Novas pérolas do Currículo Lattes

O CNPq, através do Sistema de Currículos Lattes, coleta e armazena informações curriculares dos usuários, necessárias ao cumprimento de sua missão institucional: Promover e fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico do país e contribuir na formulação das políticas nacionais de C&T. Tais informações são utilizadas na avaliação da competência de candidatos à obtenção de bolsas e auxílios; na seleção de consultores, de membros de comitês e de grupos de assessoramento; no subsídio à avaliação da pesquisa e da pós-graduação brasileiras e na construção de outras bases de dados que subsidiam a elaboração de indicadores e estudos de interesse da CT&I.

Ou não.

Novas pérolas do Currículo Lattes

Novas pérolas do Currículo Lattes

Novas pérolas do Currículo Lattes

Novas pérolas do Currículo Lattes

Novas pérolas do Currículo Lattes

*Atualização: não iremos aprovar comentários com nomes ou links dos currículos acima. Se quiséssemos publicar os nomes, não teríamos tido o trabalho de borrá-los, não é mesmo? 😉

By |2018-12-06T01:56:26+00:0019-03-2014|humor|72 Comments

About the Author:

Criador e editor de conteúdo do blog, é portador de uma imaginação hiperativa e de uma necessidade patológica de estar sempre bem-humorado. Acredita que a Pós-Graduação, como tudo na vida, pode ser interessante, divertida e descomplicada.

72 Comments

  1. Vânia Moreno 19.03.14 at 15:34 - Reply

    Ai, caramba! A galera tá confundindo a Plataforma Lattes com site de emprego ou descrição em redes sociais, só pode, kkkk.

  2. Nayara Maia 19.03.14 at 15:36 - Reply

    12 anos no mestrado, 15 no doutorado… EITA!

    • Sergio Silva 19.03.14 at 21:25 - Reply

      E o sujeito é bem conhecido, viu.

  3. Marcelo 19.03.14 at 16:06 - Reply

    Já que a Plataforma Lattes é aberta, acho que os nomes não deveriam estar encobertos.

    • Pós-Graduando 19.03.14 at 16:17 - Reply

      É que a “patrulha do politicamente correto” vai começar a problematizar em cima, junto com os “comentaristas anônimos de plantão“.
      Tem defensor de tudo quanto é causa na internet hoje em dia…

      • Rodrigo 19.03.14 at 16:50 - Reply

        Verdade. Parece que todo mundo perdeu a noção da importância das coisas: as coisas sérias são levadas na base da piada e as piadas são levadas a sério.

        Prova disso é que uma piada infeliz do Fábio Porchat ou do Rafinha Bastos enfurece e mobiliza mais pessoas nas redes sociais do que uma notícia sobre um policial corrupto ou sobre um estupro.

        • Flávio 19.03.14 at 22:03 - Reply

          Pois eu não sei o quão distante a piada está dos fatos sérios, meu caro. É (também) porque estupro é um assunto passível de chacota que casos e notícias de estupro são tão pouco levados a sério.

      • Paula Regina 19.03.14 at 16:56 - Reply

        Se publicar os nomes vai começar a lenga-lenga de “coitadinhos, eles não tiveram ninguém para orientá-los”, “isso é preconceito da elite intelectual acadêmica”, blá blá blá

        • Flávio 19.03.14 at 22:08 - Reply

          A pergunta que não cala: por que a “elite intelectual acadêmica” (TM) se preocupa tanto com os nomes das pessoas e não com suas ideias?

      • luana 08.08.15 at 02:58 - Reply

        poxa que pena, achei que fosse ética do administrador da página. bom, mas antes essa hipocrisia que o desrespeito de expor o nome de alguem pra rir da cara dela.

  4. Fernanda Dias 19.03.14 at 16:06 - Reply

    Ficar 12 anos no Mestrado e 15 no Doutorado…Eu desistia de viver!

  5. Bianca LX 19.03.14 at 16:16 - Reply

    Também fiquei impressionada com os 12 anos de Mestrado e 15 de Doutorado… nem sabia que podia!!

    • Josivan Soares 19.03.14 at 16:25 - Reply

      O pior é quando se investiga quem é a ilustre pessoa que conseguiu esse feito.

      • Allyne 19.03.14 at 17:38 - Reply

        O endereço profissional dele é o Ministério da Educação, pense!

  6. Julia 19.03.14 at 16:20 - Reply

    Então, até pouco tempo atrás, dez anos de mestrado ou doutorado era a norma. Pelo menos até o início da década de 90 era assim…

    • Gabriel 31.05.16 at 20:25 - Reply

      sério? onde? tenho muuuuuitos professores que fizeram Doc em 75/80/95 e nenhum deles demorou 10 anos na tese!! a grande maioria 4 anos, uns poucos levaram 5 anos!

  7. Bruno 19.03.14 at 16:21 - Reply

    A descrição do primeiro é meio sem-noção, mas até que é interessante! O segundo, se não me engano, é de um atual Ministro. Os demais, desnecessários!

  8. anadebs 19.03.14 at 16:26 - Reply

    O segundo é sim de um atual ministro. Mas sinceramente, se dois anos de mestrado e três de doutorado já são uma eternidade, imaginem 12 de mestrado e 15 de doutorado!

  9. Alice Andrômeda 19.03.14 at 16:30 - Reply

    Ainda bem que essas pessoas existem, logo, já dá pra definir o tipo de pessoa que está na faculdade ou na pós 😛

  10. Maria Paula 19.03.14 at 16:31 - Reply

    12 anos no Mestrado, 15 no Doutorado, e “trabalha” no MEC!!!
    Pode isso?!

  11. Sara de Pinho 19.03.14 at 16:31 - Reply

    Gente, será que esse do mestrado e doutorado não errou a digitação? Não é possível! hahahaha
    Já vi no lattes de uma professora, no resumo: “A educação e a enfermagem são indissociáveis, visto que para uma existir é necessário que a outra seja seu complemento …” Frase de impacto no resumo, não dá né? Essas pérolas!!

  12. Mari Donato 19.03.14 at 16:50 - Reply

    Queridos pós-graduandos,

    Devo corrigir um dos casos aí citados… O rapaz do vôlei! Acredito que muitos de nós estamos na academia voltados à pesquisa e ao ensino. Como todos devem saber, quando ensinamos em uma instituição de nível superior, uma das maneiras de pontuarmos em relação aos instrumentos de avaliação do INEP (de curso, institucional) é ter atividades de cunho cultural e artísticas. Aí cabe vôlei, dança, maracatu, exposição de quadros.. O que mais você quiser por na lista! Eles entendem que o lattes é uma plataforma que você pode colocar sua profissão e também o seus dons naturais! To falando isso pq eu não sabia (e até achava feio) misturar as coisas. Mas parece que é interessante para eles!!!
    Beijo grande, adoro as postagens!!

    • Marcos Vinícius 19.03.14 at 17:28 - Reply

      Mari Donato, então o rapaz do vôlei precisa colocar seu título de campeão do ensino fundamental ou do ensino médio nos instrumentos de avaliação do INEP. A Plataforma Lattes é um sistema do CNPq, totalmente direcionado à vida acadêmica.

      Mas mesmo no caso em que você cita, ter sido campeão de vôlei na quarta série não deve pontuar muito em ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO.

      • Wallace 19.03.14 at 18:06 - Reply

        Está ai a diferença da educação americana para a brasileira. Nos Estados Unidos todos os prêmios e distinções dos alunos são avaliados, absolutamente todos. Tudo isso faz parte do crescimento acadêmico da pessoa, incluindo esportes. Esses detalhes que vocês estão usando para criticar a pessoa, são usados até mesmo para definir quem ganhará bolsa de estudos na universidade e quem não vai. São usados para a aquisição do grau com distinção ou não. São usados para políticas estudantis, para dizer se alguém tem direito de morar on campus ou se terá que se manter em uma casa off campus. É um retrocesso muito grande não avaliar toda a história de um aluno, nós precisamos reavaliar a educação no Brasil e pensar muito mais “out of the box”.

        • Lucas Shimoda 20.03.14 at 09:12 - Reply

          Um prêmio de vôlei no ensino fundamental pode ser um cenário exagerado, mas o Wallace tem um argumento interessante

        • Marcus (America Masters Student) 29.06.15 at 19:33 - Reply

          Sim, claro, os seletores americanos fazem isso porque são muito preocupados com a vida do estudante como um todo e NÃO PORQUE QUEREM REVELAR NOVOS ATLETAS EM SUAS UNIVERSIDADES! Aham… Explicando pra quem não é familiarizado no assunto, que, aqui nos EUA, se vc quer chegar nas grandes ligas esportivas, vc tem que começar pelos times universitários (tá, tá, não TEM, mas com certeza é o caminho mais “fácil”) e, o que é visto como uma “grande iniciativa” por uns brasileiros (que pensam “nossa, que legal! Lá, se vc quiser se dar bem no esporte, tem que estudar!”, aqui é visto com uma grande pataquada pelos estudantes de High School. Exemplificando: A Faculdade tem 25 bolsas por desempenho acadêmico e 25 por desempenho esportivo. Você, que ficou em 26º na avaliação acadêmica, tem todo o direito de se sentir puto! Afinal, o objetivo de uma faculdade deveria ser revelar… advinha advinha… Grandes talentos acadêmicos! Mas como o $$ manda em tudo aqui, os alunos que tem um talento bom pra, por exemplo, hóquei, acabam escolhendo universidades que tem um grande time de Hoquei (“after all, Gretsky went to ______, so will I”. Não faço ideia que faculdade Wayne Gretsky cursou, se é que cursou, foi só um exemplo) e “tiram” uma vaga dos bolsistas acadêmicos, pois a sociedade liga mais pros esportes que pros feitos do pobre fera que é bom em Ciências. Parece certo??

          • Marcus Vinicius 28.04.16 at 15:53

            E aqui no Brasil são escolhidos preferencialmente os cantores sertanejos kkkkkkk

    • Tiago 11.07.14 at 19:12 - Reply

      Concordo plenamente. Não sei em qual momento da história DISSOCIARAM a educação em relação ao lazer e aos esportes. Numa concepção de educação integral, o esportista e o cara que fez o caminho de Santiago de Compostela ou passeou nas ruínas de Machu Picchu aprendeu MUITA COISA com essas experiências. Parabenizo o cientista que, na sua área de atuação, conseguiu vários prêmios. Mas não desmereço qualquer um que tenha adquirido outros prêmios em outras áreas. Talvez um dos motivos que faz muitas equipes interdisciplinares penarem tanto para funcionar seja esse super-aperfeiçoamento na área de atuação/pesquisa e pouca experiência em outras áreas e experiências de vida quaisquer. Enfim…

  13. José P. Siqueira Júnior 19.03.14 at 16:51 - Reply

    12 anos no mestrado, 15 no doutorado. Eu sei quem é.

  14. Floco 19.03.14 at 17:26 - Reply

    Gente, mas o cara ficou isso tudo no mestrado e doutorado mesmo ou foi um erro dele ao preencher o perfil? O____O

  15. Oswald Filho 19.03.14 at 17:27 - Reply

    Boa noite a todos!
    O interessante, nesse segundo Lattes, é o período de abrangência do corpus (o governo Lula – 2003-2010), então, de 1995 até 2002, essa pessoa estava fazendo o que? Será que disciplinas obrigatórias ou facultativas?

    Posições são posições. Agora vá eu, pobre mortal, pedir pra adiar um só semestre. O coordenador do meu programa iria me engolir vivo.

    Saudações,
    Oswald

  16. Rodrigo 19.03.14 at 18:01 - Reply

    Bons tempos estes que o prazo não era um fantasma na pós graduação!

  17. Jonas 19.03.14 at 18:02 - Reply

    Hahahahahaha
    Eu consigo facilmente entender o cara dos 30 anos de pós graduação… Ele era empregado no MEC no governo do FHC, só que dai ele não conseguiu terminar a tempo… O que ele fez? Pediu prorrogação para estudar o Governo Lula. Gênio! Hahahahaha
    Além disso, se o cara for concursado para trabalhar no MEC ele deveria estar com uma pressa muito grande pra terminar as PG….

    • Dora Roque 23.04.16 at 02:12 - Reply

      Esse cara nunca trabalhou no governo FHC por uma razão simples: sempre foi petista. em seu Lattes diz que é fundador do PT.

  18. Marcos 19.03.14 at 18:12 - Reply

    Procurem esse segundo Lattes pelo título da dissertação e terão uma “surpresa”.

  19. Célia Regina Gonçalves Marinelli 19.03.14 at 18:52 - Reply

    Talvez o tempo excessivo deva-se ao fato da pessoa ter iniciado, interrompido por um tempo e depois retornado para concluir! Se for de quem eu penso que seja, foi isso que aconteceu!

  20. CArlos 19.03.14 at 19:23 - Reply

    Eu assisti a defesa de doutorado do cabloco acima. O IE da Unicamp estava lotado naquele dia, com telão e tudo. O cara discursou a respeito do livro que escreveu, que foi a tese. Ele analisou os 8 anos de governo do Lula. De fato, foi bastante interessante a defesa.

    Eu gostaria de pedir ao moderador que divulgasse o nome, dado que é uma pessoa ilustre e certamente impactou de alguma maneira, todos os leitores deste blog. É um serviço de utilidade pública divulgar seu nome.

  21. Nielly 19.03.14 at 19:38 - Reply

    Só corrigindo, ele foi admitido em 1995, e abandonou em 1998. Em 2010 retornou e concluiu no mesmo ano… com uma banca pra lá de suspeita heheheeh

    • Dora Roque 23.04.16 at 02:14 - Reply

      Só a UNICAMP pra aceitar que desistente retorne e aproveite créditos. Na USP ele simplesmente ao sair teria perdido tudo.

  22. Lauren 19.03.14 at 19:56 - Reply

    Realmente, foi uma grande surpresa descobrir quem é o dono do segundo Lattes! Não é por nada que o Brasil está deste jeito…

  23. Leonardo 19.03.14 at 20:43 - Reply

    Putz, eu procurei a tese de 15 anos e quase chorei a hora que eu vi quem é o autor. Tamo fudido mesmo nesse Brasil.

  24. Rafael 19.03.14 at 21:24 - Reply

    Eu também procurei a dissertação de doze anos…Surpresa! E foi defendida na Unicamp!

  25. Luis 19.03.14 at 22:57 - Reply

    Nem para uma dissertação de mestrado e uma tese de doutorado os PTistas conseguem cumprir prazos. O Dr. Aloízio Mercadante que o diga.

  26. Daniele 19.03.14 at 23:27 - Reply

    Só falta ele ter sido bolsista todo esse tempo kkkkkkkkkk Lamentável!!!!!

  27. Thais 19.03.14 at 23:57 - Reply

    Duvido que se tivesse vivido todo esse tempo de bolsa, demoraria tanto pra terminar…

  28. Nelson 20.03.14 at 00:44 - Reply

    O caso do mestrado e doutorado em três décadas se explica. Quando o cidadão assume cargo público ele pode “trancar” a pós.

  29. Fernando 20.03.14 at 06:38 - Reply

    27 anos de pós e nenhum artigo publicado? aff

  30. Yuri Montorso 20.03.14 at 09:40 - Reply

    O primeiro é figura conhecida desde os tempos de orkut, onde, sob a alcinha de “japa” ele insistia em várias comunidades que a sua teoria provava que a fusão a frio era possível! Figuraça!!! rs

  31. Juliana 20.03.14 at 10:41 - Reply

    Só para os desavisados, o cara já saiu da educação e está na casa civil…Não adianta nada julgar o cara se tem gente que nem sabe quem é o atual ministro…

  32. João Júnior 20.03.14 at 13:52 - Reply

    “Ninguém” sabe de quem é o 2º currículo. 😛

  33. Carolina 20.03.14 at 16:47 - Reply

    Afinal de contas não é suficiente estar ocupada, as formigas também estão! hahaha

  34. Raphael 20.03.14 at 21:25 - Reply

    Como o nosso excelentíssimo político conseguiu fazer o doutorado baseado na “Análise do Governo Lula (2003-2010)”, se iniciou em 1995?
    Ou ele deve ser muito bom em prever o futuro, ou deve ter mudado sua tese várias vezes.

    Até nisso esses políticos são uma piada.

  35. Thaisa 20.03.14 at 22:22 - Reply

    Tinha que mostrar os nome dos orientadores para passarem vergonha!

  36. Valeria 21.03.14 at 13:06 - Reply

    Eu tive uma colega que entrou comigo no doutorado em 2004 e defendeu sua tese apenas em dezembro de 2013. Ainda acontece, gente!

  37. Antonio 25.03.14 at 21:25 - Reply

    Tenho umas contribuições para vocês. Como envio???? hahaha

  38. Vinícius 02.04.14 at 20:00 - Reply

    Atentem pro local de trabalho do indivíduo do segundo perfil, é rir pra não chorar.

  39. claudio 10.04.14 at 09:14 - Reply

    Não achei estranho o sujeito passar 12 e 15 anos para fazer mestrado e doutorado, achei estranho é o sujeito ter o mestrado e doutorado, porque sinceramente …. ele deve ser tudo, menos cientista…. hoje está no MEC, mas já foi até ministro da Ciência e Tecnologia… o que fez durante seu mandato: colocou um “I” no nome do ministério.

  40. claudio 10.04.14 at 09:15 - Reply

    Aliás, já saiu do MEC…..qualquer hora dessas vira presidente…

  41. Renato 15.07.14 at 12:25 - Reply

    Bem se vê a quem a Ciência e Tecnologia e depois a Educação estavam entregues. Meu Deus…

  42. Guilherme 15.07.14 at 14:39 - Reply

    Tão interessante quanto o sujeito que demorou uma vida para concluir o doutorado é seu orientador… Procurem pelo título da tese no google mesmo. hahaha

  43. Eric 16.07.14 at 09:24 - Reply

    De que adianta ocultar foto, nome, url do Lattes e não ocultar título do trabalho publicado? Deu na mesma, comeram bola. Já teve um monte de views, mas sugiro alterarem e ocultar o título também.

  44. Mario 16.07.14 at 17:49 - Reply

    Eric, o título não faz diferença alguma… os tempos e o endereço de trabalho seriam suficientes para a maioria identificar a figura… quanto a quem falou sobre outras atividades, até que faz sentido, mas ter sido premiado em vôlei no ensino fundamental e não ter mais nada depois disto seria provavelmente visto como praticava esportes, não pratica mais, não vem ao caso, durante uma avaliação para uma universidade americana…
    Eles avaliam um perfil amplo, mas de atividades correntes ou recentes…
    Já quanto ao prazo, a preocupação é muito maior no Brasil do que lá fora, mas lembro que em grande parte é porque no Brasil o público financia o pós-graduando (na vasta maioria das instituições não há pagamento de taxas e assemelhados – com a exceção do mestrado profissional) e há uma grande disponibilidade de bolsas. No resto do mundo o aluno paga para estudar na pós-graduação, e quando tem bolsa é através do professor…
    Para uma visão frequentemente sarcástica (mas a meu ver bem humorada e bastante real) da realidade da pós-graduação americana do ponto de vista de um estudante, sugiro que leiam o PHD (http://www.phdcomics.com). O autor é um PhD no mundo real, titulado por Stanford, então deve ter uma noção muito boa do que está falando 🙂

  45. BIRRA 29.07.14 at 08:44 - Reply

    esse do mestrado em 12 anos é bem famoso

  46. PretaSC 16.02.15 at 07:22 - Reply

    Só demorando, tanto assim, para conseguir tanta publicação…É um SENHOR CURRÍCULO.

  47. JKA 29.04.15 at 13:02 - Reply

    Quanto ao tempo do mestrado e do doutorado, parece estranho mas era possível sim. Antigamente não havia norma limitando o período máximo para o Programa de Curso. A limitação e redução é relativamente recente, mas antes de 2005 os curso de mestrado tinham por volta de 5 anos e claro, o aluno podia trancar ou pedir prorrogação, hoje já não é possível. A União Europeia por exemplo tem como limite para doutorados internacionais cinco anos com possibilidade de prorrogação por igual período. do meu ponto de vista o aligeiramento compromete a qualidade da tese.

  48. Ilka 27.06.15 at 09:10 - Reply

    “A vida não cabe no Lattes”

  49. Prof. Pacheco 25.07.15 at 09:34 - Reply

    Pessoal, vejam bem a questão desse mestrado e doutorado longos sob a ótica política, afinal a pessoa é do Ministério da Educação…
    Então deve ter facilmente conseguido afastamento remunerado por todo esse período para se dedicar de corpo e alma (e viagens longas pagas pelo contribuinte) por todo esse período para nos apresentar um resultado bem fundamentado sobre o que o PT fez com o Brasil, até porque seus temas são relativos a isso… ISSO É BRASIL

  50. Luciana 17.08.15 at 13:42 - Reply

    Galera, ele não levou 15 anos para fazer o Doutorado. entrou em 95, trancou em 98 para se candidatar e retornou em 2010, excepcionalmente para terminar e defender. Ou seja, 4 anos!

    • Dora Roque 23.04.16 at 02:18 - Reply

      E vc acredita?

  51. Flavio de Freitas 04.05.18 at 00:18 - Reply

    Estão achando que estão no orkut rs

  52. Jhoana 23.08.18 at 02:36 - Reply

    Pessoal, cada pessoa tem seu tempo e seus motivos….
    No mestrado também deviam ensinar a tolerância e respeito às diferenças. Muitos escritores ..artistas..cientistas passaram a vida toda tentando elaborar algo significativo…
    Saiam da caixinha!! Abraço

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