Sobre aquela editora que está tentando publicar minha dissertação de graça

No início de julho, recebi um e-mail, do representante de uma editora. Dizia ele que havia encontrado minha dissertação na base de dados da universidade, e que a editora gostaria de publicá-la. O formato do e-mail é o seguinte:

Prezado

[autor]:
Dirijo-me a você em representação da editora Novas Edições Acadêmicas.
Encontramos uma referência ao seu trabalho intitulado “[título]”, consultando a base de dados da [instituição de ensino superior].
Me comunico com você para oferecer-lhe a oportunidade de publicá-lo em forma de livro impresso de maneira gratuita.

Minha primeira reação: “Piá, que massa! Vou publicar “de grátis”!

Segundos depois lembrei dos amigos que já publicaram seus trabalhos acadêmicos, e como foi difícil para muitos ter de arcar com os custos de edição, tiragem mínima, revisão, distribuição, etc.

Segunda reação: “Quando a esmola é demais…

Resolvi pesquisar no Google o nome da editora, mas não encontrei queixas. Então usei o nome da empresa responsável pela editora.

O grupo responsável pela marca é o VDM Publishing, grupo alemão, também responsável pela editora Lambert Academic Publishing (LAP). Usando o nome da LAP no Google, você encontrará inúmeras críticas ao grupo. Sugiro darem uma olhada nestes blogs:

1. Lambert Academic Publishing Continues to Spam

2. Why You Shouldn’t Publish with Lap Lambert, German Publishing House

3. Behind Lambert Academic Publishing’s marketing gimmick

4. Lambert Academic Publishing (or How Not to Publish Your Thesis)

Resumidamente, a prática do VDM é a seguinte: eles entram em contato com vários autores, dizendo que irão “publicar” o livro de graça. Na verdade, o que eles fazem é fornecer uma edição digital da sua dissertação ou monografia, com a capa da editora. Todo o trabalho de revisão de texto fica com o autor. Se você quiser seu livro impresso, terá de pagar. E não é barato (o site cobra em euro!), além da qualidade do material não ser das melhores.

Não vejo problemas com o estilo “on demand” em editoras que prezam pela qualidade do texto publicado, mas o que dizer das editoras do grupo VDM? Elas sequer fazem a revisão do texto ou solicitam a análise da obra por especialistas na área.

Terceira reação: “Mas se eles querem publicar em formato de livro um trabalho que já está disponível na internet, por que não?“.

Literalmente falando, seria como pegar minha dissertação, colocar uma capa com a minha foto, nome de editora e número de ISBN. O problema é que eu consultei a base do ISBN e não encontrei a editora NEA. Testei os números de ISBN de algumas obras do catálogo da editora e nenhuma constava na base.

Lá fora, ter a obra publicada por uma editora VDM não rende muitos pontos. O grupo se aproveita da máquina de produção de textos que virou o mundo científico: ter um bom currículo implica ter muitas publicações (lattes, um beijo grande!), e diante da possibilidade de publicar de graça uma dissertação ou monografia em formato de livro, quem resiste?

Mas é bom ficar de olho: caso queria publicar pelas editoras do grupo VDM, considere o risco de ceder os direitos de sua obra a um grupo internacionalmente criticado.

Texto escrito por Wellington Oliveira dos Santos – Doutorando em Educação

By |2018-12-06T01:56:20+00:0002-08-2014|debates|207 Comments

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207 Comments

  1. Elisa 02.08.14 at 16:36 - Reply

    Muito obrigada pela informação! Recebi o email e fiquei com as mesmas dúvidas mas não cheguei a pesquisar muito sobre a empresa. Por fim,também achei que não seria um bom negócio. Obrigada novamente!

    • Tassia Santos 07.03.17 at 23:50 - Reply

      Acabei de receber o e-mail da editora, e tive as mesmas reações. Obrigada por compartilhar sua pesquisa!
      Em 2017 o mesmo golpe, o mesmo e-mail.

      • Catedrático Analfabeto 01.08.17 at 19:43 - Reply

        haha. A minha cópia impressa da tese eu dei para um bodegueiro fechar um buraco em uma prateleira. Foi muito útil mesmo.

      • Mirella 03.08.17 at 07:07 - Reply

        Também recebi esse e-mail. Obrigada por esclarecer minhas duvidas.

    • Maria Lucimar Alencar de Sousa Silveira 24.03.17 at 09:11 - Reply

      Agradeço por informar! Evitou-me muitos constrangimentos.

    • Larissa 15.06.18 at 13:54 - Reply

      ACabei de receber um e-mail deles, que decepção.

  2. Bianca Bueno 02.08.14 at 16:37 - Reply

    Pensei que só eu tinha recebido esse e-mail. 😮

    • João Cirino Gomes 18.12.15 at 21:02 - Reply

      Pretensos escritores.
      Eu João Cirino Gomes; Autor de varias obras, inclusive da Obra O Massacre da Máfia no Amazonas, venho por meio desta informar aos desavisados interessados em publicar, para tomarem cuidado com a Biblioteca Editora 24×7, pois este pessoal vem dando o golpe em vários autores.
      E os que já foram lesados por esta editora, entrem em contato comigo, através do email> [email protected]
      A intenção é entrar com um processo por propaganda enganosa, estelionato e apropriação indébita; pois os picaretas irresponsáveis, que administram esta editora; digo espelunca, ou arapuca, estão dando o golpe no mercado.
      Este pessoal faz promessas, interessados em se apropriarem de certo valor pago pelo autor, não cumprem nada do prometido, dizem que a obra não vende, mas mesmo depois dos três anos contratuais, continuam postando a obra e fazendo propaganda comercial da mesma. Se vc mandar uma carta para destrato, eles dizem que não receberam e continuam usando a obra sem sua permissão, e sem pagar nada por isso, como se fossem donas da obra.
      De longas datas eles vêm agindo desta maneira.
      Se vc não tomar providencias, eles se apossam de sua obra, pois direitos autorais, nenhum autor recebe mesmo.

    • CYNTHIA HELENA CHAVES OLIVEIRA 11.05.17 at 21:16 - Reply

      Bianca, eu também recebi kkkk… ilusão por dois minutos até tu voltar pra realidade.

  3. Carol Fuzaro 02.08.14 at 16:46 - Reply

    Eu também quase caí no conto do vigário!

  4. Nana 02.08.14 at 16:51 - Reply

    A Editora Appris entrou em contato comigo com uma proposta que serviria mais para alimentar o meu ego do que de fato publicar. Gastaria uma bela grana com revisão e adquirindo diversos exemplares de uma obra que está no repositório da minha instituição de graça… quem comoraria?

    • Natália 04.05.17 at 12:03 - Reply

      Recebi um e-mail dessa editora Appris hoje, mas achei estranho. Já tinha recebido um e-mail semelhante há uns anos tempo e recusado, mas não sabia se tinha feito certo, apenas segui meus instintos. Ainda bem que encontrei esse artigo e o seu comentário, me fez ver que se trata de uma cilada mesmo.

  5. Carla Feio 02.08.14 at 16:59 - Reply

    Quase cai nessa marmota.

  6. Aline Teixeira 02.08.14 at 17:02 - Reply

    E eu ainda recebi 2 e-mails rs o.O

  7. Era so o que faltava

  8. Vanessa K P Oliveira 02.08.14 at 17:22 - Reply

    Tbm fiquei com a pulga atras da orelha …

  9. Andrea Vianna 02.08.14 at 17:39 - Reply

    Passei pela mesma situação. A abordagem foi semelhante e a minha pesquisa tbm. Recebi um contrato “draconiano” e preferi continuar de posse dos direitos autorais do meu trabalho. Mesmo sendo um oferta aparentemente interessante, é só aparência mesmo.

  10. Maurício Dourado 02.08.14 at 17:44 - Reply

    Recebi também um email diretamente de uma editora da LAMBERT Academic Publishing, que chegou em mim atraves de um artigo publicado. Minha primeira reação foi exatamente essa de “Quando a esmola é demais..” e seu texto só serviu pra confirmar esse feeling. Obrigado, abraços.

  11. Suene 02.08.14 at 17:45 - Reply

    Muito válida a informação. Obrigada por compartilhar no site!

  12. Vixe, tb recebi tal e-mail. Que balde de água fria, achei q tava arrasando, hehehehehehehh

  13. Laryssa 02.08.14 at 18:54 - Reply

    eu tbm recebi este e-mail e quase cai na pegadinha

  14. Diogo Provete 02.08.14 at 19:01 - Reply

    Eu terminei o mestrado em Biologia Animal em 2010 e neste mesmo ano recebi um email deles. De fato tive de fazer tudo: diagramação, adequação, tradução etc. Tb pensei a mesma coisa “qdo a esmola é d+” etc. Mas eles me enviaram uma cópia do livro impresso (claro que não é uma baita qualidade, mas tb não é daqueles livros q vc compra em banca de revista), o ISBN é válido (http://www.amazon.de/Diversity-resource-Neotropical-tadpole-metacommunity/dp/3846517275/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1407020031&sr=8-1&keywords=neotropical+tadpole) e o livro fica sim disponível pra compra e vc recebe royalties por isso. Isso talvez seja mais complicado pra quem é de humanas, em que a tese em si é uma obra. No meu caso a tese era um conj de 3 cap que depois acabei modificando bastante pra publicar em uma revista da área. Se vale à pena? Ao menos pra mim valeu muito.

    • marciana 16.09.14 at 14:12 - Reply

      Olá Diogo Provete, gostaria de saber se você traduziu todo o seu trabalho para o inglês para ser publicado na editora NEA ?

      • Diogo Provete 16.10.14 at 09:33 - Reply

        Oi Marciana,
        no meu caso já tinha escrito boa parte da tese em inglês, só a introdução geral foi em português. O que fiz foi conferir tudo e incluir uma versão resumida da introdução geral em inglês.

    • Natalino das Neves 18.09.14 at 15:08 - Reply

      Caro Diogo, eu também recebi o convite e o livro está pronto para impressão. Agora estão oferecendo para eu comprar.

      É possível você me enviar sue email para conversarmos sobre o assunto? Se for, favor enviar mensagem para meu email [email protected].

      At,

      Natalino das Neves

      • Diogo Provete 16.10.14 at 09:34 - Reply

        Pois é, fiquei sabendo que agora não estão enviando mais uma cópia pro autor. É uma pena.

    • Bianca 28.10.15 at 15:00 - Reply

      Você chegou a receber royalties?

    • Daise Ferreira 04.04.16 at 02:46 - Reply

      Diogo, como vc fz pra receber? precisa abrir conta na alemanha?
      me ajuda

    • Dioge 18.01.18 at 15:14 - Reply

      Oi Diego, consultei o ISBN da sua obra mas não o encontrei. Realizei a consulta no site http://www.isbn.bn.br/website/consulta/cadastro é neste local ou onde vejo? Ainda estou com dúvidas se submeto meu trabalho… passado este tempo, você ainda aconselha? Obrigado!

  15. Cínthia Silva 02.08.14 at 19:28 - Reply

    As minhas reações foram quase as mesmas! Rs… daí pesquisei um pouco na Internet e vi essas críticas, e o pior foi perceber que eles procuram em locais que sabem a dificuldade de se publicar. Me senti uma tonta. Enfim, mundo doido no qual precisamos de publicação e lugares que se aproveitam. É a vida!

  16. Moisés 03.08.14 at 00:28 - Reply

    Muito útil o seu texto.

  17. Andrea Portela 03.08.14 at 11:07 - Reply

    Recebi vários e-mails pedindo para publicar meu trabalho, não respondi a todos, só a um informei que não interessava…Até que um dia vi que publicaram on-line mesmo assim.

    • Bia 23.10.14 at 13:15 - Reply

      Você enviou seu trabalho em Word ou PDF para a Editora? Se não, como conseguiram publicar?
      Você havia registrado seu trabalho?
      Att.

    • Maria Elizabet Paez Rodriguez 27.03.17 at 11:10 - Reply

      Andrea bom dia!

      Publicaram seu trabalho à sua revelia? o que você fez?

  18. angeli rose 03.08.14 at 12:28 - Reply

    Estou com 3 livros pagos em 2 editoras comerciais e sem perfil de textos acadêmicos.Nos orçamentos e pacotes prometeram mundos e fundos.Isso tem quase 5 anos, até hoje estou sem a publicação comercial.Acionei uma delas pelo serviço de PROCON do escritório da universidade,nem deu a mínima e ainda mudou de endereço: Editora Paju(eu tinha um infanto-juvenil nela).
    A outra editora,Editora Shoba,SP,criou tanta dificuldade depois de pago o serviço,tanta desculpa, tanta falta de respeito,que parei de contatá-los.Estou buscando a melhor forma de publicar a minha tese e outro livro de ficção derivado de blog.(e ainda corro o risco de reclamarem por citá-los,mesmo tendo documentos e emails que mostrem o quanto foram constrangedores ).
    Os dois primeiros livros estão com ISBN e tem até provas,pilotos,mas a obra final, nada.
    Quanto a advogados do ramo, ainda não encontrei nenhum interessado em pegar as causas.
    Podem imaginar os prejuízos morais,emocionais, profissionais, acadêmcios e financeiros que já me causaram?
    (mas posso lhes dizer que as dificuldades de publicação por editoras comerciais advém , entre outras questões,de uma rede que permite ou não as suas publicações, assim como o famoso Q.I.
    Se vc cair na rede dos queridinhos, tudo bem, caso contrário…

  19. Luciane 03.08.14 at 19:53 - Reply

    Publiquei a dissertação de mestrado em inglês: http://www.amazon.com/Aids-related-Factors-Among-School-Students/dp/3639268849. Gostei do resultado. E, então tbém fiz o mesmo com a tese, porém em português: https://www.nea-edicoes.com/catalog/details//store/pt/book/978-3-639-61028-4/a-integralidade-na-aten%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0s-dst-hiv-aids. A publicação da tese a qualidade do material foi melhor. A ideia foi divulgar cada vez mais os resultados das pesquisas. Só esclarecendo, vc não perde seus direitos. Vc “cederá os direitos de uso para réplica e divulgação do seu trabalho”, “na qualidade de autor, você conservará os direitos do seu trabalho inclusive depois de assinar o contrato conosco. Também conservará o direito à publicação parcial do seu trabalho (o equivalente a um capítulo do seu trabalho) em outras formas (como documento técnico, publicação on-line, etc.) Mesmo assim, se tratar de uma tese de graduação, mestrado, doutorado ou pós-doutorado realizado em uma universidade, poderá divulgar a totalidade do seu trabalho através de servidores de texto completo (ex: a biblioteca científica da instituição na qual apresentou o trabalho)”. Para mim valeu muito!!!

    • Vinícius 04.08.14 at 12:52 - Reply

      Interessante, mas cada exemplar custa mais de R$200 e o arquivo pode ser baixado gratuitamente no site da USP. Quem compraria esse livro?

      • Vinícius 16.10.18 at 11:01 - Reply

        O objetivo não é vender livros, sou pesquisador e faz muita diferença ter um livro publicado, vale mais do que barras de ouro.

  20. Letticia 04.08.14 at 06:32 - Reply

    Vocês tem informações sobre a editora Prismas do RS? recebi o convite da NEA e da Prismas, s. Se alguém tiver alguma informação relevante por favor, deixa aqui o comentário! valeu!

    • André 19.02.15 at 19:33 - Reply

      Também recebi proposta da NEA e da Editora PRISMAS. Gostaria de saber sobre essa editora Prismas, alguém sabe alguma coisa sobre ela? fiquei bem desconfiado, pois numa semana recebo convite para publicação de minha dissertação pela NEA, na outra semana pela PRISMAS. Tem alguma coisa estranha! Em três anos de defendida a dissertação nunca nenhuma editora havia procurado e agora 2 de uma só vez! Quem tiver alguma informação sobre essa editora por favor comentem!

      • Felipe 17.07.15 at 22:15 - Reply

        André to com o mesmo dilema seu.

        Já to na fase de perder dias lendo o contrato absurdo de 30 páginas…

        O que deu pra voce? Assinou? Abs

      • Felipe 29.03.17 at 14:59 - Reply

        André, você descobriu algo sobre a Prismas?

  21. Neyliane 04.08.14 at 17:05 - Reply

    Tb recebi o e-mail e deixei em stand-by justamente para investigar melhor! Já fizeram isso por mim! Valeu o alerta!

  22. Luciane 08.08.14 at 08:46 - Reply

    Quem quiser!!! Com o advento da internet os livros não sumiram, eles existem. Tem pessoas que preferem livros. Quem quiser o livro compra, quem não quiser e tiver conhecimento do site da USP, baixe de graça. Simples assim!

  23. Sanye Soroldoni 09.08.14 at 16:37 - Reply

    Fiamma, no meu caso não foi de graça. Eu teria que pagar por alguns serviços editoriais e ainda pelo lançamento… Enfim, já desisti, pois pra mim é furada!

  24. Eduardo 13.08.14 at 20:44 - Reply

    Muito útil seu texto, é um ponto importante a se pensar.

  25. Alberto 14.08.14 at 21:44 - Reply

    Li o texto e os comentários abaixo. Fiquei desconfiado, mas achei interessante checar as informações.
    Ambas as pessoas que apresentaram suas obras aqui no site na Amazon e na NEA estão expondo suas opiniões em relação à experiência na publicação. Acho extremamente válida a iniciativa. Mas, eu verifiquei todos os ISBN fornecidos na Amazon dos respectivos livros usando a consulta por número do ISBN no site http://www.isbn.bn.br/website/consulta/cadastro. Nenhuma das obras consta na base de dados. Não duvido que recebam royalties sobre a venda de suas obras e que a intenção dessa editora é a melhor possível. Porém, na falta de ISBN e na falta da revisão por pares do material publicado, publicar sua tese ou um uma revistinha de cordel tem o mesmo valor acadêmico.

    • Gabriela 11.07.15 at 17:10 - Reply

      O ISBN não consta na base de dados brasileira, pois os livros são publicados por uma editora alemã. Qualquer livro não publicado no Brasil não terá ISBN brasileiro, o que não quer dizer que o ISBN não é válido.

      Quanto à revisão, cabe ao autor ter consciência e responsabilidade por aquilo que publica. Se é um texto de dissertação ou tese de doutorado, espera-se que já tenha passado pelo crivo de avaliadores da área. Então, se mesmo assim desconfia da qualidade do que é publicado, o problema não é com a editora, mas com a qualidade do que está sendo aprovado na Pós-Graduação do país.

    • Julio 02.05.17 at 22:20 - Reply

      Reparem que não é fornecido um ISBN, mas sim um ISSN. Para quem não sabe: ISBN é um cadastro na biblioteca nacional do Brasil. ISSN é um código mundial. A editora NEA tem a sede na Alemanha, e você recebe um ISSN. Na prática é melhor um ISSN.

      • Selma Conte 18.05.17 at 09:25 - Reply

        Bom dia, para esclarecer

        O ISBN – International Standard Book Number – é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país, a editora, individualizando-os inclusive por edição. Utilizado também para identificar software, seu sistema numérico é convertido em código de barras, o que elimina barreiras linguísticas e facilita a circulação e comercialização das obras.

        O ISSN (International Standard Serial Number), sigla em inglês para Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas, é o código aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada. Esse número se torna único e exclusivo do título da publicação ao qual foi atribuído, e seu uso é padronizado pela ISO 3297. Por ser um código único, o ISSN identifica o título de uma publicação seriada durante todo o seu ciclo de existência (fase de lançamento, circulação e encerramento da revista), seja qual for o idioma ou suporte físico utilizado (impresso, online, CD-ROM e demais mídias).

  26. Isaura 06.09.14 at 16:17 - Reply

    Muito interessante a postagem sobre a publicação de monografias, teses e dissertações. Hoje mesmo resolvi buscar formas de publicar minha dissertação completa e achei tudo muito difícil, burocrático e estranho. Por enquanto estou buscando a publicação no LILACS. Alguém me daria alguma sugestão???

    Agradeço.

    • Silvana Schubert 19.04.18 at 19:53 - Reply

      Nunca ouvi falar… mas hoje está tão fácil abrir editoras, que deveríamos nos reunir e publicar juntos…kkkk

  27. Luciane 08.09.14 at 09:39 - Reply

    Então, o livro está na base de dados do ISBN da Alemanha, pois a editora é deste país (https://portal.dnb.de/opac.htm;jsessionid=5A51C9722FF8FD796DDE24972D37BC10.prod-worker0?query=978-3-639-61028-4&method=simpleSearch). Nunca recebi royalties pq realmente a venda é baixa, mas minha intenção nunca foi essa. A ideia era mais uma possiblidade de divulgar a tese, os resultados da pesquisa. Tanto a dissertação (publicada em inglês) qto a tese (5 professores doutores) foram muito bem avaliadas por uma banca de altíssimo nível acadêmico (não foram amigos, foram referências). E, graças ao esforço de anos, a tese ter recebido excelente avaliação em todos os quesitos, optei em publicar em forma de livro. Parabéns para quem publica revista de cordel. Mas, não dá para comparar uma obra com a outra, pois são obras diferentes. Ainda acho que vale a pena!

    • Natalino das Neves 18.09.14 at 15:24 - Reply

      Luciane, estou no processo final de publicação e oferta de compra de exemplares. Você pode me enviar uma mensagem para meu email ([email protected]) para conversarmos sobre o assunto?

      At,

      Natalino das Neves

  28. Monica 14.09.14 at 12:10 - Reply

    Muito obrigada. Pedi à editora o arquivo da suposta revisão que teriam feito, e recebi como resposta um link para formatar minha tese. Como sei muito bem como funciona o trabalho de edição, desisti de publicar. Trabalhei em uma editora. E, decididamente, a NEA não é uma.

  29. Bruna Arantes 19.09.14 at 13:32 - Reply

    Putz também recebi pessoal!
    Fiquei super desconfiada mas até chegeui a mandar meu trabalho.
    NA hora de preencher os dados do formulário tem o Termos e Condições, foi quando li isso:
    1. O autor transfere à Editora, sem limitações
    geográficas durante o período legal de direitos
    autorais, o direito exclusivo de reprodução e
    divulgação (direito editorial) da obra, incluídos
    todos os textos bibliográficos ou imagens
    proporcionadas pelo Autor (por exemplo: texto
    da capa, CV) para todas as edições impressas e
    eletrônicas (livros eletrônicos), e assim também
    para todas as edições sem limitação de unidades
    e em todas as variações linguísticas

    Achei bem estranho…enfim tô fora!
    Abraços e abram os olhos autores!

    • Silvana Schubert 19.04.18 at 19:55 - Reply

      Por isso a importância de interpretar e inserir no contrato o que você compreende como correto, com a editora Prismas eu fiz algumas alterações, com a CRV também tive essa oportunidade, então, fiquemos atentos para fazer as inferências necessárias.

  30. Erick 21.09.14 at 12:32 - Reply

    Como dizem, muitos pensam que sabem, mas não sabem. Escrevem para informar, mas não informam. O bom disso é o debate, as contradições postas. Enfim, a decisão de publicar (ou não) é individual e recai sobre as perspectivas individuais. Isso posto, convém ressaltar, que a consulta do ISBN deve ser feita na base do país no qual a obra foi publicada. Não adianta você publicar no Camboja e procurar o ISBN na base do Zimbábue. Simples!!! Todos, temos o direito de achar que é (ou não é) um bom negócio, mas antes de lançarmos teorias é preciso conhecimento sobre o processo. Muitos mal sabem interpretar os contratos (e, nesse caso, é justo o “enfim tô fora”). Aliás, sem ceder os direitos de reprodução, direitos de distribuição sem limitações geográficas, somente publicarão em suas próprias editoras, que somente distribuirá suas obras para o seu cômodo de estar. rsrs Enfim, as propostas são apresentadas e as aceitam quem quiser. No meu caso, embora, tenha considerado como não sendo a ideal – sobretudo pelo preço cobrado na venda -, optei pela publicações de dois livros, os quais estão na base do ISBN Alemanha, foram avaliados por banca de especialistas, e estão – sim (mesmo com o preço ALTO) sendo vendidos. Mas lembrem-se, existem outras formas para a publicação <<>>> somente não critiquem quem publicou, sem conhecer os motivos da escolha e, sobretudo, os processos de publicação. Saludos.

  31. Ana paula Campos 26.09.14 at 15:18 - Reply

    Alguém aqui publicou pela Appris???

    • Augusto Vidal 07.07.15 at 14:11 - Reply

      Prezada Ana Paula, boa tarde.

      Caso queira conhecer a qualidade e o profissionalismo com o qual trabalhamos, entre em contato conosco através do e-mail [email protected]. Através deste e-mail poderei esclarecer qualquer dúvida e tranquiliza-la quanto à lisura do nosso trabalho.

    • Fabio 09.10.17 at 20:50 - Reply

      Boa noite Augusto Vidal!!
      Vc já publicou pela editora Appris?
      O que acha da editora?

      Att,

  32. Suellen 02.10.14 at 13:30 - Reply

    Também recebi, tal email e tb fiquei desconfiada. Realmente a esmola está muito grande…

  33. Bete 04.10.14 at 12:14 - Reply

    Recebi uma proposta de publicação de minha tese pela Appris, mas tenho que pagar. Alguém sabe de alguma coisa dessa editora?

    • Augusto Vidal 07.07.15 at 14:19 - Reply

      Prezada Bete, boa tarde.

      Nesta mesma publicação há o comentário do senhor Luiz Adolfo de Andrade, que é publicou conosco o livro “Jogos Digitais, Cidade e (Trans)mídia: A Próxima Fase”, sendo do seu interesse, dê uma olhada.

      Caso queira conhecer a qualidade e o profissionalismo com o qual trabalhamos, entre em contato conosco através do e-mail [email protected]. Através deste e-mail poderei esclarecer qualquer dúvida e tranquiliza-la quanto à lisura do nosso trabalho.

    • Alexandre 10.08.18 at 11:08 - Reply

      Ela publica, conselho editorial, distribuição, alguns exemplares, mas sem esmola. Fica bem caro pelas benesses.

  34. Bete 04.10.14 at 12:17 - Reply

    Alguém sabe SE A EDITORA APPRIS É CONFIÁVEL?

    • Fabio 09.10.17 at 20:51 - Reply

      Boa noite.

      Bete o que acha da editora Appris?

  35. Kely 04.10.14 at 13:43 - Reply

    Também recebi esse e-mail e com a seguinte referência:

    Novas Edições Acadêmicas é uma marca comercial de:
    OmniScriptum GmbH & Co. KG

    Heinrich-Böcking-Str. 6-8
    66121, Saarbrücken, Germany

    m.teixeira [at] nea-edicoes . com
    www . nea-edicoes . com

    Cadastro de comércio : Handelsregister Amtsgericht Saarbrücken HRA 10356
    Número de Identificação (Verkehrsnummer): 13955
    Sócio com responsabilidade ilimitada: OMS Management GmbH
    Handelsregister Amtsgericht Saarbrücken HRB 18918
    Diretores gerais: Thorsten Ohm (CEO)

  36. Monica 12.10.14 at 06:07 - Reply

    Obrigada pelas informaçoes, estou fora do Brasil, desculpem a falta de acentos.
    Também recebi este contato, e quando a editora me escreveu dizendo: “foi um prazer revisar seu trabalho”, pedi o arquivo com a revisao. A resposta foi outro e-mail padrao me pedindo para baixar nao sei o que e etc etc. Ora, detesto ser ignorada, entao agora nao respondo mais aos emails intitulados “lembrete”. A postura mostra quem é esta editora. Fujamos, pois!

  37. Stephen P. 29.10.14 at 14:29 - Reply

    O problema principal de publicar na LAP, NEA ou sob as outras marcas da OmniScriptum GmbH é que o autor pode acabar com a pecha de tapeador. É só pensar quem compraria por preços altíssimos um livro com conteúdo que está disponível online. Serão desavisados completos, família e amigos ou bibliotecas usando fundos de projetos. Até uma cópia para o autor é paga! Quer dizer nem aquela com dedicatória para mamãe rola sem um pedágio altíssimo.

    Recentemente saiu este artigo no Slate com o relato de uma publicação LAP:

    http://www.slate.com/articles/technology/future_tense/2014/03/lap_lambert_academic_publishing_my_trip_to_a_print_content_farm.single.html

  38. Gabriele 10.11.14 at 20:06 - Reply

    Olá!
    Recebi a oferta da Appris e da NEA. Alguém tem mais informações sobre o processo da Appris? Se sim, segue meu e-mail para contato: [email protected].

    • Augusto Vidal 07.07.15 at 14:30 - Reply

      Prezada Gabriele, boa tarde.

      Ao responder o e-mail que lhe foi enviado por um dos nossos agentes, receberá todas as informações pertinentes de como funciona o nosso processo de publicação e terá subsídios o suficiente para averiguar a qualidade e o profissionalismo que estão presentes em cada etapa, da análise do original até a impressão. Todas os nossos livros seguem rigorosamente todas as normatizações exigidas pela CAPES.

      Estou à disposição através do e-mail [email protected]

  39. Luiz Adolfo de Andrade 19.11.14 at 20:27 - Reply

    Olá pessoal, estou publicando minha tese pela Appris e estou muito satisfeito até aqui. Vale lembrar que a maioria das editoras cobra pela publicação, salvo casos de grande referenciais de area. Pela Appris, o autor so deve pagar 840 reais pela fase pre editorial, na qual o livro passa pelo conselho editorial e pelos revisores técnicos. No entanto, se vc quiser ficar com algum exemplar do livro, eles tem 3 planos de atacado(que saem com preço mais baratos que o varejo): 130, 180 ou 250 exemplares. Eu fiquei com a primeira opção, assinamos contrato c firma reconhecida e tudo mais. Gastei, ao todo, quase 6.000 pra ter 1.000 copias editadas e 130 na minha mão. Agora o lado interessante: como a Appris possui conselho editorial, a universidade que trabalho reconhece como produção cientifica e mê dá uma gratificação de 10x no salario base por 2 anos. Em 1 ano, pago o que gastei no livro e o resto é lucro. Fora todos os outro meritos de ter mais um livro publicado. Enfim, acho que valeu e estou satisfeito com a Appris. Espero ter ajudado na escolha de vcs! abs

    • Luiz Adolfo de Andrade 19.11.14 at 20:30 - Reply

      Ops, corrigindo, a gratificação da minha IES pela publicação com conselho editorial é de 10% no base

    • Augusto Vidal 07.07.15 at 14:21 - Reply

      Prezado professor Luiz Adolfo,

      Agradeço, em nome da editora, por seu comentário.

      Estou à disposição para qualquer questão através do e-mail: [email protected]

      Atenciosamente,
      Augusto Vidal

    • RAFAEL SANTOS 27.10.16 at 13:53 - Reply

      Olá professor Luiz, o senhor poderia compartilhar seu e-mail para que eu possa entrar em contato?
      Att.
      Rafael Santos

    • Fabio 09.10.17 at 20:54 - Reply

      Boa noite Rafael Santos.

      O que vc acha da editora appris?

      Recebir uns email querendo publicar minha dissertação.

      Att,

    • Ana Fatima 30.05.18 at 20:21 - Reply

      Ajudou-me de montão. Estava mesmo querendo tirar dúvidas sobre a Appris.

  40. Camila Coelho 23.11.14 at 17:55 - Reply

    Walter Cicarini

  41. Prissilla 14.12.14 at 12:38 - Reply

    Uma dúvida, por estar na base de dados da Alemanha, a publicação do livro tem validade aqui no Brasil para concurso (Algumas provas de concurso contam a publicação de livros como título, será que essas publicações, mesmo não estando na base de dados do Brasil (ISBN), serve?)

  42. Alessandra Xavier 15.12.14 at 13:04 - Reply

    Aff, acabei de receber a proposta dessa NEA…

  43. Alexandre de Siqueira 16.12.14 at 08:56 - Reply

    O texto me caiu como uma luva; já estava pensando em fazer um “negócio bacana” com eles.
    Agradeço Wellington! Abraço!

  44. Betita 03.01.15 at 19:03 - Reply

    Recebi esse convite e fiquei feliz. Não por alguma possibilidade de status, esse posso adquirir vivendo a minha vida da melhor forma que consigo,procurando sempre incentivar e aplaudir boas iniciativas. Fiquei feliz com o convite e trabalhei muito para atualizar minha dissertação e transformá-la em um manuscrito que considerei bom para ser publicado independente do suporte. Fiz isso por que acho maravilhosa a ideia de que a minha pesquisa saia dos bancos de teses e dissertações, e da prateleira da Biblioteca Universitária e alcance mais pessoas. Meu objetivo não é ganhar, nem enriquecer meu Lattes. Ele é bem bom e honesto.É fruto do meu trabalho.
    Meu objetivo é disseminar as informações que levantei, através do maior número de veículos possível para, quem sabe, contribuir com a construção de algum conhecimento.Informação parada não serve para nada. O objetivo não deve ser sempre ganho pessoal.Esse não é o espírito de um pesquisador. Parabenizo a NEA, independente do número de pessoas que trabalhem nela, e do tamanho do escritório. A nacionalidade dela não me importa.Conheço poucas organizações(mesmo de duas pessoas) se propondo a facilitar a divulgação de trabalhos científicos.Quanto a críticas que o grupo receba, meu trabalho fala por mim, faço questão de entregá-lo impecável, e o farei. Cedi os direitos. Obtive o título de mestre em 2012, e desde lá minha dissertação foi citada por meus pares, mas gostaria realmente que mais alguém a conhecesse. Achei uma iniciativa maravilhosa.Tomara que pelo menos mais duas pessoas leiam( pode ser quem trabalha no escritório da NEA, não me importo), pelo menos uma parte dela. Já ficarei feliz.

    • Francisco 29.01.15 at 22:11 - Reply

      Betita, desculpe pelos erros, mas meu idioma nativo é o espanhol. Adorei teu comentário porque teu principal interesse é a divulgação da tua pesquisa. Esso é tão importante porque muitas vezes as tese ficam esquecidas nas bibliotecas e é com esta classe de oferecimentos que se consegue chegar a um universo mais amplio de leitores. Tomara possas dar nos o titulo da tua pesquisa para procurar la. Um grande abraço desde Peru.

    • Alice 10.07.15 at 20:20 - Reply

      Olá, vc poderia me falar quais foram todos os custos envolvidos nessa publicacao com a NEA? Me parece que é preciso traducao de todo o trabalho para o idioma ingles, é isso mesmo? Desculpe a falta de acentuacao e muito obrigada.

  45. Jaqueline 11.01.15 at 18:37 - Reply

    recebi convite para publicação na Editora Appris. Achei a oferta interessante. Alguém mais recebeu? contato [email protected]

    • Fabio 09.10.17 at 20:55 - Reply

      Boa noite Jaqueline.

      O que vc acha da editora appris?
      È porque recebi um convite para publicar(livro) minha dissertação.

      Att,

  46. Márcio 11.02.15 at 13:42 - Reply

    Pessoal, não caiam nessa!

    Muito inocentes as pessoas que publicam obras valiosas, fruto de muita pesquisa e dedicação, em pseudo-editoras como essa NEA. Quem é a favor, ou trabalha na editora ou não quer admitir que foi enganado. Trabalhos bons como dissertações e teses valem muito, muito mais do que apenas um ISBN na Alemanha ou no Afeganistão. Agora, se querem apenas uma publicação a troco de nada, tudo bem, vão em frente.

  47. Valter 12.02.15 at 06:47 - Reply

    Olá, amigos! Estou nesse processo de confecção do livro pela NEA e falta apenas fechar o projeto. A dúvida agora, depois que tomei ciência dos comentários deixados aqui, é se a tiragem independente em pequena quantidade seria possível, sem risco de problemas com relação aos direitos Dá uma luz aí!

  48. Erika 19.02.15 at 00:30 - Reply

    Alguém sabe sobre a editora Prismas? segue a mesma linha da NEA?

  49. Rodrigo Chagas 20.02.15 at 16:42 - Reply

    Eu e minha namorada recebemos também o convite da Prismas. E um amigo da Novas Edições Acadêmicas (OmniScriptum).
    Elementos que devem ser considerados:
    1º no caso da Primas/Appris elas estão cadastradas na Biblioteca Nacional e seus livros do catálogo possuem ISBN válido, para verificar veja em http://www.isbn.bn.br/website/consulta/cadastro. Já, no caso da Novas Edições não encontrei nem o registro da editora e o ISBN que estão nos livros do catálogo deles não parecem ser válidos (só testei com uns dois). Sem falar que cobram seus livros em euros!
    2º Parece que na Prismas eles te oferecem uma dada quantidade de livros por uns R$400 para você fazer seu “lançamento”, aparentemente você pode rejeitar a proposta.

    Obs.: Não tive acesso a nenhum contrato e não sei como fica a questão dos direitos autorais, eles dizem que pagam 10%. Essas porcentagens são problemáticas na maioria das editoras porque, até onde eu saiba, não há fiscalização sobre a quantidade de livros vendidos. O mais importante é observar que dependendo do contrato eles podem travar a publicação de capítulos da tese em revistas ou organizações acadêmicas.

    • Bianca 10.07.17 at 17:00 - Reply

      Recebi e-mail da NEA, mas, pelo visto, a editora Prisma vale mais a pena. Como entrar em contato com ela? Fiquei muito animada para publicar o meu trabalho por um preço mais acessível para todos.

  50. Marcos 02.03.15 at 19:30 - Reply

    Errata: Eles não leram seu post

  51. Fábio José 10.03.15 at 21:38 - Reply

    Recebi hoje uma oferta dessa editora e achei tudo muito estranho. O e-mail não tem nenhum contato telefônico. Entrei no site e também não encontrei nenhum contato telefônico ou de algum endereço no Brasil.

  52. vitor fernandes 19.03.15 at 20:30 - Reply

    Obrigado pelas informações. Recebi o email e fui pesquisar. Que bom que já fizeram isso por mim. Quando a esmola é demais… Rs

    • Ronaldo 31.10.18 at 13:48 - Reply

      recebi o e-mail e enviei meu trabalho em PDF, mas já estou gravemente arrependido,pelo visto

  53. Dario Pimentel 24.03.15 at 08:52 - Reply

    Eu sou autor e agora também editor… Não acredito mais em editoras que pagam 10% de royalties ao autor. Hoje em dia eu acredito em parceria entre editor e autor ou auto-publicação.

    Nenhuma editora que se preze manda SPAM para diversos emails colhidos numa busca no Google Scholar com uma receitinha de bolo pronta.

    O problema disso tudo é a ilusão… O autor (que nem é autor ainda), fica contaminado de deslumbrado pela possibilidade de publicar um livro impresso e ser chamado de “escritor”. É puro ego e as “editoras” usam disso pra dar o seu bote.

    Minha abordagem é totalmente diferente disso. Só publico obras em que acredito na sua relevância, importância e sua capacidade de venda, porque, apesar de ser material cultural ou didático, pra mim é (antes de tudo) um negócio.

    E se o autor pretende viver de vender livros, é bom ele arrumar outra atividade profissional antes de ele alcançar o sucesso e reconhecimento de suas obras, porque no atual modelo (EDITORA vs. AUTOR), só uma das partes ganha dinheiro – e não é o autor!

    Mas tudo depende do QUE você quer com a publicação do seu trabalho. Reconhecimento? Fama? Passar o conhecimento pra frente? Currículo? Glamour? Dinheiro?

    Enfim, “There is no free lunch”.
    Sai dessa gente.

    • Daniela 01.07.15 at 20:36 - Reply

      O melhor post de todos! Fui xeretar para confirmar o trote e li um monte de… deixa pra lá! Vou publicar, sim, mas não a dissertação, muito menos pela tal NEA. Valeu!

      • Felipe 17.07.15 at 22:18 - Reply

        Daniela, partilho da sua opinião.

        Acabo de tomar essa decisão.

        Tá muito muito esquisito isso.

        Já to na fase de perder dias lendo o contrato absurdo de 30 páginas…

        O que deu pra voce? Fugiu? Abs

    • Luiz Antonio 26.01.16 at 21:56 - Reply

      Olá Dário,

      Como faço para falar com voce sobre o projeto de publicação de uma série de livros?

      Luiz Antonio
      [email protected]

  54. Kamila 26.03.15 at 12:02 - Reply

    E não é só apenas sobre dissertações e teses. Recebi um e-mail parecido e eles encontraram o nome de um trabalho que enviei pra um congresso. O livro de resumos do congresso foi publicado e o congresso nem aconteceu ainda.

  55. Eliana 01.04.15 at 10:37 - Reply

    Recebi e-mail semelhante e, após perguntar a uma colega de trabalho, que já tem livro publicado, e, tendo recebido alguns “toques”, fui ao Santo Google e por fim, encontrei todos estes comentários. Além de saber se não seria um conto do vigário, queria saber sobre qual seria o esforço que teria de empreender para esta publicação. Lendo os comentários, noto que alguns fazem apontamentos negativos, e outros, até encontraram pontos positivos. Agora, essa estória de cessão de direitos e, ainda, refletindo sobre a ponderação de um dos colegas sobre o fato de que o trabalho não passa sequer por um crivo prévio de especialistas, realmente me traz, afinal, a impressão de que será muito trabalho para nada ou para muito aborrecimento… Valeu, gente!.

  56. Gabriel 14.04.15 at 07:50 - Reply

    Muito estranho esse email. Me pareceu que eles fazem tanto isso que possuem respostas automáticas e sem critérios. Eu respondi o email da pessoa que enviou a proposta (Cláudio Pereira – Departamento de aquisições) e, então, começamos a trocar informações a cerca do processo. Em uma das vezes que eu fui me comunicar com ele, por acaso, não respondi o email anterior, mas criei uma nova mensagem no email, iniciando assim, uma nova conversa, sem relação com email anterior. Em seguida, ele passou a se comunicar comigo tanto em resposta aos primeiros emails, como em resposta a este último email. O curioso é que, apesar de me chamar pelo nome nas duas conversas, ele falava em uma delas como se não soubesse o que passava na outra. Quando eu resolvi negar a proposta em uma das conversar, recebi um email na outra conversa perguntando se eu já tinha pensado na proposta. Muito, mas muito, mesmo, estranho! Como disse o colega: Quando a esmola é muita o santo desconfia.

    Temos que tomar cuidado para que a euforia, promovida pelo convite de ter uma tese em livro, não tire o nosso crivo de investigar. A vaidade as vezes pode nos fazer, como faz comumente, cair no buraco. Fiquei muito aliviado quando encontrei esse post aqui e agradeço os amigos.

    Abraço

    • José 23.09.15 at 18:00 - Reply

      Gabriel na verdade esses nomes que enviam o e-mail não é uma pessoa, mas um codinome que é utilizado para se fazer contato, pois se um editor sair e outro entrar, a figura de contato fica a mesma. É bem possível que nesse momento você estivesse conversando com duas pessoas ao mesmo tempo e eles nem se deram conta disso, rsrsrsrs.

  57. Lady PHD 15.04.15 at 00:48 - Reply

    Eu publiquei a minha pesquisa de pós-doutorado em periódicos internacionais, porém, ontem, recebi uma proposta dessa NEA pra publicar o meu trabalho…achei estranho o email, não tenho a menor necessidade de publicar em um livro o que pode ser publicado como artigos em periódicos internacionais…estou desconfiada dessa editora, mas, vou ler o contrato deles. Não quero me queimar, muito menos ficar colocando estrelinha colorida no Lattes…vou ler a proposta de contrato. Também, não quero fazer um julgamento antecipado da editora…vou ler com muito cuidado o contrato. Vendo aqui as postagens, a gente vê muito mais críticas que elogios à editora.

  58. Larissa 15.04.15 at 09:17 - Reply

    Obrigada pelas informações, foram muito úteis!

  59. Jaqueline 16.04.15 at 20:43 - Reply

    Oi gente,

    Já me enviaram dois emails mas ignorei geral. Uma hora eles param? Eles podem publicar sem minha autorização? Minha dissertação está desatualizada e melhor seria escrever outra do que revisar o texto. Será um desserviço se eles publicarem em livro do jeito que está. Minha questão é se é preciso responder manifestando desinteresse.

    • Beatriz 11.05.15 at 14:25 - Reply

      Apesar de só ter recebido um e-mail desses, esta também é minha dúvida.

  60. Fernando 20.04.15 at 15:40 - Reply

    Obrigado pela informação. Recebi um “convite” desses e achei MUITO estranha uma proposta tão tentadora.

    Interessante é que essa postagem é um dos primeiros resultados no Google sobre a revista “Novas Edições Acadêmicas”.

  61. Carlos Mastrodomenico 22.04.15 at 14:03 - Reply

    Galera
    venho recebendo esse tipo de email há bastante tempo e cada vez é uma editora com nome difrente (a última foi uma tal de Appris, acho) mas todas elas (curiosamente) pertencem ao mesmo grupo alemão.
    Sugiro que não entreguem seus direitos a esses mercenários. Se querem divulgar sua perquisa, há muitos meios de disponibilizar gratuitamente na internet (slideshare, researchgate, minhateca, facebook, blog, site, páginas da universidade, etc.). Se querem mesmo gastar uma grana pra transformar sua pesquisa em livro, faça auto-edição ou procure uma editora idônea, de preferência brasileira.
    Mas, quem assim mesmo quiser dar o produto de seu esforço a eles, ok, cito Cecília Meireles: “Liberdade, essa palavra/ que o sonho humano alimenta,/ que não há ninguém que explique/ e ninguém que não entenda”.

  62. Mariana 27.04.15 at 09:05 - Reply

    Ao pessoal que recebeu o email da Appris para publicação de seu trabalho:
    O que vcs fizeram? Publicaram? Como foi a experiência?

  63. Vanderlei da Cruz 05.05.15 at 19:10 - Reply

    Carlos,
    ao contrário do que você disse, a Appris não tem qualquer vinculo com a NEA.
    Vanderlei

    • Thalita 20.05.15 at 14:17 - Reply

      Pelo que entendi do texto e dos comentários, os convites da NEA são puro spam. E quanto à Appris, são spam também ou há algum tipo de seleção?

  64. Karen 12.05.15 at 12:29 - Reply

    Olá! Publiquei minha dissertação pela NEA.
    Como não tinha nenhum interesse em publicá-la de outra forma, não vi nada a perder em autorizar a publicação.
    Não tive trabalho com revisão, pois esta já tinha sido feita para a defesa.
    Acho o preço muito alto (em euros), mas aí quem sai perdendo são eles, que não venderão.
    Para mim, ganhei apenas a publicação no Lattes.
    Valeu a pena.

    • Fabiano 10.06.15 at 16:41 - Reply

      Karen, tudo bem? Você poderia entrar em contato comigo pra que posso tirar algumas dúvidas sobre o processo, já que também recebi essa proposta? Meu e-mail é o [email protected]. Obrigado

    • Dayani 09.07.15 at 11:28 - Reply

      Ola Karen!
      Tenho a mesma opinião que você…estou na fase de edição do meu trabalho para a possível publicação. Sera que você pode entrar em contato comigo? Meu e-mail: [email protected]. Muito obrigada!!

    • Felipe 17.07.15 at 22:20 - Reply

      Karen, você leu o contrato direitinho?

      Caso não venda você terá mil dores de cabeça. Caso queira publicar um artigo sobre sua dissertacão você precisa pedir autorização deles!

      Mais alguém entendeu isso ou fui só eu quem li as 30 páginas de contrato?

  65. Tales 19.05.15 at 14:23 - Reply

    Alguém saberia me dizer algo sobre a Nova Science Publishers?
    É confiável?
    Obrigado

  66. Alex 26.05.15 at 09:21 - Reply

    E aí pessoal
    Fecharam contrato com a Appris? Eu vi diversos livros dela nas grandes livrarias, mas continuo na dúvida de pagar pra publicarem minha dissertação de mestrado. A conheci apenas pela internet e por uma reportagem do jornal “O Globo”… Observei que o e-mail padrão com a proposta está cheio de erros de português, algo estranho para uma editora…

  67. Alex 26.05.15 at 09:27 - Reply

    E aí pessoal
    Fecharam contrato com a Appris? Eu vi diversos livros dela nas grandes livrarias, mas continuo na dúvida de pagar pra publicarem minha dissertação de mestrado. A conheci apenas pela internet e por uma reportagem do jornal “O Globo”… Observei que o e-mail padrão com a proposta está cheio de erros de português, algo estranho para uma editora..

    • Mariana 14.10.15 at 01:58 - Reply

      Alex, você fechou com a Appris? Estou pensando em aceitar.

    • Silvana Schubert 19.04.18 at 20:14 - Reply

      Eu fechei porque sempre que vou a algum congresso encontro a Appris representada lá. Então achei que era melhor, pois tenho contrato com duas outras editoras e quando vou a um evento eu preciso comprar meus livros ou ficar solicitando para que eles encaminhem para exposição. Então, é preciso ver a representatividade da editora em eventos, não é questão do nosso lucro, pois isso quase não existe, mas é o nosso desejo de ver a pesquisa, a arte, a ideia correr o Brasil e se possível o mundo! Se há tantos problemas com algumas ofertas… penso que é melhor não aceitá-las. Pensem que quem se preocupa com a obra somos nós os autores e que além do Paulo Coelho, não sei se existe alguém que enriqueceu com livros…eu por exemplo só me sinto feliz com cada e-mail que chega. Enfim… a Appris tem me agradado, só estou me sentindo um pouco perdida com a organização final agora para encaminhar para a finalização da publicação.
      O valor também é acessível para nós meros mortais!

      • Alexandre 10.08.18 at 11:22 - Reply

        Chegaste a ver os custos? mandaram o “orçamento? achei bem desmotivante…

  68. Danubia 01.06.15 at 04:17 - Reply

    Oi,Karen! Vc foi obrigada pela NEA a adquirir exemplares do seu livro? Existe um número mínimo de exemplares a se adquirir? Obrigada pelas respostas, estou investigando a possibilidade de publicação pela NEA.

    • Gabriela 11.07.15 at 17:06 - Reply

      Oi, Danubia,
      Publiquei recentemente e posso te responder. Não há nenhuma cláusula que nos obrigue a comprar os livros. Os preços são realmente altos e, quando recebi a proposta com o “desconto”, respondi explicando que a conversão do valor em real tornava o preço absurdo para vendas no Brasil. Recebi, em seguida, resposta com toda a explicação da editora para o custo (em euro). Não fiz a compra, apenas recebi o livro em PDF.

      Como não tinha expectativa em publicar o trabalho por editora nacional, por ser de uma área nada rentável, e não ter problemas com divulgação/publicação posterior (já que a pesquisa é constantemente revisada/modificada e eu não costumo republicar o mesmo texto), então achei que valeria a pena a publicação. Ao contrário do que foi dito pelo autor da postagem (e que, inclusive, considerei bem leviano), as publicações têm ISBN válido, pois embora não seja em base brasileira, uma vez que a editora é alemã, o ISBN é mundial – aliás, acreditar que só é válido se estiver na base brasileira é negar que são livros publicados todos aqueles de teóricos estrangeiros que lemos e não são publicados no Brasil.

  69. mauro 12.06.15 at 00:24 - Reply

    Polícia Federal neles!

  70. Andreia 17.06.15 at 22:39 - Reply

    Olá

    Então, estou aqui lendo essas mensagens e ficando cada vez mais confusa na decisão a tomar… A editora Prismas tambem me convidou para publicar a minha dissertação de mestrado… me orientou sobre como adequar o material e logo enviarei para eles. Não percebi nenhum problema até o momento, mas fiquei com duvida quanto ao ISBN da editora, é valido ou não? Alguém tem essa resposta?

    • Arthur Gustavo Lira do Nascimento 21.06.16 at 12:09 - Reply

      Andreia, você lançou pela Prismas?

    • Veronica 01.11.16 at 11:31 - Reply

      Boa tarde, pessoal: gostaria de saber se quem publicou pela Prismas recebeu direitos autorais. Gente, eu publiquei e, como inexperiente, não exigi saber como teria acesso ao número de livros vendidos. Assinei o contrato e não reparei isso. Resumo: até agora não recebi um centavo.

      • Silvana Schubert 19.04.18 at 20:17 - Reply

        Nunca recebi nada e não sei número de livros vendidos, na verdade só queria mesmo saber como andam as vendas… Mas enfim, até havia esquecido deles, fui bem atendida, se preocuparam com o lançamento, me acompanharam em todo o processo de publicação.
        Financeiro…. nunca vi. Mas espero um dia ter um retorno ao menos do que já vendi…ou seja, quantos leram alem dos que eu mesma vendi.

  71. Vilma Candido 24.06.15 at 18:35 - Reply

    Recebi um email da NEA também. Avaliei o contrato e resolvi apostar e publiquei. Não tive qualquer problema. Meu ISBN é válido, está nas bases de dados da Alemanha. Divido com vocês as vantagens e desvantagens que achei:
    Vantagens: publicar sem custos, divulgar o trabalho, não ficar correndo atras de uma editora para convencê-los a publicar meu material
    Desvantagens: o preço de vendas é alto, em euros, o que fica caro para ser adquirido por alguém no Brasil; a postagem também é cara. Só ficamos com 12% das vendas, não recebemos um livro impresso, temos que comprar(mas compramos com descontos de autor)
    Enfim, recebi um livro em pdf e comprei alguns exemplares e se eu quiser comprar mais com descontos para vender (repassar) mais barato posso fazer isso.
    Eles não fazem o trabalho de edição, porém se você defendeu a tese, monografia…. é porque você já fez uma revisão do seu texto, então não terá mais custos para isso.
    Ou seja, para mim, foi muito bom.

  72. Tathiana 07.07.15 at 12:16 - Reply

    Obrigada pelas informações!!! Recebi esse e-mail referente a um artigo que escrevi. Desconfiei só pela forma com que o texto é escrito. 😉

  73. Alice 10.07.15 at 20:36 - Reply

    Li, li, li e no final conclui que a vantagem é muito pequena, vai ser basicamente transformar seu trabalho que já deve estar digitalizado em outro com uma capa bacana. O trabalho já está disponível nas bibliotecas digitais, nao vai haver modificacoes de fato, se voce quiser ter sua tese impressa é só pedir uma capa dura a mais quando da impressao para depositar na biblioteca, coisa que nem fiz, já tenho a cópia digitalizada, nao preciso de uma capa dura para ocupar espaco e aumentar minha pegada ecológica no mundo. No fim só vejo como status mesmo. Publicar o trabalho em revistas com bom qualis é muito mais útil.

  74. Rogerio 13.07.15 at 12:07 - Reply

    Com cinquenta anos de idade me senti lisonjeado, mas a experiência falou mais alto. Logo desconfiei (de graça?). Obrigado pelos comentários esclarecedores.

  75. Maura 13.07.15 at 15:20 - Reply

    Boa tarde, obrigada pelos comentários, foram muito úteis, também tinha e tenho muitas dúvidas, mas agora, pelo menos, não me sinto só…Fico meio chateada por ver pessoas que ‘acredito’ terem um grau diferenciado de ‘educação’ (visto nosso grande país, com suas desigualdades sociais), criticarem agressivamente quem resolveu publicar seus trabalhos em tal ou tal Editora (o que aliás, pode até ser falso, tbém, né?). De qquer maneira, vamos respeitar a opinião alheia, visto que, um post serve exatamente para discussões e críticas salutares, ou não?
    Precisamos levar em conta que somos pesquisadores de idades, carreiras, áreas e cidades diferentes e com expectativas diferentes. Num país como o nosso, isso muda tudo. O que vc vai fazer com seu trabalho daqui 6 meses? Vc terá tempo de desmembrá-lo em 3 artigos e enviá-lo para 3 revistas A 1 ou A2 ou até B1 ou B2 e obter resposta em menos de 1 ano? Seja realista. Os trabalhos “caducam” muito rápido.
    Bom…pf Vilma me diga, vc precisou traduzir seu trabalho para o Inglês? Cobraram alguma coisa de vc?
    Obg.

  76. Carlos de Oliveira 14.07.15 at 09:16 - Reply

    Recebi o E mail da NEA. Achei ao mesmo tempo interessante e estranho. Pois defendi minha dissertação de mestrado em 2007 e só agora eles se interessaram em publicar o material. Pode ser uma boa colocar o trabalho na esfera internacional, mas tem que fazer a edição em inglês, incorrer em custos e no meu caso atualizar os dados da pesquisa e redefinir os resultados. Pelos comentários aqui expostos fiquei com a pulga atrás da orelha.

  77. Diana de Azeredo 14.07.15 at 19:47 - Reply

    Muito obrigada por essa postagem! Muito útil. Recebi esse mesmo e-mail e fiquei com dúvidas.

  78. Marcio 21.07.15 at 19:34 - Reply

    Também recebi contato da NEA. Após trocarmos alguns emails acabei enviando minha dissertação para averiguação. Após análise me informaram que havia sido aprovado para publicação e me enviaram o contrato. Apesar de não autorizar a publicação estou com receio de publicarem sem minha autorização. Enfim após ler vários comentários estou muito preocupado em relação a essa editora.

    • Paula 18.10.15 at 14:46 - Reply

      Olá Marcio!
      Recebi um mail da editora NEA para publicar minha tese defendida em março de 2013, e fiz como você, enviei o trabalho e inicialmente me animou a idéia de ter um livro com ISBN, fiz o cadastro na NEA. E lendo os comentários, lendo o contrato e pensando bem, escolhi não publicar pela NEA e gastar meu tempo em publicações em revistas com fator de impacto interessantes. Você desistiu de publicar na NEA? como você fez? Também fiquei preocupada de publicarem a tese sem minha autorização, se bem que pelo site da USP qualquer um consegue baixá-la.
      Obrigada e agradeço à iniciativa do post, pois foi o único que encontrei com críticas a esse tipo de publicação 🙂

  79. Arlete 02.08.15 at 09:06 - Reply

    Eu recebi tb. e confesso que estava quase fechando com eles, mas antes procurei saber mais informações antes de assinar e pagar 890.00 como me informaram no último e-mail. Eu enviei o pdf da minha tese e tb preenchi um formulário que refere-se sobre dados do autor e obra. Li atentamente todos os comentários, e a maioria é de que não é um bom negócio. Assim, dou baixa ao meu interesse de publicar pela editora. Serviu para um primeiro momento massagear o ego, mas depois dos comentários vi que fui mais um número, rsrsrs.

  80. Giulia Drummond 11.09.15 at 07:13 - Reply

    Olá, meu nome é Giulia e sou a gerente do selo editorial NEA.
    Gostaria de esclarecer alguns pontos que são ditos aqui e que não são corretos:
    1. Os livros da NEA têm depósito legal sim. Somos uma editora alemã, que publica com autores de todo o mundo pelo que não teria sentido fazer o depósito na Biblioteca Brasileira, muitos não acham o ISBN em tal biblioteca e acham que não fizemos o depósito, quando na verdade teriam que ter feito a pesquisa na Biblioteca Alemã. Lhes mostro o link com todo o nosso catálogo em tal biblioteca:
    https://portal.dnb.de/opac.htm;jsessionid=CCE92BD0EB8CA618F6C5E0BC5401E4A5.prod-worker1?query=novas+edi%C3%A7%C3%B5es+academicas&method=simpleSearch&cqlMode=true
    2. A comparação de direitos de autor ou de correções com outras editoras não é válida pois oferecemos um modelo totalmente diferente. Não há outras editoras que publiquem gratuitamente, isso faz com que tenhamos que reduzir alguns gastos. Nossa meta é poder oferecer uma publicação à todos, em lugar de ter o trabalho na gaveta, o/a autor/a pode usar essa publicação para o currículo, ter a pesquisa impressa, divulgar a mesma em congressos e fazer com que a mesma possa ser alcançada em qualquer lugar do mundo. Nossa meta não é fazer com que o autor fique rico, mas ter a sua pesquisa divulgada. Muitas pessoas supõem que vão receber muito dinheiro quando nunca fizeram um investimento para publicar conosco.
    3. Por oferecer uma publicação livre de custos, temos que ter muitas publicações e por isso contatar muitos autores para poder compensar os gastos e assim continuar a oferecer a publicação gratuita.

    Qualquer dúvida que você possa ter, deixo o meu contato: [email protected] e estou à disposição.
    Saudações cordiais.

    • José 23.09.15 at 17:56 - Reply

      Somente algumas ponderações sobre a NEA. Na verdade, a sede da NEA para Brasil e América Latina está situada no Uruguai. É de lá que parte o trabalho de busca nos bancos de teses das Universidades sobre os trabalhos. Os editores ganham pela quantidade de livros que conseguem vender para o autor, uma vez que a grande maioria das vendas são realizadas para estes. Um dos problemas que a NEA encontra é o fato de não ter conselho editorial, o que acaba por não ser considerado por muitas universidades como uma publicação válida. Outro ponto é que Paula Carvalho não é uma pessoa, mas um codinome que é utilizado para se fazer contato, pois se um editor sair e outro entrar, a figura de contato fica a mesma, tanto é que no perfil dela no face reparem que não há nada de pessoal

    • Carla 26.11.15 at 21:08 - Reply

      Cara Giulia Drummond, obrigada pelos seus esclarecimentos relativamente ao sistema utilizado pela NEA.
      Gostari ainda de ver esclarecida uma outra questão: Caso venha a publicar com a NEA, gostaria de saber se poderei usar exertos retirados diretamente desse meu texto, mas inseridos num outro contexto temático e publica-los livremente noutras fontes (obviamente referindo o texto original).
      Obrigada!

      • Giulia Drummond 30.12.15 at 13:30 - Reply

        Olá Carla,
        Nosso Contrato Editorial tem uma duração de oito anos, com opção a renovação. Durante os três primeiros anos a Editora possui os direitos exclusivos da obra pelo que caso você queira publicar trechos do livro em outros lugares deverá pedir autorização à nós. Uma vez concluído esse prazo e até o término do contrato a Editora libera esses direitos. Dessa forma, a obra poderia ser reproduzida em outros meios, se assim o desejar. Tenha em conta que a editora é muito liberal enquanto às autorizações.
        Saudações.

    • Kate 19.11.17 at 18:11 - Reply

      Gostaria de saber como a editora ganha se oferece esse trabalho gratuitamente para o autor, mas o livro é muito caro e porventura não vende nenhum. Se trata de filantropia para acadêmicos quebrados?? kkkkk

    • Geovane 04.06.18 at 22:47 - Reply

      Olá Giulia Drummond!

      Caso um autor publique um trabalho na NEA e depois se arrependa, é possível rescindir o contrato, cancelar a publicação do livro e retirar da base de dados?

      Desde já agradeço.

  81. Marina 22.09.15 at 15:35 - Reply

    Oi gente. Recebi hoje mesmo um e-mail da NEA querendo publicar um artigo que apresentei em 2012 em um Congresso. Li todos os comentários até comentar. A conclusão, até agora, é que esse artigo ia continuar engavetado, escrevi em outro momento profissional, então acho válido para mim, vai contar. Gasta quem quer, de acordo com as condições que tem. Feliz de ler comentários de pessoas que realmente estão interessadas em disseminar a informação em vez de apenas pensar em lucrar com isso.

  82. Mariana 28.10.15 at 16:34 - Reply

    Recebi um e-mail hoje, parecia spam, mas fiquei curiosa e corri o risco de pegar vírus. Quando li no e-mail que tinha as informações corretas sobre a dissertação, perguntaram se eu era realmente a autora (devem ter encontrado meu e-mail no lattes) achei que não era mais spam. Depois desse post voltei a achar que é spam porque acrescentam algumas informações em um e-mail padrão de forma estranha o que faz perceber que é spam, não se trata de um brasileiro escrevendo, achei que o estranhamento era por ser português de portugal, mas pelo visto não é isso, é tradução por estrangeiro o que não soa natural e usam frases prontas que não se encaixam direito. Senti a euforia de achar que alguém tinha lido e realmente considerado a tema da pesquisa relevante, mas por aqui vi que eles falam isso para todo mundo indiscriminadamente. Neste mesmo e-mail falam no interesse em alcançar um público mais amplo e dificilmente isso vai ser alcançado com um livro em euros. Logo depois li todo o site da NEA e eles dizem que o livro estará disponível em lojas físicas por parte da editora e acima uma representante da NEA diz que o principal comprador é o autor. Considero isso má fé, porém não se tem prejuízo e na pior das hipóteses o autor consegue um isbn que pode ajudar academicamente ou profissionalmente (consequentemente financeiramente). Pelo visto estes 12% dos royalties nenhum autor vai ver na vida, é só eles falarem que não venderam nenhum livro (quem compra os livros no site da NEA??). Se eles tem escritório no Uruguai porque imprimir o livro da europa e enviar pelo correio de lá? Acredito que a fonte de renda deles são os autores iludidos. Na época que mandavam uma cópia gratuita parecia menos pior, é legal ter um exemplar para mostrar que o livro existe enquanto livro físico. Como tinha lido o site e parecia valer a pena respondi o e-mail confirmando interessando e pedindo mais informações. Eles respondem bem rápido com o link para um arquivo que eu já tinha lido e pediram que eu enviasse o arquivo pdf para a avaliação interna que eu achava que já tinham lido quando me mandaram e-mail, já que a dissertação está disponível on-line porque mandam e-mail sem ler antes? Achei que acharam que eu já poderia ter publicado em outra editora ou algo do tipo, mas na verdade é spam enviado indsicriminadamente para todo mundo com informação disponível na internet. Agora tenho receio de publicarem sem minha permissão, mas se isso acontecer pode-se tentar acionar a justiça. A funcionária é muita solícita, mas todas as respostas são muito padronizadas. É interessante observar que eles entram em contato com pesquisas defendidas já há alguns anos quando os autores já enviaram para os periódicos ou não estão mais na área acadêmica. Atualmente um isbn não faria diferença na minha vida, logo prefiro manter meus direitos autorais somente comigo pois no futuro posso decidir qual editora e forma de publicação é mais vantajosa para mim. Acredito que a NEA age de má fé em distorcer certas informações, porém não parece ser uma golpista visto que aparentemente ninguém teve prejuízo além da encomenda dos livros que pelo visto chegam pelo correio conforme combinado apesar de superfaturarem.Acredito que bons pesquisadores não cedem os direitos autorais para a NEA facilmente, tem melhores oportunidades de publicações. Lembro-me de um concurso que entrei em contato diretamente com a editora para adquirir o livro, paguei sedex e me enrolaram eternamente e graças a deus paguei pelo pagseguro e recebi o dinheiro de volta e entrei em contato com a autora e consegui o livro a tempo para prova. Editora de má fé não falta por aí, é bom desconfiar sempre.

  83. Luiz Eduard P. Barros 18.11.15 at 20:32 - Reply

    Olá. Meu nome é Luiz Eduardo e publiquei meu livro pela NEA em 2013. O livro é referente a dissertação de mestrado na UFGD em 2012. Honestamente pra mim valeu a pena. Em editoras acadêmicas o processo seletivo é complexo e é natural ocorrerem privilégios para somente alguns. Muita gente fica chupando dedo para publicar na editora de uma universidade e, infelizmente, como são temas diferentes e poucas ofertas o que garante que sua obra vai ser publicada se os membros externos e editores acham a outra obra relevante. E se conseguir, a maioria de seus livros ficará na editora ou biblioteca da instituição. As outras você como autor se vira pra vender. Publicar em uma editora comercial como a NEA é uma alternativa, além do autor não ter custo. Se quiser comprar em Euros, tudo bem. O importante é a exposição da obra. Em uma universidade pública, principalmente as que estão fora do eixo Rio – São Paulo muitos livros não são divulgados. Tem que entrar no site específico da instituição. Ou seja, não encontra no buscador do google. Ao contrário da NEA que qualquer um acha e estão espalhados em diversos sites pelo mundo . Para aqueles com receio de publicar saiba que o mundo acadêmico tende a ter “dor de cotovelo” com editoras comercias que estão próximas do público. Infelizmente, muita verba investida na academia não é conhecida pelo público em geral, pois não tem acesso a pesquisas e obras acadêmicas. Infelizmente as obras acadêmicas ficam restritas ao mundo intelectual. E outra, a obra tem ISBN. Não é brasileiro e, sim alemão, idai? Esta preocupado que não aceitem na prova de títulos de concursos ou que a elite intelectual não de valor no seu trabalho? Acredite, quem valoriza sua obra é você. A propaganda é você quem faz. Um filme não faz sucesso pela produtora, e sim, pelo conteúdo. Um paciente quando vai ao consultório não quer saber onde o médico se formou. E sim, se vai resolver o problema dele. O mesmo o advogado, o engenheiro, o professor de escola. Quando alguém ler o seu livro pela editora comercial, no caso a NEA, vai querer saber suas referências, dados e fontes. É isso. Sobre ganhar dinheiro, não interessa. O que vale é a divulgação . Em pouco tempo quero traduzir meu livro em inglês e espanhol para suprir a fronteira da língua pela mesma NEA que divulga as obras em vários sites no mundo. E se for o caso, o autor pode comprar seu próprio livro em vários exemplares e enviar gratuitamente para várias universidades brasileiras que com certeza vão receber em forma de doação. Isto tem um custo? Sim, mas escrever uma dissertação ou tese por anos e deixar engavetada é deixar claro que você teve muito esforço pra escrever apenas pra três membros de banca e receber um título. Sinceramente, puro indivídualismo. Quem não aparece se esquece ou nunca ninguém conhece. E se quiser ganhar dinheiro, muito dinheiro com livros seja um Paulo Coelho e escreva sobre magia. Ou faça a biografia da Banda Calipso, ou do Luan Santana, ou lance um novo Crepúsculo ou Cinquenta Tons de Cinza. Em síntese, publicar sem medo de ser feliz . Muitas obras acadêmicas só ficaram conhecidas depois de décadas. No mundo acadêmico, publicar um livro numa editora de universidade ou comercial é um investimento a longo prazo. Se não financeiro, pelo menos em reconhecimento. Não precisa ter pressa. Sucesso e Felicidades a todos.

  84. Rachel Hauser Davis 02.03.16 at 20:46 - Reply

    Não e mais fácil publicar com editoras consagradas como springer, elsevier, taylor&Francis e Blackwell? Sem custo algum? Ou simplesmente publicar em revistas onde não é preciso pagar??? Nunca paguei por um paper na vida, não entendo tanta gente que paga por aí, serio mesmo.

    • Sandra 10.03.16 at 21:08 - Reply

      As revistas de acesso aberto, que algumas agências de fomento recomendam que os trabalhos sejam publicados são pagas. Diferentemente das revistas de acesso restrito, cujos artigos tem acesso limitado,mediante pagamento. Tais revistas podem ser acessadas da sua universidade, por exemplo, pois a Capes compra a assinatura de algumas revistas.

  85. Anthony Leahy 04.04.16 at 10:42 - Reply

    REGRAS DE OURO PARA ESCOLHER UMA EDITORA:

    1 – POSSUIR CONSELHO EDITORIAL QUALIFICADO (vide o nosso no site. Titulação mínima de Doutor e alta relevância acadêmica e social, nacional e internacionalmente). Quanto mais qualificado é o conselho, maior credibilidade a obra e o autor terão. Se a editora não analisar a obra e propuser publicar tudo, bastando pagar (filtro financeiro e não meritocrático), tome cuidado! Quem faz isto é gráfica, pois o compromisso é apenas com a qualidade de impressão – forma – e não com a qualidade da obra – conteúdo. Uma editora séria endossa, a partir da qualificação e credibilidade pública dos seus conselheiros, a qualidade técnica da obra – conteúdo – e vai impactar na sua repercussão pública. Pense sempre com quem você vai relacionar o seu nome a sua obra! Excelência de forma e conteúdo é a nossa proposta, é a nossa luta. Nosso Conselho Editorial é internacional e multidisciplinar, formado exclusivamente por doutores. O objetivo é garantir a publicação dos melhores e mais relevantes trabalhos de pesquisa (teses, dissertações e monografias), sempre observando o critério do “double blind review”, de forma a atender aos critérios QUALIS/CAPES.

    2 – EDITOR ATUANTE NA ÁREA. Um editor tem que ter livros publicados, de sua autoria, para saber da angústia que é ser um autor, além de uma luta pública pela cultura e pelo saber. Importante ter um passado e um presente ativo! E é importante o autor conhecer o seu editor. Existem muitas editoras em que o autor é atendido por funcionários e nem conhece o editor. Que parceria é esta? Saiba com quem você está associando o seu nome! Tem que haver identificação. Funcionários são trocados e o autor fica órfão, pois perde a referência da negociação inicial.

    3 – CUIDADO COM EDITORAS QUE PROMETEM LARGA DISTRIBUIÇÃO, nacional e internacional, inclusive, fama, sucesso, dinheiro…! Não é fácil ser autor e as dificuldades para o autor são muitas. É, como tudo, uma seleção, um filtro. Cuidado com o canto da sereia e elogios vazios! O que for negociado/prometido deve constar no contrato. Se promete distribuição física da obra, em livrarias físicas, em todo território nacional, deve colocar isto no contrato. O contrato é Lei entre as partes, logo não existe contrato “pró-forma”. Assinou, se comprometeu, tem que cumprir!

    4 – CAFETÕES DA CRIATIVIDADE: Cuidado com as editoras “Sopa de Pedra”, onde o autor faz a pesquisa, desenvolve o texto, paga a publicação, transfere os direitos autorais, assume os riscos, promove a obra, faz o lançamento… Ou seja, assume todos os riscos da edição enquanto a “editora” fica com os lucros! Quem realmente acha a sua obra boa, assume o risco da publicação, pois entende como investimento.

    5 – NÃO EXISTE ALMOÇO DE GRAÇA. Cuidado com promessas que não estão no contrato. Lembre-se, funcionários são trocados e o que vale, juridicamente, é o que está escrito.

    ANTHONY LEAHY – EDITOR
    ———-
    Fundador do Instituto Memória – Centro de Estudos da Contemporaneidade. Membro do conselho de cultura da ACP – Associação Comercial do Paraná. Ex-diretor da Fundação Orlando Gomes – UFBA – Universidade Federal da Bahia. Ex-Coordenador da EMAB – Escola de Magistrados da Bahia/Tribunal de Justiça da Bahia. Ex-coordenador de Pós-Graduação da Universidade Gama Filho. Ex-coordenador nacional de Marketing da Rede Solidária – CNBB. Doutor Honoris Causa pela Câmara Brasileira de Cultura. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná. Membro da Academia de Cultura de Curitiba. Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História. Cidadão Honorário de Curitiba. Moção Honrosa pela Assembleia Legislativa do Paraná. Medalha de Mérito Cultural pela Câmara Municipal de Curitiba. Comenda Bravos Cavaleiros de São Paulo. Medalha Simon Bolívar de Mérito Cultural e Colar Rui Barbosa de Realizador Cultural. Autor de 13 livros sobre Formação da Identidade Cultural de Curitiba e Palestrante sobre “Cultura e Identidade”, “Democratização/Socialização do Saber Científico”, “Responsabilidade e Inclusão Social” e “Mercado Editorial”.

    CONSULTE-NOS: [email protected]http://www.institutomemoria.com.br

  86. mario 14.04.16 at 17:21 - Reply

    eu escrevo livros infantis e já quase me dei mal com a editoa multifoco , com a autografia , que por ironia do destino quem converssava comigo nas duas editoras era a mesma pessoa . recentemente veio a patuá que inclusive me tratou mal pra caramba , um desrespeito total e a schoba também foi terrivel . eles se aproveitam da vontade que muitos tem de publicar pra explorar os coitados (nós ) !

  87. cicero joão da costa filho 29.04.16 at 20:50 - Reply

    Gostaria da ajuda de alguém que busca editora, estou buscando publicar minha tese, e busquei na net a editora Porto de Ideias, alguém já ouviu falar desta editora ou conheceu alguém que publicou nesta ou possui alguma informação sobre esta editora?

  88. Sheila 06.05.16 at 10:08 - Reply

    Obrigada pela dica! tb fui contactada pela editora, mas assim com muitos achei bem estranho isso e agora que vi o que postou sanou todas minhas dúvidas! Ainda bem que não enviei meu trabalho.

    Att

  89. Luís Aracri 10.05.16 at 18:36 - Reply

    Eu já desconfiava… Recebi o mesmo e-mail, mas fiquei ressabiado, tanto que nem respondi. Ainda assim, insistiram. Só que, no meu caso, deram com os burros n’água: como não fizeram direito o “dever de casa”, acharam a tese na internet, mas não foram capazes de descobrir que ela já havia virado livro (lançado por editora brasileira, com ISBN, financiado com recursos de agência de fomento à pesquisa, etc.). Já recebi também convite de um “Journal” suspeito. O pesquisador mais jovem, principalmente, tem que tomar muito cuidado com esses “cantos de sereia”.

  90. Bruna Clézia 06.06.16 at 21:52 - Reply

    Acredito que seria de inestimável valia um post do site posgraduando.com com algumas dicas de como publicar um livro com qualidade….Muita gente termina a pós com um trabalho belíssimo que facilmente tem chances de se tornar um livro vendável, mas fica de mãos atadas por não saber como proceder. Meu ex-orientador era um exímio conhecedor dessas mutretas, já publicou mais de 40 livros na sua vasta vida acadêmica e, ao lado dele, aprendi algumas coisas que quero replicar no dia em que for publicar meu trabalho. Uma regra primordial: um livro é um livro, uma tese é uma tese, um bom livro não tem “cheiro” de tese. Ele dizia que num livro não se deve incorporar apenas a pesquisa em si, mas todos os dados adicionais possíveis que você possa encontrar (no meu caso é Psicologia, Humanas….não sei se a regra vale pra outras áreas).

    Um livro é a discussão sobre UM TEMA TODO, AMPLO, FUNDAMENTADO EM MUITAS FONTES, COM INCLUSÃO DE MUITOS AUTORES E PESQUISAS FEITAS NA ÁREA, QUE DÊ UMA CERTA ABRANGÊNCIA E COMPREENSÃO DO TEMA, E NÃO A PUBLICAÇÃO DE TESE COM SEU PROBLEMA DE PESQUISA E SUAS HIPÓTESES…

    Mas eu ficaria super feliz de ver um post didatico ensinando os pormenores…por exemplo, o lance da editora, como escolher, o processo de diagramação, revisão…a quem devemos recorrer, o ISBN (que dá um trabalhinho pra tirar, tem que mandar documentação pra biblioteca nacional, pagar taxas…já o ajudei a publiar uns livros e tivemos que fazer essa parte.

    Fica a sugestão, bom saber desses charlatões que querem dar golpe.

  91. KATSUE HAMADA E ZENUN 15.06.16 at 14:24 - Reply

    Li todos os comentários postados e, fiquei bastante surpresa e agradecida!
    Minha dissertação é de 2003 e, então, eu teria que digitalizar para depois mandar para a editora. Esta semana a Sra Renata enviou e-mail perguntando o que eu havia decidido.
    Que bom que encontrei vocês! Concordo com alguns comentários de que todo o trabalho de pesquisa deve ser compartilhado, mas não de qualquer jeito e nem dessa forma. Penso que o nosso trabalho de pesquisa é importante e merece mais respeito!
    Por que não há editora que se interesse pela publicação?
    Trabalho com formação continuada e, em locais distantes das universidades (USP, PUC, UNESP, etc.) a imensa dificuldade de pesquisas dissertações e teses! Afinal, o resultado de pesquisa deveria contribuir para que outros avancem o que, em última instância também valorizaria a pesquisa.

  92. Uender 16.06.16 at 21:48 - Reply

    Os ISBN são sim válidos, podem ser pesquisados em http://www.bookfinder.com/

  93. Hélio 16.08.16 at 08:49 - Reply

    Também recebi uma proposta de publicação da Novas Edições Acadêmicas-NEA, até me animei, mas depois de ver esses relatos aqui, acho que vou desistir, é ‘canto de sereia’. Alguém poder sugerir uma editora legal que publica dissertações?
    Valeu pelos esclarecimentos.

  94. Fábio André 07.09.16 at 16:03 - Reply

    Gente, publiquei recentemente minha tese com a NEA. Não recebi cópia impressa, mas recebi uma digital. Minha tese já foi publicada online e o contrato com a NEA permite que eu publique conteúdo em periódicos. ISBN é válido (usei o bookfinder, que ainda me mostrou todos os sites que vendem meu livro e os preços). Sejamos REALISTAS aqui. Livro pontua nos concursos e dá ibope. O tamanho do livro e a qualidade (comprei um para mim) são melhores do que os publicados pela Editora MedVet por exemplo (ela é da minha área), esta bastante usada por colegas que possuem mesmo objetivo. É uma forma rápida de publicar livro e ter seu trabalho científico (monografia, dissertação ou tese) VALORIZADO e VISIBILIZADO. Não tenho do que me queixar.

  95. marcos 09.09.16 at 03:41 - Reply

    Li todos os comentarios, e segue minha opiniao:
    – Tambem recebi o email da NEA.
    – Pesquisei a respeito e vi varios comentarios: “Caia Fora, vai ser enganado”
    – Ai pensei: Ser enganado em que?…. Nao sou escritor, sou pesquisador. Minha tese esta na base da Universidade, e, se um dia fosse publicada em formato de livro, com certeza nao seria mais minha tese, pois comercialmente falando, uma tese “nao é um livro”, como foi citado anteriormente. Nao é preciso pagar nada. Há o tempo gasto com as correcoes e formatacoes solicitadas, ok…. mas esse tempo seria muito maior procurando uma editora …. Se eu nao quiser comprar o livro, nao compro… mas ele esta lá…. vai que alguem compra? No contrato diz que nao perco os direitos.
    Ou seja, a decisao é individual, se acha que nao deve colocar seu perfeito trabalho academico numa editora que usa tatica de spam, ok… é sua decisao. Mas nao critiquem quem aceitou a proposta, e acho muito pouco produtivo a todos desmerecer uma oportunidade. É a melhor? Pode ate ser que nao seja…. mas… o que nao é aceitavel a alguns, pode ser aceitavel e muito bom a outros.
    Cumprimentos a todos.

  96. Paulo Franz 20.09.16 at 12:14 - Reply

    Valeu pelo aviso!

  97. lucas 22.10.16 at 17:33 - Reply

    “colegas de pesquisa que de propósito (muitas vezes declarado e com orgulho se achando espertas) engravidam para que os colegas terminem suas teses e dissertações”
    Não seja hipócrita.Quem nunca quis engravidar só pra que terminassem o TCC ou a dissertação?Eu faço isso toda vez que não consigo terminar um artigo.

    • Nemo 22.08.18 at 07:01 - Reply

      Ri litros… kkkkk

  98. Alexandre 01.11.16 at 12:21 - Reply

    Boa discussão, ainda bem que isso está sendo debatido.
    O livro publicado por essa NEA ou LAP tem a mesma origem, que é uma tal de OmniScriptum GmbH & Co. KG, supostamente sediada na Alemanha e, segundo eles, com um escritório prestes a abrir no One World Center, em Nova York (sim, um dos endereços de negócios mais caros do mundo).
    Tiveram acesso ao meu trabalho pelo Academia.com e para minha supresa, o acesso foi feito das Ilhas Mauricio, sim, aquela pequena ilha da costa africana que fica no Oceano Indico.

    Esses caras tem toda a pinta de caça-níqueis, e como já foi dito acima, a publicação não vale nada.
    E não vale porque eles não tem Conselho Científico, ou seja, para a CAPES o sem esse respaldo o livro tem peso acadêmico ZERO. Não faz a menor diferença, nesse caso específico, se na sua banca havia gente renomada. Se a Editora não tem conselho, não publiquem.
    Já para concursos, depende.
    Se for um concurso xinfrim de uma privada, sim, você pode até pontuar. Já nas públicas, os critérios são da CAPES, então o livro não será considerado e pode pegar até mal…. Uma banca séria não veria isso com bons olhos.

    Resumindo, fujam disso….

  99. Fumachi 28.11.16 at 15:17 - Reply

    Como fica a questão de plágio?

    A editora da USP, por exemplo, não aceita para análise deles, monografias, dissertações e teses…
    Parece ser bem tentador, mas ainda tenho receio sobre autoplágio…

  100. Maxsuel Santana 13.02.17 at 18:01 - Reply

    Estava procurando informações sobre essa revista e achei esse post.
    Pós-graduando sempre com excelente conteúdo.
    Abraços.,

  101. Rubens 25.02.17 at 08:20 - Reply

    Buscando na internet bibliografia a respeito de um tema bastante marginal que interessava à minha pesquisa de doutorado, encontrei em um grande site estrangeiro de venda de livros um estudo a respeito do assunto, em língua italiana porém publicado na Alemanha. Apesar do preço alto, encomendei o livro. Ao recebê-lo, tratava-se se um panfleto, 40-50 páginas, encadernação barata, nada que justificasse o preço. Isso não seria problema, no entanto, se o conteúdo do livro me ajudasse. A qualidade do tal estudo, entretanto, deixava muito a desejar. Algo no nível de um trabalhinho de aluno de primeiro ano da graduação, e nem um bom trabalho. O problema não era falta de método ou rigor científico, mas a falta de coesão e sentido. Não encontrei no livrinho qualquer informação que esclarecesse qualquer coisa sobre o tema. mas apenas citações que pareciam incorporadas no texto a esmo, intercaladas com observações do autor que nada esclareciam a respeito de nada.

    Não preciso dizer qual era a editora. E aqui está o grande problema desse esquema de publicação. Um ISBN não torna um trabalho bom ou relevante. E se o seu trabalho é bom e relevante, publicar por uma editora como essa é lançá-lo na mesma vala comum onde caem milhares de trabalhos mediocres, de má qualidade, vendidos por preços altíssimos a pessoas desavisadas como eu. Que pessoa informada vai arriscar pagar caro por um livro de uma editora dessas, sabendo que publicam qualquer coisa desde que o autor ceda os direitos e compre uma cópia para ele? Não se iludam. E não gastem dinheiro com livros que não sejam publicados por editoras sérias. Há um motivo pelo qual nem todas as dissertações ou teses tornam-se livros…

  102. Adilson Ednei Felipe 08.03.17 at 22:05 - Reply

    Gostaria de perguntar como sei que já está consumado, pois fiquei tão animado que enviei o manuscrito para avaliação, fiz o cadastro e só não enviei ainda o manuscrito com a formatação solicitada, nem assinei nada. Fiquei triste quando comecei a procurar informações e vi relatos como estes, mas enfim…

    • Mateus Brunetto Cari 24.07.17 at 15:50 - Reply

      Adilson, você fez o cadastro no Portal da NEA? Eu acho que isso é suficiente pra validar como assinatura de contrato.
      Estou na mesma situação que você.
      Como anda o seu processo ai?

      Obrigado desde já.

      • Joana 12.03.18 at 11:10 - Reply

        Você publicou?

  103. Silvia Cobelo 13.03.17 at 15:18 - Reply

    Também recebi o seguinte mail:
    “Você tem alguma consulta em relação às informações que lhe enviei sobre nossos serviços editoriais?

    Silvia Beatriz Cobelo por favor, confirme seu interesse por meio do envio do seu manuscrito (em formato PDF ou Word) para uma avaliação interna.

    Me coloco a disposição para avaliar seu manuscrito e eventualmente cooperar com você para a publicação.

    Desde já agradeço.
    Atenciosamente,
    Giovanna Poyares
    Departamento de aquisições

    DETALHE: nunca pedi nem me mandaram nada!

  104. Felipe Fachim 21.03.17 at 02:38 - Reply

    Recebi um e-mail deles querendo publicar uma iniciação científica que fiz pela fapesp. Apesar de ter gostado muito do trabalho, tenho certeza absoluta que não se tratou de uma pesquisa que renderia um livro. Não tive banca nem nada. Apenas um parecer da fapesp. Isso para mim é muita apelação. Enfim, minha reação foi a mesma: 15 segundos de empolgação e depois a suspeita que me fez chegar nesse site. Cuidado gente, a galera age de ma fé mesmo.

  105. Rosângela Borges Pimenta 08.04.17 at 14:38 - Reply

    Obrigada por todas informações. Acabei de receber o convite para publicar minha dissertação pela Novas Edições Acadêmicas.

  106. Santos 14.04.17 at 20:58 - Reply

    Olá,
    recebi o mesmo e-mail.
    Conversei com meu orientador, ele pediu para ter cuidado, porque “a internet é um mar de peixes perigosos”.
    Na primeira busca não deu outra, mais um engodo.
    O compartilhamento de informações como essas, angústia individual que reverbera como vulnerabilidade coletiva, nos torna mais fortes para vencermos os tubarões da web. Obrigada!

  107. Fátima Gomes 20.04.17 at 18:43 - Reply

    Oi, eu também, quase cai nesse conto. Mandaram esse email pra mim no ano passado, fiquei super feliz achando que meu trabalho estava sendo reconhecido, mas que nada… Se não fosse o meu orientador (graças à Deus, eu quis ser honesta e entrei em contato com ele, pra ver se ele aceitava publicar o livro) que já sabia desse golpe, eu teria me lascado.

  108. Maria Teresa Abdo 01.06.17 at 15:41 - Reply

    Gostaria de tecer alguns comentarios: á tenho dois livros publicados pela NEA e acho que o que se busca com essas publicações são dados gerais, sem uma roupagem estritamente científica que merecem jornais e revistas cientificas ou talvez com uma abordagem mais interessante para o grande publico. O esquema vale a pena se voce quer ter seu livro publicado a baixo custo. Mas realmente , uma dissertação ou tese que se preze já foi devidamente revisada e corrigida. Portanto essa não é a principal função da editora nessa hora. Já que voce está publicando com custo baixo o que se pede é que voce adquira alguns exemplares, a quantidade fica a seu critério e claro esse valor é deduzido do valor que o livro vai ser oferecido pela internet. Achei interessante. Mas eu recebi sim varios livros, todos com ISBN validos. Achei muito interessante a idéia. Melhor do que voce desembolsar horrores para publicar e ter que bancar a publicação de 1000 livros sem saber como vai escoa-los depois. O risco de venda independente do tema é deles..

  109. Fernanda Saggiomo 18.06.17 at 17:40 - Reply

    Boa tarde,
    Acabei de receber um e-mail desta empresa. Obrigada pela informação!

  110. Amanda Cavalcante de Macêdo 19.06.17 at 12:36 - Reply

    Muito boa a sua crítica. Acabei de receber o email.

  111. Tatiana 26.06.17 at 23:58 - Reply

    Eu também recibi esse emai. Obrigada pela informacao. Achei suspeito demais.

  112. Juliana lopes 14.07.17 at 09:16 - Reply

    Vou deixar aqui o meu humilde depoimento. Estou publicando pela NEA, é o contrato enviado a mim não me restringe a usar a minha obra posteriormente para o que eu quiser. Meu TCC foi revisado e editado depois da defesa, não está disponível em nenhum banco de dados da universidade, apenas a versão impressa na coordenação do meu curso. A única publicação que fiz dele foi em um periódico de um congresso nacional, mas reduzido a 20 páginas, ou seja ele não está totalmente disponível gratuitamente pra consulta se alguém quiser consultá-lo. O livro vai me.proporcionar outros oportunidades, independente de ser uma editora simples, eu já ofereci para escolas, pois o meu conteúdo é útil pra área educacional. Enfim, eu acho que cada um deve analisar o objetivo que quer com sua produção e decidir o que fazer com ela. Eu estou satisfeita com.o feito.

  113. maria helena flexor 22.07.17 at 13:51 - Reply

    Publiquei, este ano, a 4a edição das “Abreviaturas de manuscritos e documentos luso-brasileiros, séculos XV ao XX”, pois tinha interesse que a publicação chegasse aos países de língua portuguesa, esperando, ainda contribuições para poder incluir, especialmente os topônimos, pois não tenho como ir a cada antiga conquista lusa e muito menos ter acesso aos seus manuscritos. A NEA está distribuindo a publicação via MoreBooks (www.morebooks.es ou http://www.get-morebooks.com), em cujo site a NEA tem um link. Já fazem alguns meses e não recebi nenhum níquel dos direitos autorais e tive que comprar meus exemplares, com desconto, e como alguém já disse, pagando um frete de 52 Euros. Também estão cobrando muito cara a edição, acho que 87 Euros. A Omniscriptum,, utilizada pela NEA, é impressa pela Schaltungsdienst Lange o. H. G., em Berlim, Publica mais de 6 milhões de livros em todas as línguas, ocidentais e orientais. O pior é que, nem fazem propaganda, nem dão satisfações aos autores.
    Durante o período em que estava preparando a edição, foram trocadas 3 pessoas na representação do Brasil, e todos eles muito jovenzinhos, provavelmente sem muito conhecimento para poder avaliar as obras. Meu trabalho sobre Abreviaturas foi crescendo, pois a primeira edição é de 1979, com 391p. e essa que publiquei pela NEA tem 666. O rapaz que me atendia na NEA, numa primeira informação, me dava 400p. Me perguntou se eu não podia tirar algumas abreviaturas, vejam que ridículo!.. Respondi que, se ele me convencesse que a gente pode tirar verbetes de dicionários e enciclopédias para diminuir as páginas, eu o faria, caso contrário não queria limite. Mesmo assim, ele me deu 691 páginas. Com nessa 4a edição tinha incluído algumas abreviaturas do século XX, pensei em tirá-las. Esperei para me acalmar e cheguei, na prática, à conclusão de que, se eu diminuísse o tamanho da fonte, de 12 para 11, talvez poderia obedecer essa imposição. Deu certo, nem ocupei as 691 p. O volume tem 666p. como disse acima. É um trabalho aberto que tende acrescer a cada vez que eu encontrar abreviaturas que não fazem parte de seu conteúdo. Estou pensando em fazer uma edição no Brasil, porque, pelo que estou notando, os brasileiros não poderão comprar, porque é uma edição muito cara e imagino os demais países de língua portuguesa. O ruim de se publicar no Brasil são as dificuldades de divulgação para todo esse enorme território nacional. Em todo caso tenho esperanças, pois a 3a edição foi publicada pelo Arquivo Nacional e se esgotou com rapidez.

  114. Mateus Brunetto Cari 24.07.17 at 15:44 - Reply

    Eu já me lasquei, cai no conto do vigário também kkkkkk

  115. Eduardo 28.07.17 at 13:54 - Reply

    Blz. Obrigado pelo alerta.
    EF

  116. José Melo 23.08.17 at 21:21 - Reply

    Valeu pelo alerta. Recebi a ‘casca de banana’ este mês de agosto/2017. Meu trabalho é de 2009, UnB. Fiquei intrigado em como um simples TCC, depois de tantos anos, causou interesse em uma editora internacional. Consultei minha amiga doutoranda (Nanda), que pesquisou e aqui estou euzinho. Logo vi que a barbada era muito grande…como um TCC de tema tão específico poderia despertar interesse mundo afora? Bem, agradeço a todos que se manifestaram.

  117. Mônica Nascos 08.09.17 at 13:29 - Reply

    Eu também recebi a mesma proposta para a publicação da minha pesquisa de pós-graduação, porém, eu sou uma pessoa muito desconfiada, pesquiso várias vezes sobre qualquer proposta… Aff. Obrigada pela alerta!
    Eu vou publicar por aqui mesmo, pela Editora da UNIFAP.

  118. Job Diogenes' 04.11.17 at 17:33 - Reply

    Olha, se alguém quer publicar, aconselho usar um dos vários sites online que permite com muita facilidade fazer eBooks. e publicar. Pesquise no Google “Online Book Editor Publishing”.
    A própria Amazon permite você publicar, o que tem de pesquisar é se você quer ganhar dinheiro ou divulgar o trabalho.
    Sites como o LeanPub, entre outros tem critérios menos agressivos e permitem inclusive publicar gratuitamente.
    A escolha de qual serviço deseja usar é somente sua. A Amazon, oferece mais visibilidade e também oferece gratuitamente material de orientação pra autores, de como escrever obras mais chamativas e de mais saída.
    Vários sites/serviços possuem um sistema do tipo em que a pessoa vai fazendo o livro e os interessados podem contribuir com dinheiro para continuar o trabalho.
    Mas é claro, o trabalho inicial tem que ser bom o suficiente pras pessoas acharem que vale a pena contribuir.

  119. Natália 09.11.17 at 15:44 - Reply

    Acabei de receber um email com essas mesmas características e promessas, porém o nome da empresa que me foi apresentado é OmniScriptum Publishing Group.

  120. graca carlos 10.11.17 at 12:00 - Reply

    pois é. acabei de receber um e-mail assim, cheio de floreios. mas não gosto de bajulações e quando a bajulação é intelectual… desconfia-se muito. Valeu demais ler suas ponderações.
    obrigada

  121. Helena Farias 21.01.18 at 04:38 - Reply

    A discussão aqui realmente está muito boa. Alguns apresentam pontos favoráveis na publicação, enquanto outros não demonstram motivos reais para fazê-lo.

    O fato é que se você deseja melhorar o seu currículo, o seu livro deve ser publicado por uma editora que seja composta por uma comissão científica. Caso contrário, sua publicação não terá validação acadêmica.

    Além do mais, cada editora tem o seu contrato de prestação de serviços e o autor deve encontrar o que melhor se encaixa em suas condições, expectativas e realidade.

    Digo tudo isso porque sou assessora editorial e sócia de uma jovem editora que busca transparência em todo o processo.

    Pesquisem antes de contratar qualquer serviço,

    Sucesso a todos!

  122. Suelen 19.02.18 at 09:16 - Reply

    Nossa, muito útil seu texto! Tive o mesmo pensamento que você, ‘quando a esmola é demais…’

  123. Jan 22.02.18 at 08:14 - Reply

    Recebi dois emails dessa editora perguntado se a proposta de publicação tinha sido avaliada e que eles me enviariam um folheto.
    Mas que proposta? Não recebi nenhuma proposta! Eles não tem nem o cuidado de verificar a que pé anda a conversação com o autor antes de enviar e-mails! Só aí dá pra ver a “seriedade” da editora.

  124. Raphaela Rodrigues 13.03.18 at 09:03 - Reply

    Recebi o e-mail da NEA, agora em 2018, para publicação da minha dissertação que defendi em 2013. De fato inicialmente fiquei muito entusiasmada, achando ser importante para o currículo, porém um pouco desconfiada pela facilidade do processo. Entrei em contato com meu orientador e co-orientadora que me alertou quanto a questão do autoplagio, pois já publicamos um artigo dessa dissertação em um periódico em 2015. Ainda estou na dúvida se vale a pena ou não e se realmente seria autoplagio considerando que o artigo é algo bem mais resumido e o livro seria o trabalho completo.

  125. Tayanná Santos 17.04.18 at 18:49 - Reply

    Pessoal, são tantas considerações! Também, como muitos de vocês, recebi dois desses e-mails falando de publicação. O primeiro, minha monografia – nem respondi porque não acho que ela é publicável, precisa de muitas melhoras e a hipótese central eu já revi. O segundo, hoje mesmo, da editora Appris. E aí a proposta pareceu mais elaborada e confiável. Ainda estou pensando, porque este segundo já se trata da minha dissertação de mestrado, e esta já tem um conteúdo que seria interessante ter mais alcance – pois trabalho com comunidades em conflitos com grandes empresas. Mas vou consultar os universitários rsrs, aqueles colegas que já publicaram!

    • luana 02.05.18 at 16:20 - Reply

      tem que pesquosar na base de dados de isbn da Alemanha

  126. Dalma 23.04.18 at 08:37 - Reply

    Bom dia.Publiquei recentemente um livro pela NEA, mas não consigo acessar o ISBN. Como eu faço para encontrar? Se alguém puder me ajudar. Obrigado!

  127. Jakson 17.05.18 at 09:21 - Reply

    Entre uma dissertação criando mofo e um livro publicado e divulgado gratuitamente, vou na segunda. A não ser que seu trabalho seja a cura da Aids ou algo do tipo, de que adianta você deter os direitos exclusivamente para a prateleira empoeirada da sua universidade? Eu arrisquei, publiquei a minha e quer saber? estou satisfeito com o resultado. Não faço questão de vender, por mim seria pra download gratuito mesmo, até porque está na base de dados da universidade. Acho que vale a pena.

  128. Eduardo Mendes 22.05.18 at 14:34 - Reply

    Muito obrigado pelo esclarecimento, pois recebi um e-mail e fiquei com a pulga atrás da orelha, pois eu sei bem o quanto tem de gente querendo se dar bem em cima dos outros.

  129. Eduardo S. Guimarães 12.06.18 at 09:25 - Reply

    Ótimo post, acabo de publicar um artigo na Geosciences 2018, 8(6), 199; doi:10.3390/geosciences8060199 http://www.mdpi.com/2076-3263/8/6/199/htm sobre Plano de Manejo de Impactos de Visitação e no mesmo dia da publicação recebi um e-mail desta “editora”.

    Grande abraço,

    Edu

  130. Hans Moleman 02.07.18 at 10:37 - Reply

    Além de tudo, são chatos de insistentes. Já recebi convites duas vezes deles. Na última oportunidade, mandaram três mensagens (a última até em um tom de cobrança) até eu me ver obrigado a responder.

  131. Francine 25.07.18 at 15:19 - Reply

    Muito interessante a discussão aqui… Eu também publiquei meu TCC pela NEA e não me arrependo, pois como já disseram: o risco para vender é deles e não meu, entre um trabalho engavetado e uma publicação eu prefiro a segunda opção. Eu não comprei, pois já tenho meu trabalho! Já publiquei um artigo sobre meu TCC em 2015, citando a monografia e por isso não será autoplágio e nem precisarei pedir permissão a eles, pois estou pesquisando outra coisa agora.

    Assim, acredito que não perdi nada com isso!

    • Juliana 31.10.18 at 11:25 - Reply

      Oi, Bom dia!
      Só por curiosidade
      Você lucrou algo com a citação do seu TCC neste artigo?
      Uma funcionária que trabalha com eles também me convidou pra publicar meu TCC, por isso, estou pensando se será válido.

  132. Cleris 29.07.18 at 19:44 - Reply

    Recebi hoje um e-mail da NEA e de início fiquei até lisonjeada em ter a oportunidade de ser autora de um livro e publicado por uma editora sediada em outro país, porém, de imediato pensei nos truques e golpes tão comuns principalmente na Internet. Procurei logo informações a respeito da revista e encontrei esse site. Obrigada pelas informações, tanto as prós quanto as contra serviram de esclarecimentos, cabe a mim decidir se publico ou não.
    Obrigada a todos!

  133. Miguel Wisintainer 02.08.18 at 09:32 - Reply

    Eu já publiquei nesta editora e ganhei o ISBN.
    Novas Edições Acadêmicas

  134. Jacqueline Girão 07.09.18 at 18:19 - Reply

    Recebi o email e, quando avisei que não tinha interesse, a editora comentou que não teria custo. Me interessei, mas fui pesquisar e achei esse blog. Aí vi com mais cuidado a apresentação que enviaram e percebi que, no quarto passo (opcional), eu poderia ter uma edição impressa, com “preços com descontos”. Também achei estranho eles não terem revisores. Ora, transformar uma tese em livro dá um trabalho enorme e, do jeito que está, já está disponível no site da universidade e no meu lattes. Ter todo esse trabalho para uma publicação virtual não vale à pena mesmo. Agradeço à Camila por nos alertar!

  135. mari 19.10.18 at 10:53 - Reply

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    Estou à sua disposição para esclarecer quaisquer questões adicionais e cooperar no processo de publicação.
    Em nome da nossa editora agradeço a sua consideração.

    Mas eu não autorizei nada, caso eles publiquem meu trabalho sem minha autorização, como fico sabendo, e qual procedimento devo tomar, eu não conheço essa editora e não sei se a informação é veridica, caso não seja devemos tomar alguma procedência, conto cm vcs

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