Ás vezes parece até amor à primeira vista. Em outros casos não. A ligação não se estende tanto assim. Não passa apenas de aulas e orientações. Professor e aluno. Ok!

Agora não há como deixar de se pensar, e se rolar um romance? Putz, ai meu amigo, você está f…

Brincadeira a parte, mas o papo é sério. Alguém ai já não escutou, ou ouviu falar de casos em que de tanto passar o tempo conversando, trocando ideias com seu orientador, não rolou um lance? Que atire a primeira pedra que ainda não escutou.

Eu conheci! No caso, a orientação surgiu quando o professor orientava a aluna durante a graduação, enquanto ela terminava o temido trabalho de conclusão de curso.

Ela era solteira, e tinha 20 anos. Ele 50 anos e separado. A atração surgiu na sala de aula e o romance foi parar no altar.

O casal de professores está junto até hoje. Nesse caso, uma história que terminou bem.

Mas tem aqueles casos, em que o professor(a) é casado, têm filhos, ai complica um pouco mais. Isso vale por parte do aluno também. Mas não tem como impedir.

Claro, que devemos separar bem as coisas. Mas, imagine: são aulas, orientações, explicações, encontros na biblioteca, um café na livraria, uma viagem para um Congresso. Em alguns casos a aproximação é tanta que é inevitável não acontecer nada.

Agora se você estiver interessado e ele(a) também, o romance pode até acontecer ou fica só num lance. Se for um lance, que cada um saia bem nessa história.

Se for romance… É uma dupla de professores!

E viva a pós, e viva a vida, porque ninguém está de livre de nada!