os alunos, além é claro da tensão. Agora o mais importante, é acreditar em si mesmo, e evitar confissões comcolegas ou professores para evitar mau entendidos, ou até como já aconteceu, cópia de trabalhos, aí tem que chorar mesmo!
    Muito bom.

  6. Cezar Carneiro 20.03.13 at 07:10 - Reply

    Resumindo…é um saco!

  7. Daniel Barbosa 20.03.13 at 08:55 - Reply

    Uau! Copiei. Compilei. Salvei

  8. Tony Rodrigues 20.03.13 at 11:13 - Reply

    Li todas as orientações. Acho bem válidas, mas acredito que há uns detalhes que merecem ser acrescentados. Vou citar apenas um item que acho fundamental e que não foi contemplado: deixe claro também, no começo do seu trabalho e em alguns pontos estratégicos, aquilo que você NÃO VAI ABORDAR, isso deve ser feito ANTES da pesquisa, no projeto (para ser seguido na produção) e DURANTE o projeto, naqueles pontos em que vc vê que não é o caso de que não conseguirá explicar, mas que será melhor explicar em artigo separado, ou em trabalho posterior, ou porque acredita que não seja necessário ao público, entende?

    Há outras coisas sobre as quais eu me posicionaria, mas essa eu acho fundamental ter bem clara e afixada na parede.

    Ah, e outro ponto fundamental que não citaram: CONTRATE um revisor, porque em casa de ferreiro o espeto realmente é de pau: mesmo que vc esteja se formando em Letras, contrate um revisor, para revisar E formatar seu texto, e deixe para se preocupar com o conteúdo do texto mesmo. E, ao contratar um revisor, JAMAIS pergunte se pode entregar o texto AMANHÃ para ele devolver corrigido ONTEM, ainda não conseguimos viajar no tempo dessa forma, ehehhehe. Abraços!

    Tony Roberson de Mello Rodrigues

    Bacharel em Letras (Português)
    Revisor de textos

  9. Georgi 20.03.13 at 11:19 - Reply

    Eu começo pelos Resultados, Discussão (Conclusão) e depois o resto. Se o seu orientador for um babaca egocêntrico arrume outro. Somos humanos e não cães adestrados.

  10. Georgi 20.03.13 at 11:32 - Reply

    Quanto as citações, o EndNote tem as normas da ABNT.

  11. mIMI 20.03.13 at 18:24 - Reply

    se o orientador te odeia e quer que você sifu ele vai fazer isso independentemente do quão bocó você seja

  12. Juca 21.03.13 at 10:08 - Reply

    Excelente, da hora, praticamente de utilidade pública. Mais uns detalhes: 1. desinfle os egos (seu e do orientador, caso o tenha de fato) e não queira encher seu texto com tudo o que já leu a respeito do tema. Erudição está disponível na net e seu produto não merece virar linguiça nem tratado decisivo pra humanidade. 2. Explicite de onde vc está focando e quem está falando: mostre-se, ouse, saia do lugar comum. 3. Saia do vitimismo e agradeça todos os dias pela oportunidade que a vida te dá de poder construir conhecimento, sem lamento pelo trabaaaaaalho a fazer. Seu trabalho É importante, punto e basta. 3. Coragem, irmão!

  13. Fátima Lopes 21.03.13 at 21:56 - Reply

    Apenas uma observação. “Não subestime a ABNT” Claro que ela prevalece quando o assunto é TCC, Tese e outras mais. Todas (poder ser) Instituição de ensino tem o seu manual a que se refere as normas da ABNT e ela reserva o direito que mudar alguns detalhes que é permitido; sendo assim, caso não tenha muito paciência em formatar seu TCC dentro destas normas e vá pedir alguém para executar este trabalho, lembre-se de ver o manual de sua Instituição e passar o mesmo para que seja usado as normas definida por ela… caso contrario terá dois problemas em vez de um.

  14. Ed 23.03.13 at 18:52 - Reply

    1: Impossivel

  15. Marcus Vinicius (MV) 24.03.13 at 19:42 - Reply

    Excelente o texto. Parabéns!

  16. Elizângelo Lopes 27.04.13 at 10:41 - Reply

    cara, na véspera de minha defesa minha impressora de pau, e meu windows corrompeu! quais as chances de isto acontecer com a mesma pessoa???

  17. disqus_g6rtOMN5Ox 02.05.13 at 10:47 - Reply

    ajudou bastante. obrigado !

  18. capitu 03.05.13 at 12:33 - Reply

    De certa forma, se vc pretende fazer carreira docente e acadêmica, até que se liberte totalmente(o que leva algum longo tempo)vc ficará dependente de seu ex – orientador e orientador.A título de contribuição:sou doutorada há 6 anos.Só arranjei trabalhos ruins,com inúmeros problemas de desrespeito a minha formação e experiência.Estou há quase 3 anos desempregada.Meu CV na Plataforma lattes está invisível , curiosamente, há anos e ninguém resolve, tecnicamente(?)
    Sempre há perguntas em torno da relação com a ex-orientadora para saber o porquê do desemprego.Concurso público?Detalhe, só lidei com pessoas que são influentes no meio acadêmico na minha área de pesquisa.Sabe o conselho que vem me dando?”recomece.Faça novo doutorado ou mestrado”Pode?
    Engoli sapos e sapos das orientações,da instituição caritativa,dos colegas,etc…e daí?cadê o trânsito livre para seguir a profissão?

  19. laiz 16.05.13 at 14:51 - Reply

    olá, coloca alguma piada sobre analisando o humor do seu orientador quando lhe manda um email. eu sempre faço isso kkkkkk

  20. Armindo Castro 04.06.13 at 08:46 - Reply

    Ótimo post!

    Elaborei minha dissertação de mestrado em dois meses e foi um tremendo sufoco! Desaconselho vivamente! Pretendo me internar por seis meses para escrever a tese de doutorado e ficar perto do meu orientador…
    Quanto a este, aconselho a escolha de alguém com quem o orientando tem bastante afinidade. No meu caso, é o mesmo do mestrado: em time que está ganhando não se mexe…
    Quanto à leitura, fica uma dica: fazer um fichamento de cada uma das obras a serem lidas, começando pela referência, nas normas da ABNT. Facilita muito para a elaboração do texto definitivo.

    • Paulo 04.07.16 at 01:27 - Reply

      2 meses pra fazer tudo? Não teve qualificação?
      Estou numa situação desesperadora. Tenho 2,5 meses pra entrega da defesa e desde a qualificação, que foi muito criticada, produzi praticamente nada.
      Tive motivos pra isso, mas de qlq forma tenho que me virar agora.
      Muita coisa pra produzir em pouquíssimo tempo. Não sei se vai dar certo e não tenho como prorrogar.
      Pânico.

      Alguém mais aqui passou por isso?

      • Vitor 03.12.16 at 07:13 - Reply

        Paulo, vivo um drama parecido com o teu. Você conseguiu resolver isso? Estou desesperado e procuro por conselhos em casos similares.

        • Jakelyne 30.08.17 at 22:25 - Reply

          Estamos na mesma. Tenho que fazer análise estatística, fundamentação teórica e esboço do artigo até dia 15. Ta batendo o desespero já. O mais complicado é que ultimante ando tão nervosa que acabo me atrapalhando com algumas coisas. Meu orientador deve me achar uma retardada.

  21. Daniel Spillere Andrade 11.06.13 at 09:20 - Reply

    E vamos que vamos!! 🙂

  22. Chandeline Jean Baptiste 11.06.13 at 16:38 - Reply

    Adorei! Jai beaucoup aimé le troisième et le dernier conseil! Mille mercis!

  23. Rosa Z. L. Brito 12.06.13 at 12:43 - Reply

    Realmente, boas dicas. Quanto ao ultimo ponto, acho que não se trata de brigar ou não quando o orientador não toma conhecimento da necessidade do orientando. Acontece que se ele resolve se voltar contra o orientando ele está sendo, no minimo, irresponsável, pois o trabalho final terá o o nome dele. Portanto, o orientador é co-autor. Então ele vai denegrir a própria imagem, pois se o trabalho ficar ruim, o orientador é tão responsável quanto o orientando. Logo, orientador que se preze não terá essa postura.

    • Idalina Almeida 19.06.13 at 08:58 - Reply

      Estou a ver estas querelas entre orientador e orientando.
      Tenho que tomar um banho de “esconjuras”, porque não gosto muito de enviar mensagens e ficar à espera de “dias” para as respostas. Irrita e ainda não aprendi a esconder a irritação.

  24. Casimiro Ramos 25.07.13 at 17:43 - Reply

    Discordo totalmente da dica n. 2. Completamente inaceitável.
    Proponho que substituam pela seguinte dica: as conclusões devem ser conclusivas.
    Isto é, as conclusões não podem ser vagas nem generalistas.. Vemos muitas vezes conclusões que nada têm a ver com o trabalho realizado, demonstrando uma incoerência total com os resultados observados. Isso sucede exatamente quando o investigador gostaria de ter determinado resultado ao qual não chegou ou então porque não sabe o que fez.
    As conclusões não deverão ser o que queremos, mas sim o que foi observado, quer nos agrade ou não.
    As conclusões devem fazer o fecho do “nó”. Ou seja, devem fazer a ligação entre problema/perguntas da investigação, com as hipóteses levantadas e com os resultados dos testes de hipóteses para concluirmos se as mesmas se verificaram ou não (partindo do principio que estamos a utilizar o método dedutivo.
    Fazer um trabalho dirigido a um fim previamente desejado é uma fraude que é facilmente desmontada por uma banca experiente. Tentem fazer algo do género comigo e comprovarão o resultado.. Boa sorte nos Vossos trabalhos.

    • Pós-Graduando 25.07.13 at 19:10 - Reply

      Cassimiro, vamos por partes.
      Não existe nada no texto sobre as conclusões serem vagas, generalistas, longas ou não conclusivas. A dica é apenas começar a redação pelas conclusões, para facilitar a elaboração das outras partes. Essa é a melhor forma de evitar que ocorra incoerência entre as conclusões e o resto do trabalho. E já que tocou no assunto, sim, as conclusões devem sucintas, diretas e responder claramente a pergunta expressa nos objetivos.
      Também não existe nada no texto sobre as conclusões serem “o que queremos” ou sobre fazer um trabalho “dirigido a um fim previamente desejado”. Creio que você não se atentou para a parte do “Depois de todo o trabalho de coleta e ANÁLISE dos dados…“. Ou seja o trabalho já foi realizado e a análise dos resultados também. As conclusões devem ser fundamentadas na análise dos resultados obtidos e ponto. E refletir sobre os resultados ANTES de começar a escrever irá facilitar muito a redação. Após analisar todos os dados, devemos nos perguntar: com base nos resultados obtidos, que conclusão posso chegar sobre a pergunta implícita no objetivo? Essa resposta deve guiar toda a redação do texto. O problema da ciência de hoje é que é muita pressa, muita redação e muito artigo para pouca reflexão e, consequentemente, pouca teoria.
      Em resumo, concordo com exatamente tudo o que você escreveu, apenas não acredito que começar a redação pelas conclusões possa interferir em qualquer um dos pontos levantados por você.

    • Rafael 25.07.13 at 19:52 - Reply

      Bom mesmo é deixar para escrever as conclusões no final, quando já estamos cansados, de saco cheio e, não raro, com o prazo estourando. Afinal, o que realmente importa em um trabalho é a revisão de literatura.

  25. Mariane 26.07.13 at 22:24 - Reply

    A ABNT não é chata ahahahah eu adoro formatar trabalhos….e as vezes ainda dá pra ganhar um dinheirinho com isso..(acho que eu que sou louca mesmo!)
    Mas muito bom seu post! Parabéns!

  26. olga maria lima pereira 27.07.13 at 12:31 - Reply

    Creio que não devemos desprezar as orientações postadas, no entanto, acredito que manter o foco é para aqueles que acreditam de verdade no valor de sua pesquisa,. Os periodos desgastantes de toda pesquisa é fruto de uma longa caminhada invisivel do pesquisador e a recompensa final acontece no exato momento onde o ideal se tranforma em palavras reflexivas cuja o resultada é o todo representado.

  27. Débora Araújo 27.07.13 at 15:10 - Reply

    A última colocação senti na pele, pois o orientador nos prejudicou o que podia na apresentação….É como vc falou me jogou para os leões…. e olha que ele é que estava errado

  28. Edvard 27.07.13 at 15:21 - Reply

    Excelente, ainda bem que na minha banca meu orientador era o leão, hehehehe

  29. Cynthia Marques Cardoso 27.07.13 at 19:37 - Reply

    MUITO BOM,ÓTIMAS DICAS !

  30. Luis Andre Rocha 28.07.13 at 08:34 - Reply

    Muito boa a dica. Espero que outrasnboas dicas possam ser colocadas por aqui! Outro coisa que poderia ser citado futuramente é como publicar o artigos como transformar a monografia, dissertação ou tese em livro, quem procurar, com quem falar, etc e tal!

  31. Ricardo Alexandre 28.07.13 at 09:33 - Reply

    Esse decálogo serve significativamente para o amadurecimento da nossa produção, onde muitas vezes nos deparamos com a ignorância do mundo da pesquisa.

  32. Ana 28.07.13 at 10:13 - Reply

    Tenho respirando muito, mas o 10 me atenta.

    • João 29.07.13 at 16:27 - Reply

      Conta a até 10.

  33. Eufresina 28.07.13 at 12:10 - Reply

    Sou professora, isso do orientador “ferrar” o aluno e uma enorme falta de respeito com os mesmo ate com ela, o profissional usar de suas particularidades para prejudicar o aluno, isso e demais. Então diz quem ela quer formar ??? Ao meu ver queremos um cidadão critico e criativo , pronto pra enfrentar o mundo.Se ele for podado ao longo de sua trajetória…. E ai COMO FICA A SITUAÇÃO???????????, AMO MEUS ALUNOS COMO SE FOSSEM MEUS FILHOS, QUERO SEMPRE O MELHOR…ISSO QUE ACABEI DE COMENTAR DESSE “EDUCADOR” É UMA VERGONHA.

    • João 29.07.13 at 17:16 - Reply

      mas existem professores que não aceitam estarem errados , até convencer do contrario é uma luta perdida.

  34. João 28.07.13 at 11:11 - Reply

    A decima é a principal coisa a que se tem que tomar cuidado , tudo depende da decima (10°), aprendi da pior maneira.

  35. Tiao Pimentel 28.07.13 at 11:28 - Reply

    Se vocês estão tendo orientador arrogante é porque não estão sabendo escolher. Trato meus discípulos com a maior dignidade, a grande maioria se transformaram em grandes amigos.

  36. Sammarah 29.07.13 at 15:29 - Reply

    A décima realmente é um problema, mas entendo que os professores não são faraós assim como os alunos não são súditos de ninguém. Se discordar de seu professor significar perder a orientação ou tê-la ameaçado, então, está tudo errado. Isso não é orientação. As melhores produções científicas nascem da dúvida e dos embates de ideias. Discorde, argumente, pergunte e questione sempre que for necessário, priorizando o respeito.

  37. Eloiza Alves Martins. 30.07.13 at 18:29 - Reply

    Eu adorei as dicas, pois ainda estou cursando faculdade de pedagogia, achei interessante todo semestre tenho que fazer um trabalho individual e outro em grupo, as dicas vão me ajudar a elaborar melhor meus textos acadêmicos. muito obrigado a quem teve a ideia com certeza nos acadêmicos saberemos agradecer.

  38. Otoniel Duarte 31.07.13 at 09:39 - Reply

    Muito interessante o artigo. Um ponto que acredito ser importante que deve ser observado é quanto ao tema do trabalho, é muito comum após muitas e muitas pesquisas você tomar outros rumos e fugir um pouco do que inicialmente se pretendia,. por isto é importante após muitas leituras do trabalho ja concluido fazer os ajustes necessários e se precisar até mesmo mudar o tema. (experiência própria).

  39. Giselle 31.07.13 at 09:50 - Reply

    Com relação a orientador, infelizmente as vezes pelo dom do convencimento que alguns tem na hora de discursar os seus projetos, você acaba fazendo a escolha infeliz com relação a orientação.
    Tirando conclusões da minha própria experiência sobre esse assunto, escolhi um ser como orientador não pela pessoa mas sim pelo projeto, porque muitas vezes quem ingressa da graduação para um mestrado, por exemplo, busca dar continuidade em alguma coisa da linha de pesquisa que já estava sendo trabalhada na graduação. Ou por afinidade mesmo no assunto, ai você infelizmente escolhe um babaca pra ser seu orientador, que por sinal sabe menos que você, e menos que qualquer um.. Esse tipo é famoso por ser super arrogante justamente porque ele não sabe de nada, e também não da espaço pra ser questionado, consequentemente ele também não irá te ajudar, porque ele não sabe.
    Mas fica a dica, enquanto houver tempo, faça como eu. MUDE DE ORIENTADOR. mudei, fui pra um tema nada haver com antes, mas valeu a pena. é muito bom trabalhar com pessoas competentes.
    fica a dica. beijo

  40. Lucivânio Oliveira 02.08.13 at 06:49 - Reply

    Após a leitura das dicas, percebi quantas falhas cometi no período que escrevi minha dissertação de mestrado. Percebo que essas dicas podem facilitar e muito a elaboração do texto, perdi muito tempo em localizar minhas referências bibliográficas, pois deixei para o final.
    O que mais me chamou a atenção foi o fato de ter que escrever primeiro as conclusões dos dados analisados antes de escrever as demais partes do trabalho. Segui o caminho inverso no meu trabalho e tive que reescrever várias vezes, porque a minha introdução não ajudava nas conclusões do trabalho.
    Parabéns Ricardo Oliveira pela elaboração das dicas. Procurarei ficar atento nos meus próximos trabalhos.

  41. Carlos Cabral 04.08.13 at 19:23 - Reply

    Estou em fase de conclusão de curso e a orientação destas dicas irão me auxiliar bastante, não só na elaboração como também na minha defesa… Vamos a luta!!!

  42. Celso Medeiros 07.08.13 at 08:57 - Reply

    Isso se chama administração organizada, voltada para os resultados.

  43. talita 08.08.13 at 14:54 - Reply

    O mais difícil é a última!

  44. HILDEBRANDO BARBOSA GOMES 05.09.13 at 16:41 - Reply

    NÃO SEI NEM COMEÇAR.QUANTO MAIS DESENVOLVER.

  45. Denise 03.11.13 at 10:52 - Reply

    incrível como me vi e cada tópico, rsrs… Mas fundamental mesmo: 10. NÃO BRIGUE COM SEU ORIENTADOR. Ótimo, rsrs

  46. Francinete 05.12.13 at 20:34 - Reply

    para mim foi ótima essa orientação, é produtiva sim, vai ser valida para mim na conclusão do curso. meu muito obrigado.espero conta com suas dicas.

  47. MARTINS ARRUDA 25.12.13 at 18:02 - Reply

    Acrescentaria, não falar mal de profissionais que o mestrando esteja observando em sua pesquisa,
    isso me parece de mal gosto,sem criatividade,é como pedir permissão para entrar em sua casa
    e depois sair falando mal.As universidades precisam mudar este pensamento, pois os mestrandos fazem
    isto ano ,após ano, pois são orientados desta forma.

  48. Marco 11.01.14 at 15:27 - Reply

    Muito bom!!! Se os acadêmicos seguirem isso, seria muito menos trabalhoso para os orientadores!!!!

  49. Jonas 11.01.14 at 16:22 - Reply

    Muito bom mesmo esses 10 mandamentos!
    Contudo, eu discordo completamente de um trecho do 5o mandamento que diz:

    “Não importa o que – ou quem – você usa para embasar suas afirmações, nem que você referencie explicitamente cada afirmação, mas todas as afirmações precisam ser suportadas de alguma forma.”

    Importa sim, e muito! O fato de estar publicado não significa que o conteúdo é de qualidade! Tem muito lixo publicado em revistas de alto impacto. Hoje vc consegue provar quase qualquer coisa com a literatura científica. O grande salto é saber diferenciar o joio do trigo. Portanto, o pesquisador/cientista deve ter um senso crítico sobre o que lê é não colocar qualquer abobrinha na introdução ou discussão, só porque defende a sua ideia.
    É sempre importante lembrar que resultado nem sempre é evidência. 😉
    Abraços!

  50. Jonas 11.01.14 at 16:33 - Reply

    Ah! Mais outra coisa sobre o ultimo tópico..
    Lembrem-se que depois do doutorado vcs serão pares. Em termos de titulação, vc e seu orientador estarão no mesmo patamar. Por isso, é muito importante manter um relacionamento saudável com o orientador.
    O que impede muita gente disso é achar que sabe mais que o cara que tem mais tempo de estrada do que o orientando de vida. Percebo em alguns lugares a falta de humildade da pessoa de se dispor a ouvir e aprender o que o orientador tem pra ensinar. O cara mal entrou no mestrado e já acha que sabe pra caramba do mundo e como funciona o mundo da pesquisa. Para você, meu [email protected], quero dizer que vc não é tão especial e diferente como seus pais ou professores do ensino médio o fizeram acreditar que era… Muitas vezes a rixa que existe entre mestre e aluno pode ser por conta disso. Um não quer aprender e o outro desiste de ensinar.

  51. Denis J. Villarinho 11.01.14 at 17:53 - Reply

    Boas dicas, tanto para quem vai orientar como para quem está desenvolvendo seu trabalho.
    Ao desenvolver o trabalho uma das coisas mais importantes é ter foco. Não dá para cada consulta com o orientador mudar a direção. A árvore deve ter um formato e orientador não é “quebra-galho”. Em outras palavras não fuja do assunto.

  52. Gemima de Sousa 11.01.14 at 21:24 - Reply

    Era exatamente o que eu precisava ler. Obrigada.

  53. Luiza Beatriz 11.01.14 at 22:18 - Reply

    Principalmente não confie em seu computador, eu já tive que refazer tanto o projeto de pesquisa, quanto o TCC, porque o meu computador “deu pau”, e eu perdi tudo o que tinha digitado, a felicidade foi que boa parte do trabalho eu havia escrito a mão, foi obrigada a digitar tudo outra vez.

  54. Catia 12.01.14 at 08:00 - Reply

    Exceto o 3 e o 7, descumpri todos…

  55. 12.01.14 at 20:52 - Reply

    Estou profundamente arraigada no primeiro….. 🙁
    Em tempo!! Me dou muito bem com meu orientador, que é uma pessoa extremamente capaz, atencioso, paciente…. mas nem sempre concordo com ele e às vezes temos alguns “choques”. Creio que isso tudo é natural, faz parte das relações humanas, só é preciso ter maturidade para vivenciar os desentendimentos e não fazer de cada momento de tensão um cavalo de batalha.

  56. karla 13.01.14 at 20:40 - Reply

    Ótimas dicas, pois sempre que possível é bom recorrer a essas 10 dicas. Adorei.

  57. Gustavo 12.09.14 at 13:00 - Reply

    Monografia é uma dissertação (em sentido lato) sobre um ponto particular de uma ciência, de uma arte, de uma localidade, sobre um mesmo assunto ou sobre assuntos relacionados. Normalmente escrito apenas por uma pessoa. É o principal tipo de texto científico. Trabalho acadêmico que apresenta o resultado de investigação pouco complexa e sobre tema único e bem delimitado.
    Bem, uma monografia depende única e exclusivamente do esforço de cada um, Como o próprio nome diz, etimologicamente, monografia significa: mono (um, único), grafia (escrita).
    É um processo que envolve muita concentração e preparo, mas com uma boa orientação é possível sim fazer uma boa apresentação e até mesmo tirar uma boa nota. Basta você estar bem preparado e dominar o tema de ponta a ponta, que com certeza você vai tirar tudo de letra e nem vai perceber que ali na sua frente estarão os avaliadores e uma pequena platéia.
    Por sorte, hoje em dia existem muitas ferramentas e material de apoio para você se dar bem na apresentação do seu tcc. E uma delas todo mundo conhece, chama-se internet.
    Deixa eu contar uma pouquinho da minha saga e de como consegui fazer uma boa monografia… Bem, eu me lembro que faltava pouco mais de dois meses para a minha apresentação e ainda nem sabia que tema eu iria defender, não sabia nem por onde começar meu tcc. Enfim, tava mais perdido que um pescador solitário no meio do oceano. Eu saí perguntando pros meus colegas que já tinham feito esse trabalho e também pra gente que já era experiente no assunto. Recebi muita informação e muitas dicas. Filtrei muita coisa boa, mas era tanta informação na minha cabeça que eu já tava quase pirando. Foi então que já no desespero, resolvi pesquisar sobre o assunto na internet. Pesquisando pra cá e pra acolá, consegui encontrar no Google um material muito bom do meu amigo e xará Gustavo Periard. Esse cara é o cara quando se trata de se fazer uma boa monografia. O material de apoio que ele dispõe é de muita qualidade e de fácil assimilação. Foi de muita utilidade pra mim e é pra muitos alunos que também já aplicaram e aplicam suas técnicas. Falo por experiência própria. Ele me ajudou muito na apresentação da minha monografia, em todos os sentidos. Estudei e segui tudo o que ele me ensinou, as suas orientações foram simplesmente fantásticas. Ele só não resolveu um probleminha, o meu nervosismo, aquele friozinho na barriga que senti antes da minha apresentação, mas isso é normal, todo mundo sente isso não é pessoal?! Hehehe… Bom, mas o que importa é que no final, tirei 9,0 na minha monografia do curso de comunicação que fiz. Os professores gostaram muito da minha apresentação. Consegui minha tão sonhada formação em comunicação e hoje eu trabalho onde sempre quis, desde quando me entendi por gente. Trabalho numa rádio de renome aqui na minha cidade graças primeiramente à Deus e depois ao Gustavo Periard. Ah! ia esquecendo de falar, o site dele é esse aqui (http://bit.ly/1m82hRN). Sinceramente, só tenho a agradecer demais à Deus e a esse cara que me ajudaram bastante, de verdade no momento que eu mais precisava.
    Considerando que você tem pouco tempo para realizar a defesa da sua monografia, não por sua culpa, mas por inúmeros motivos como a falta de tempo, a fadiga, as outras tarefas, etc. Eu sugiro que você siga o conselho desse amigo aqui que vos fala, ou melhor, que vos escreve e dê um passo importante na conclusão da sua faculdade e na busca da sua tão sonhada profissão. Procure conhecer o material que o Gustavo Periard tem para te orientar e te ajudar a fazer uma ótima apresentação da sua monografia e talvez até tirar uma nota melhor que a minha. Estou aqui torcendo por você e pelo seu sucesso.

    Bom, espero ter ajudado.

    Boa sorte pra você que leu esse humilde comentário e tudo de bom.

    Um forte abraço!

  58. Marilza 02.01.15 at 21:32 - Reply

    gostei muito..vou seguir

  59. Maria 11.03.15 at 20:39 - Reply

    Em relação a última cláusula. Quando fui iniciar a produção das substâncias testes minha coorientadora queria que fosse feita num local de sua confiança. Até aí, tudo bem, mas quando soube que eu seria proibida de participar do processo, Eu discordei, pois se é o meu trabalho a minha presença era fundamental. A resposta foi: se vira. Claro que me virei e fiz todo o processo com assessoria. Quando enviei o manuscrito digitado para ambos professores, coorientador e orientador, a resposta do primeiro foi: seja feliz. Imaginei que tinha gostado, mas na verdade soube na véspera da defesa que ela queria fazer parte da banca. Em suma, quis me reprovar junto com uma amiga convidada, mas como eu soube defender a idéia, ou seja a tese., fui aprovada.

    Será que há na lei algum artigo que proteja o aluno da arrogância e autoritarismo de seu superior que teoricamente o oriente, pois em nenhum momento F
    foi no laboratorio durante os 4 anos de curso.
    Menos mau, é que a orientadora manteve sua postura, apesar de nao se envolver nos ataques do coorientador.

  60. Roberta 12.04.15 at 08:50 - Reply

    O que é isto? “As conclusões não devem ser a última parte a ser escrita. Devem ser a primeira.” Isso é um verdadeiro absurdo em pesquisa científica!!! Mesmo que vc faça uma pesquisa teórica isso não é possível. Sinto muito mas não concordo com esta afirmação de forma alguma, taxativamente um absurdo sem tamanho!

  61. Suely de Souza Ribeiro 19.08.15 at 10:27 - Reply

    Muito bom, era tudo que precisa ouvir neste momento. Obrigado.

  62. Roger 29.08.15 at 23:52 - Reply

    A lei de Murphy é implacável na pós-graduação …. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  63. Thay 01.09.15 at 05:46 - Reply

    Excelente texto!!!

  64. Prof. João Batista do Nascimento 02.09.15 at 22:24 - Reply

    ESTATÍSTICAS CIENTÍFICAS ALARMANTES, ARTIGO DE NAGIB NASSAR
    Nagib Nassar é professor emérito da Universidade de Brasília. Artigo enviado ao JC Email pelo autor.
    Em sua última edição (Outubro de 2012), na página 37, a renomada revista Scientific American publicou um artigo com dados sobre os ‘Melhores Países na Ciência’. Nele, me chamou atenção que o Brasil está situado na sétima posição em número de doutores formados, na frente de países tradicionalmente reconhecidos nesta área como Canadá, Espanha, Austrália, Suécia, Suíça (12º lugar), Polônia, Holanda (14º lugar), Áustria, Bélgica, Finlândia e Dinamarca (24º lugar).
    Na primeira instância, nos desperta muito orgulho e admiração. Mas (há um ‘mas’ no caminho), a alegria não dura muito. Na coluna de categoria de trabalhos publicados em periódicos indexados e de razoável impacto, o Brasil não aparece em nenhuma posição relacionada, nem na última, que é o 25º lugar!
    Há muito para refletir sobre este assunto. Provavelmente, o mais importante seria identificar o mecanismo que encoraja formar doutores que não publicam artigos que valem e não conseguem fazer seus artigos serem aceitos em periódicos de impacto razoável nem serem citados por outros cientistas, que é o parâmetro mais importante para medir e avaliar trabalhos científicos.
    Espero que autoridades da esfera Federal, responsável pela formação dos doutores brasileiros, criem a necessária infraestrutura para melhorar essa situação e chegar a um perfil melhor de doutores formandos. Uma delas poderia ser o estabelecimento de medidas e critérios para avaliar cursos de pós-graduação, para que o perfil dos doutores formados corresponda a um pesquisador eficiente e capaz.
    Não é suficiente anexar a suas teses artigos publicados por qualquer periódico, deve haver um mínimo de fator de impacto do periódico para considerar a publicação válida. Há a necessidade de que a Capes estabeleça um número mínimo de créditos cursados por doutores formados, que não deveria ser menos de 60 créditos. Há muito cursos no Brasil onde o doutor formado mal chegou a 20 créditos cursados! Esse tipo de critério garante para doutores a habilidade de crescer futuramente, mesmo após sua formação.

  65. Assim Falou Golbery 02.09.15 at 22:23 - Reply

    As regras de ouro no Brasil sempre foram apenas duas: a) nunca pense em criar nada b) arranje orientador que tenha poder para fazer a banca aprovar qualquer porcaria

  66. Hugo Rodrigues 03.12.15 at 11:30 - Reply

    A primeira é :

    Não entre no curso!!!

  67. Isabella de Paula 03.12.15 at 12:28 - Reply

    Muito bom

  68. Dalliane Pires 03.12.15 at 12:30 - Reply

    A 10 é a mais difícil de não fazer!

  69. Mariana Paz 03.12.15 at 14:20 - Reply

    A primeira seria começar! rs

  70. Imprimir pra guardar junto com os livros! haha

  71. 9. NÃO CONFIE EM SEU COMPUTADOR – a mais pura verdade!

  72. Danilo A. Machado 03.12.15 at 19:08 - Reply

    Primeira: cair na bobeira de fazer tese

  73. Thiago Gomes 04.12.15 at 00:01 - Reply

    Lendo isso aqui.. ja cometi um dos erro: estou procrastinando! ??

  74. Bem assim.

  75. Cláudio 06.12.15 at 16:00 - Reply

    Que dica sinistra essa: “Pois esta ideia se aplica à elaboração do seu trabalho acadêmico também. Depois de todo o trabalho de coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e seus objetivos em mente, escreva suas conclusões.”

    Eu acho uma dica dessas DESONESTA. Um bom trabalho acadêmico (dissertação, tese ou seja lá o que for) deve ir PARA ONDE OS DADOS LEVEM. Isso significa concluir o que deve ser concluído NO FINAL, nada de concluir no começo! Muitas vezes você ao escrever os argumentos e expor os dados na sua tese ou dissertação vai perceber que eles levam para outra direção que aquela em que pensou inicialmente. Sacrificar esse processo de pensamento em prol de nota boa ou escrita mais fluida não justifica enforcar o Método Científico! Faça-me o favor!

    • Pós-Graduando 06.12.15 at 21:44 - Reply

      Cláudio,
      Repare que no trecho que você copiou está escrito “Depois de todo o trabalho de coleta E ANÁLISE DE DADOS“.
      Ou seja, depois que você já viu “PARA ONDE OS DADOS LEVAM” (sic), faça a conclusão e depois escreva as outras partes do trabalho, sabendo onde quer chegar.
      Não existe desonestidade porque você não fez as conclusões ANTES DA PESQUISA, fez apenas ANTES DA REDAÇÃO de outras partes do texto e APÓS A ANÁLISE DE DADOS.
      Lembra daquele roteiro que a professora de português do ensino fundamental nos ensinava a fazer antes de iniciar a redação?
      Pois é, essa dica também vale para a redação científica e acredite, tendo os objetivos e as conclusões em mente fica MUITO mais fácil decidir os pontos que devem ser abordados no trabalho e a sequencia lógica para conduzir ao grande final (as conclusões).
      E em relação ao método científico, ele pressupõe que primeiro você encontre as respostas às suas perguntas (conclusões) para que depois você as compartilhe com os seus pares (redação científica).
      Agora, se “ao escrever os argumentos e expor os dados” você percebe que “eles levam (sic) para outra direção que aquela em que pensou inicialmente“, que tal refletir com mais calma sobre a sua pesquisa como um todo e sobre os resultados que você obteve ANTES de começar a escrever o trabalho?
      Por fim, vale ressaltar que não existe uma regra rígida para escrever uma dissertação ou tese. Cada um faz de acordo com a sua forma de pensar e o seu próprio estilo.
      Mas posso te garantir que escrever as conclusões após realizar a pesquisa e ANALISAR OS DADOS com calma não só não é desonesto como é algo recomendado por vários autores. Sugiro a você, inclusive, a leitura dos livros do professor Gilson Volpato, que tão brilhantemente abordam essa forma de escrever.

  76. José Roberto 06.12.15 at 22:10 - Reply

    O Rafael (19.03.13 em 20:06) não conseguiu ler o “desnecessariamente” depois da palavra “discutir“.

    O Casimiro Ramos (25.07.13 em 17:43), a Roberta (12.04.15 em 08:50) e o Cláudio (06.12.15 em 16:00) não conseguiram entender o “faça as conclusões depois de todo o trabalho de coleta e análise de dados“.

    Me preocupo com a capacidade de interpretar e compreender os resultados de uma pesquisa científica desse pessoal, já que não conseguem sequer interpretar e compreender um simples (e bem escrito, a propósito) post de blog.

    O nível de compreensão e interpretação de textos na Pós-Graduação parece ter atingindo níveis alarmantes.

    Imaginem agora o nível da Ciência praticada por esses pesquisadores com tamanha deficiência em habilidades básicas…

  77. Maria Fernanda 18.12.15 at 22:13 - Reply

    Não procrastine. 😉

  78. Hugo 02.02.16 at 14:13 - Reply

    Um item crítico para qualquer dissertação é respaldar as afirmações com dados comprobatórios. Uma redação com informações especulativas perderá a credibilidade.

  79. Marcos 22.02.17 at 15:20 - Reply

    Li as ponderações e só admirei umas três.

  80. Marcelo Beneti 03.06.17 at 21:20 - Reply

    Na minha opinião, não tem essa de colocar o rabo entre as pernas, tem que haver respeito entre orientador e orientando, desculpe não é tudo que engulo goela abaixo, tem momento que tem que se impor, não nasci para ser capacho.

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